A aversão ao risco perdeu força diante do relaxamento em curso das medidas de distanciamento social nos EUA, na Itália e em outros países. Ao mesmo tempo, os indicadores correntes continuam refletindo os impactos da pandemia.
O PIB do Japão teve queda de 3,4% em termos anualizados no primeiro trimestre. Contudo, o resultado foi melhor do que o esperado e não reverteu a tendência positiva dos principais pregões asiáticos. Assim, as bolsas asiáticas encerraram a sessão em alta, bem como as bolsas europeias. O clima de maior apetite ao risco também foi verificado nos EUA, com os índices acionários avançando firme, na casa dos 3%. Os investidores também reagiram bem aos comentários feitos ontem à noite pelo presidente do banco central norte-americano, Jerome Powell, sinalizando que os EUA terão condições de mostrar recuperação economia. Adicionalmente, os investidores também seguiram animados, na esperança com avanços sobre vacina para frear a covid-19.
No mercado de commodities, os preços do petróleo foram beneficiados pelas perspectivas de reabertura econômica e pelo cumprimento dos cortes de produção além do acordado pela OPEP+.
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No Brasil, acompanhando os pares internacionais, o Ibovespa encerrou com alta de 4,69%, aos 81.194 pontos. Finalmente, o dólar recuou desde cedo em meio a uma realização parcial de ganhos recentes, estimulada pelo otimismo no exterior e fechou cotados aos R$ 5,72 com queda de 2%.