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Colunista

OPINIÃO: Gestão antes da vitrine: o que a moda me ensinou sobre empreender e investir com propósito

Transformar paixão em negócio exige mais do que criatividade, exige gestão, estrutura e clareza financeira para o salto ser sustentável

Por Carol Paiffer

25/07/2025 | 14:07 Atualização: 25/07/2025 | 15:42

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 (Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

Todos me conhecem do Shark Tank, dos investimentos, mas a minha primeira lição sobre negócios foi na moda. Cresci vendo minha mãe transformar talento em marca, com loja e tudo mais. Aquele era o meu caminho natural.

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Porém, na hora de decidir, fiz uma escolha que poucos entenderam, troquei o sonho de ser estilista pela faculdade de Administração. Não foi uma troca de paixão, foi uma escolha de rota. A mais estratégica.

Na época, eu já percebia o que só mais tarde entendi com clareza, para ser dona de um negócio de moda, inclusive, eu precisava dominar a base de qualquer empresa e o mercado financeiro, com sua meritocracia direta e lógica racional, era o melhor campo de treinamento.

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É um ambiente onde, quanto mais você estuda, mais dinheiro você pode ganhar, onde o retorno é proporcional ao esforço, e isso sempre fez sentido pra mim.

Moda com gestão, paixão que vira negócio

Com o tempo, fui aprendendo que a gestão é o coração de qualquer negócio que quer durar, e sim, isso também vale para a moda. Aliás, especialmente para a moda.

Trata-se de um mercado apaixonante, criativo, dinâmico, mas que lida com inúmeras variáveis, mudança de estação, comportamento de consumo, timing de coleção. Tudo isso exige muito mais do que bom gosto. Exige estrutura.

Essa visão mais técnica e emocional ao mesmo tempo nasceu justamente da minha vivência pessoal. A moda nunca saiu de mim.

Continua sendo minha forma de expressão, nunca de ostentação. E foi com esse olhar que retornei recentemente ao setor, agora como investidora e nova sócia de um ambiente que conecta moda com negócios.

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Um lugar onde posso contribuir com aquilo que acredito de verdade, gestão sólida como alicerce da criatividade.

O risco invisível de decidir no escuro

Não é raro ver empreendedores incríveis, apaixonados pelo que fazem, sendo engolidos por decisões financeiras mal feitas. Já falei isso em entrevistas e também em sala de aula, uma escolha errada quando se é pequeno pode comprometer não só o negócio, mas a saúde mental do empreendedor.

Impacta a família, os colaboradores, o time inteiro. O que falta não é paixão, é clareza, é plano, é número na mesa.

E esse é o ponto, a moda não é fútil, a moda é trabalho, é cultura e é economia.

Mas, para que ela seja também um negócio viável, precisamos encarar sua operação como qualquer outra empresa que busca escala. Já disse em outros artigos que sem clareza financeira não existe negócio sustentável e reafirmo: o controle de caixa, o entendimento da margem real, o conhecimento do seu giro de estoque e das suas projeções são o que diferenciam um sonho bonito de uma empresa rentável.

Técnica simples para multiplicar resultado

Esse desafio técnico não precisa ser complexo, muito pelo contrário, acredito muito em ferramentas simples que funcionam.

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Não estou dizendo que todo lojista precisa virar um CFO, mas precisa, sim, saber o mínimo. Porque sem isso, ele corre o risco de tomar decisões com base na emoção, no ego ou no susto e o preço disso costuma ser alto demais.

Aliás, a comparação que faço entre Bolsa e empreendedorismo vem justamente daí. Na Bolsa, a racionalidade é mais fácil. Você olha o gráfico, os indicadores, o fundamento.

No empreendedorismo, tem gente, tem emoção, tem tempo envolvido e por isso, é mais difícil ser racional, mais difícil, mas ainda mais necessário.

O ciclo que agora se completa

Essa visão é o que me move hoje ao voltar para a moda por outro caminho. Depois de anos como investidora e sócia de dezenas de negócios, hoje consigo olhar para esse setor com mais profundidade.

E quero provocar, mesmo, quero falar de gestão, de resultado, de futuro. Quero que a moda brasileira ocupe o lugar de protagonismo que merece, não só na passarela, mas no faturamento, na margem, no Ebitda.

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Aliás, se você nunca ouviu falar de Ebitda, anota aí: é uma sigla em inglês que representa o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Em outras palavras, ele mostra quanto a empresa realmente gera de caixa com a sua operação, sem considerar efeitos contábeis ou financeiros.

É um termômetro que eu uso em praticamente toda análise de negócio, porque Ebitda forte significa operação forte e é isso que queremos ver acontecendo no setor da moda, operação saudável, com base sólida, dando resultado de verdade.

Ver um setor tão potente ainda tropeçando por falta de estrutura é o que me faz ter certeza de que essa volta faz sentido.

O ciclo se completa e aquele plano de ter um negócio de moda se realiza de uma forma muito maior do que eu imaginava. Agora, posso somar com o que tenho de mais valioso: visão de negócio, experiência em estratégia, e a certeza de que dá pra fazer diferente.

A lição que fica

Por isso, se você é empreendedor da moda ou de qualquer outro setor criativo, fica aqui meu convite. Comece pela base, organize sua operação, entenda seu caixa e pare de tomar decisões no escuro.

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Porque quando você domina o que acontece dentro do seu negócio, você tem liberdade de verdade. Liberdade para criar, para crescer, para escolher os caminhos certos sem se sabotar no processo.

Como já comentei em outros artigos, o jogo só começa de verdade quando a gente para de operar no modo sobrevivência e passa a jogar com estratégia e se tem algo que eu aprendi até aqui é: construa a base certa primeiro. Depois, você pode transformar qualquer campo que decidir. O salto vem, mas só depois da estrutura.

O jogo está só começando.

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