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Colunista

EUA e Brasil: as principais diferenças de visões ao investir

O fator cultural é uma das principais diferenças entre os países, o que reflete na forma de investir

Por Carol Paiffer

17/11/2023 | 19:09 Atualização: 17/11/2023 | 19:09

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(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Nesta semana estive em Nova York em companhia de outros sharks e, claro, aproveitei para fazer turismo nessa cidade que eu tanto gosto. Durante os passeios, pensei muito nas diferenças e semelhanças no que diz respeito ao investimento das pessoas. Nos EUA, por exemplo, é comum uma cultura de pluralidade de receitas e uma delas ser do mercado – afinal, lá mora o maior polo financeiro.

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Há certas semelhanças, porém, que ainda me fazem apostar no Brasil como grande potência econômica.

Acredito que o primeiro ponto em comum seja a diversificação. Brasileiros bem assessorados sempre escutam de seus gestores e assessores que a diversificação é uma das chaves do sucesso na bolsa de valores.

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Os EUA possuem três bolsas para diversificação, além de acesso facilitado aos mercados internacionais, permitindo que seus investidores tenham uma gama de opções para investir.

Outra semelhança (e uma gosto muito), é o acesso crescente a tecnologias que facilitem o acesso ao mercado, otimizem operações e permitam um gerenciamento de risco automático, como as estratégias pré-programadas.

As fintechs vão crescer em ambos os países e podemos aproveitar de dois modos: usando seus serviços e investindo nelas. Acredito que a terceira semelhança seja a mais óbvia: esperar o retorno do investimento. Qualquer pessoa quer retorno financeiro sobre o que investiu. A diferença entre as duas culturas, é que os EUA pensam a médio e a longo prazo, enquanto o brasileiro está sempre pensando no curto prazo.

E o que há de diferente?

O fator cultural é uma das principais diferenças entre os países. Nos Estados Unidos, as pessoas são ensinadas desde criança em como lidar com o dinheiro e a investir. Percebo que o Brasil muda isso aos poucos. Porém, séculos de uma cultura não mudam em alguns anos.

Depois da pandemia de 2020, o número de CPFs inscritos na bolsa de valores aumentou muito. Porém, sabemos que nem todas essas pessoas tiveram acesso ao conhecimento que lhes permitia montar posições de longo prazo com gerenciamento de risco adequado ao seu perfil. É uma realidade que pode mudar. O acesso ao conhecimento e assessoria em corretoras está cada vez mais democratizado.

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O caixa também é uma diferença. Nos EUA, pelas pessoas terem várias fontes de renda e administrarem bem o dinheiro, sempre terão caixa disponível para emergências ou oportunidades. Os salários são bons. Não preciso dizer que aqui o salário mínimo mal dá conta do aluguel de muitas pessoas.

No entanto, acredito que com a união de projetos governamentais junto ao incentivo das escolas, famílias e empresas educacionais, a educação financeira e os investimentos sejam a base de cultura das próximas gerações.

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