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Brasil é referência em Open Finance e empresas podem se beneficiar

O País deve superar o Reino Unido na liderança do ranking “Global Open Finance Index”

Por Diego Ishiy

04/04/2023 | 14:15 Atualização: 04/04/2023 | 14:15

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O Open Banking permite o intercâmbio de informações dos clientes entre as instituições financeiras, facilitando as operações para os clientes (Fonte: Shutterstock/NicoElNino/Reprodução)
O Open Banking permite o intercâmbio de informações dos clientes entre as instituições financeiras, facilitando as operações para os clientes (Fonte: Shutterstock/NicoElNino/Reprodução)

O mercado global de Open Banking deve atingir US$ 124 bilhões em 2031, crescendo em um ritmo de 22% ao ano, de acordo com a Allied Market Research. Em breve, o Brasil deve superar o Reino Unido na liderança do ranking “Global Open Finance Index” em relação ao desenvolvimento do ecossistema, possuindo um escopo mais amplo de todo o sistema financeiro e consolidando o termo Open Finance.

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Após dois anos do lançamento, já foram mais de 17,3 milhões de consentimentos para o compartilhamento de dados pessoais e bancários, sendo 10,8 bilhões de comunicações bem-sucedidas no período, segundo a Febraban. Nesse levantamento foram mapeados 45 produtos e serviços já oferecidos aos clientes, como agregadores financeiros, ofertas de crédito e iniciação de pagamentos. Um ótimo início para contemplar os 188 milhões de brasileiros com contas bancárias que temos no País.

O projeto teve início em 1º de fevereiro de 2021, com o compartilhamento dos dados e as características dos produtos oferecidos. Na segunda fase, as instituições começaram a iniciar as trocas de informações cadastrais dos clientes e depois a troca de informações relacionadas a contas de movimentação, seguido do intercâmbio de informações de operações de crédito e de cartões de crédito.

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Já a terceira fase permitiu que o cliente estivesse apto a iniciar pagamentos de contas e transferências bancárias fora do internet banking, por meio das empresas homologadas como Iniciador de Transações de Pagamento (ITP). Em 2023 o foco será implantar a fase quatro com informações de participantes não bancários, como empresas de seguros, pensões, investimentos e câmbio, consolidando a posição de referência no cenário mundial.

Para o consumidor final o Open Finance proporciona diversos benefícios como (i) Aumento do número de produtos personalizados, adequando ao perfil e necessidade de cada cliente; (ii) Acesso mais rápido e melhores condições em financiamentos e tomada de crédito, a partir do aumento da competição; (iii) Mais facilidade no controle das finanças pessoais através da centralização das contas bancárias; (iv) Maior controle e segurança dos dados, uma vez que as informações são dos clientes e as instituições podem acessar somente com o consentimento, respeitando assim as normas da LGPD.

No mundo corporativo os benefícios para as empresas ainda estão em fase de amadurecimento, mas são incontáveis. Alguns exemplos são (1) Melhora na gestão financeira através de aumento de produtividade com centralização das informações; (2) Maior fluidez em pagamentos com operações iniciadas fora do internet banking; (3) Melhor acesso a linhas de crédito com maior competição; (4) Simplificação do cadastro e onboarding de clientes; (5) Produtos personalizados com a visão 360º dos clientes e muitos outros.

As pessoas e as empresas poderão controlar melhor o acesso/recebimento dos dados e quem souber usar isso em seu favor poderá abrir um verdadeiro mundo de novas alternativas.

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*Diego Ishiy é Chief Strategy Officer (CSO) na Accesstage

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