No Brasil, os investidores voltam a mostrar algum apetite ao risco, traduzido na alta do Ibovespa de mais de 2% ao redor dos 117 mil pontos, próximo às 13 horas. Ações de bancos, Petrobras e empresas do setor de educação eram os destaques positivos. Os índices acionários positivos no exterior também ajudam o Ibovespa.
Neste cenário, o dólar cede bem como os juros futuros (principalmente nos vencimentos longos), refletindo a melhora moderada na percepção de risco político, e expectativa de algum avanço na agenda econômica, especialmente no que diz respeito a questão dos precatórios. A piora das estimativas para IPCA e Selic na pesquisa Focus limita o alivio nas taxas curtas, pela aposta de ciclo de aperto monetário mais agressivo nas próximas reuniões do Copom.
Os investidores ficam de olho na reunião do presidente do Banco Central com participantes do mercado ao longo do dia, para tratar da conjuntura macroeconômica.O real segue a evolução positiva das moedas emergentes ante o dólar e a melhora de percepção com o ambiente doméstico, mas negocia ainda em patamar acima dos R$ 5,20