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Colunista

Como montar uma reserva de emergência? Veja o passo a passo

Construir um fundo de segurança financeira garante tranquilidade e liberdade para tomar decisões com mais clareza

Por Carol Paiffer

21/02/2025 | 16:56 Atualização: 21/02/2025 | 16:56

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Planejamento financeiro (Foto: Adobe Stock)
Planejamento financeiro (Foto: Adobe Stock)

Você já sentiu que o seu dinheiro está se desvalorizando a cada dia? Essa sensação é vivida pela maioria dos brasileiros, que dia após dia veem o seu capital diminuindo e os preços dos produtos e serviços aumentando constantemente. Além disso, a incerteza financeira contribui para o aumento da inflação, desvalorização da moeda e principalmente para o medo do futuro do País.

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Construir um fundo de segurança financeira não é luxo, é necessidade. Seja para cobrir despesas inesperadas, manter a estabilidade em períodos de incerteza ou evitar dívidas desnecessárias, a reserva de emergência garante tranquilidade e liberdade para tomar decisões com mais clareza. Mas como começar? Quanto guardar? E onde investir esse dinheiro? Vamos falar sobre isso agora.

O que é uma reserva de emergência e por que você precisa de uma?

Antes de mais nada, vamos esclarecer o que exatamente é uma reserva de emergência. Diferente de um investimento para longo prazo, esse é um dinheiro que deve estar sempre disponível para cobrir gastos inesperados, como perda de emprego, problemas de saúde, consertos no carro ou qualquer outro imprevisto que possa comprometer seu orçamento.

A grande vantagem de ter esse fundo é que você evita recorrer a empréstimos ou cartões de crédito em momentos de aperto. Juros altos podem transformar um problema temporário em um grande pesadelo financeiro. Com a reserva de emergência, você mantém o controle sobre suas finanças e consegue atravessar períodos difíceis sem comprometer sua qualidade de vida.

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E não pense que esse conceito vale apenas para quem tem renda fixa. Empreendedores, autônomos e investidores também precisam desse colchão financeiro, especialmente em tempos de mercado volátil. Uma reserva bem planejada permite tomar decisões estratégicas sem desespero, seja no mundo dos negócios ou no mercado financeiro.

Quanto você deve guardar para sua reserva de emergência?

A resposta para essa pergunta depende do seu estilo de vida, seus gastos fixos e da sua fonte de renda. O recomendado é ter o equivalente a seis meses do seu custo de vida mensal guardado, mas essa quantia pode variar.

Se você tem um emprego estável, como funcionário público, pode considerar uma reserva menor, de três a seis meses de despesas. Já quem é autônomo ou empresário precisa de um colchão maior, de pelo menos seis a doze meses de gastos, para lidar com períodos de baixa nos negócios.

Para calcular o valor ideal, siga este passo a passo:

  1. Liste todas as suas despesas essenciais – aluguel, contas de água, luz, internet, alimentação, transporte e saúde.
  2. Calcule a média mensal dessas despesas.
  3. Multiplique esse valor pelo número de meses desejado.

Por exemplo, se seus gastos mensais somam R$ 3.000, o ideal seria ter entre R$ 18.000 e R$ 36.000 na reserva. Pode parecer muito no início, mas com disciplina e um bom planejamento, é totalmente possível.

Onde investir sua reserva para que o dinheiro não perca valor?

Agora que você já sabe quanto precisa guardar, surge uma dúvida comum: onde deixar esse dinheiro? Como falamos no início, a desvalorização da moeda e a inflação corroem o poder de compra ao longo do tempo. Deixar a reserva parada na conta corrente é um erro, pois seu dinheiro perde valor a cada dia.

A reserva de emergência deve estar em aplicações seguras, com liquidez diária e baixo risco. Ou seja, o dinheiro precisa estar acessível quando você precisar, sem perdas significativas. Algumas das melhores opções são:

  • Tesouro Selic: uma das alternativas mais seguras do mercado, com rendimento acima da poupança e liquidez rápida.
  • CDBs com liquidez diária: oferecem segurança e rentabilidade superior à poupança, mas é importante escolher títulos de bancos sólidos.
  • Fundos DI de taxa zero: podem ser boas opções para quem quer diversificar, desde que tenham baixas taxas de administração.
  • Contas remuneradas: alguns bancos e fintechs oferecem contas que rendem automaticamente, podendo ser uma alternativa interessante para o curto prazo.

A poupança, apesar de popular, não é a melhor opção. Seu rendimento é baixo e pode não acompanhar a inflação, o que significa que, ao longo dos anos, seu dinheiro pode perder poder de compra. O importante é buscar investimentos que garantam que seu capital cresça, mesmo que de forma conservadora.

Como começar sua reserva de emergência hoje mesmo?

Agora que você já entendeu a importância da reserva de emergência e onde investir, o próximo passo é começar. E para isso, não precisa esperar sobrar dinheiro. O segredo está em criar o hábito de poupar, mesmo que com valores pequenos.

  1. Defina uma meta mensal – Se você não pode guardar grandes quantias de uma vez, estabeleça um valor mensal fixo. R$ 200, R$ 500 ou R$ 1.000, o importante é criar o hábito.
  2. Automatize o processo – Configure uma transferência automática para sua conta de investimentos assim que o salário cair. Assim, você não corre o risco de gastar antes de poupar.
  3. Evite tocar no dinheiro – A menos que seja realmente uma emergência, mantenha a disciplina e evite resgatar sua reserva.
  4. Revise sua reserva periodicamente – Com o tempo, seus gastos podem mudar. Atualize sua reserva para garantir que ela continua suficiente para cobrir suas necessidades.

Lembre-se: o objetivo da reserva não é gerar grandes lucros, mas garantir sua segurança financeira. Depois de consolidar esse fundo, você pode começar a investir para multiplicar seu patrimônio e buscar maior rentabilidade no mercado financeiro.

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