• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Os 4 fatores com poder para mudar o quadro negativo do mercado brasileiro

Um olhar para a performance dos ativos de risco e como se posicionar em um ambiente ainda incerto

Por Dan Kawa

28/12/2022 | 15:12 Atualização: 28/12/2022 | 15:12

Receba esta Coluna no seu e-mail
Mesmo em um cenário incerto, com juros altos, tributação de dividendos e volatilidade em decorrência das eleições, 2026 oferece oportunidades na Bolsa para quem mira renda passiva com proventos. (Foto: Envato Elements)
Mesmo em um cenário incerto, com juros altos, tributação de dividendos e volatilidade em decorrência das eleições, 2026 oferece oportunidades na Bolsa para quem mira renda passiva com proventos. (Foto: Envato Elements)

Em meu último artigo para este espaço aproveitei a oportunidade para descrever um pouco do que espero para o cenário econômico, local e global, em 2023. Neste derradeiro artigo de 2022, quero olhar um pouco para a performance dos ativos de risco e como se posicionar em um ambiente ainda de baixa visibilidade.

Leia mais:
  • O que é a “bomba econômica” para 2023 e como ela afeta o Ibovespa
  • Ryo: quais setores podem despontar em 2023
  • As seis ações que o investidor precisa manter no radar em 2023
Cotações
13/01/2026 12h14 (delay 15min)
Câmbio
13/01/2026 12h14 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Vimos recentemente uma melhora evidente de dinâmica dos ativos locais. Por ora, julgo este movimento como um momento cíclico e, em muito, explicado por fatores técnicos. Não acho que estamos observado mudanças de cenário que justificam uma mudança de tendência dos mercados locais. Os investidores pareciam tecnicamente muito posicionados para o lado negativo.

Em um período sazonal de baixa liquidez, esta posição técnica voltada para o lado negativo pode estar funcionando como um vetor de sustentação para um movimento mais positivo de curto prazo, mesmo que não tenhamos mudanças de cenário de longo prazo.

Publicidade

Não há muita discussão de que a Bolsa do Brasil – e seus demais ativos, como juros e câmbio – está barata. Isso é um consenso. O que precisamos focar, de agora em diante, são nos eventuais triggers (estopins, eventos) que podem mudar a dinâmica e a tendência estrutural, por ora negativa, dos ativos brasileiros. Vamos refletir sobre alguns desses vetores:

Preço/Valuation – Os ativos locais estão em valuations (valor do ativo) historicamente baixos. Se comparados aos pares internacionais, também vemos descontos relevantes de precificação. Preços deprimidos, sozinhos, são capazes de gerar movimentos de curto prazo positivos, como o que me parece que estamos observando neste momento. Contudo, dificilmente mudam tendências de longo prazo. Para que isso aconteça, outros vetores são necessários.

Posição Técnica – Os investidores internacionais hoje não estão posicionados em Brasil. Os fundos de pensão, grandes investidores locais, reduziram substancialmente suas alocações em ativos de maior risco. Os investidores do varejo migraram em peso para posições em renda fixa. O mercado parece pouco alocado em Brasil, no geral.

A posição técnica pode funcionar como um vetor de suporte a movimentos pontuais de recuperação e um pilar de sustentação para alterar tendências, mas precisa ser seguida de mudanças fundamentais de cenário. Sem isso, dinâmicas diferentes raramente são sustentáveis.

Publicidade

Taxa de Juros – O Brasil foi o país que iniciou primeiro e fez o ciclo de ajuste (de alta) de juros mais rápido e acentuado do mundo. Essa estratégia acabou “expulsando” o investidor da Bolsa e “empurrando” ele para ativos de renda fixa. Além disso, causou um aperto não desprezível das condições financeiras locais.

A taxa de juros é um dos – senão o principal – componentes para determinar o crescimento econômico de um país e uma variável fundamental para calcular o “valor justo” ou “valor intrínseco” dos ativos locais – em especial, das ações da Bolsa.

Juros altos favorecem investidores mais cautelosos e uma perspectiva econômica de menor crescimento. Juros baixos, por outro lado, estimulam o crescimento econômico e os investidores a buscarem “alternativas” de maior risco.

Uma virada no ciclo de juros do país pode ajudar a determinar uma mudança estrutural da dinâmica dos ativos locais, em especial, da Bolsa. No Brasil, em muito, isso dependerá da trajetória do quadro fiscal que será escolhido pelo novo governo eleito.

Publicidade

Política Econômica – Um sinal de ortodoxia econômica seria o maior vetor de mudança para o quadro geral dos ativos domésticos neste momento. O cenário prospectivo ainda é desafiador do ponto de visita de crescimento, inflação e fiscal.

Como comentado no último artigo, espero desaceleração do crescimento e inflação mais baixa, porém ainda acima da meta do Banco Central (BC). As medidas fiscais que estão sendo tomadas no governo de transição assustam pelo excesso de gastos, sem aparente contrapartida de receitas.

No geral, neste momento, temos valuations atrativos e posição técnica saudável para alocações favoráveis ao Brasil, mas ainda nos falta triggers fundamentais para mudanças estruturais de tendências locais.

Em 2009 a Bolsa – e os ativos brasileiros – estava barata e se recuperou com a injeção de liquidez global dos bancos centrais após a crise imobiliária dos Estados Unidos. Em 2016 o impeachment foi o trigger para a recuperação de um mercado com preços baixos, posição técnica saudável e enormes oportunidades de investimentos.

Publicidade

Nos próximos meses precisamos estar atentos a quais serão os eventuais triggers (ou ausência deles), dado que o valuation barato está dado e a posição técnica é claramente saudável, para determinarmos a direção estrutural dos ativos locais.

Neste ínterim, teremos uma visibilidade mais comprometida, o que tende a trazer volatilidade no mercado do brasileiro.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Mercado financeiro

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

  • 3

    Ibovespa hoje fecha em queda em meio a temor global sobre a autonomia do Fed após acusação a Powell

  • 4

    Bitcoin nunca será dinheiro e, se for, deixará de ser cripto, diz pesquisador

  • 5

    Aposentadoria em 2026: veja o que muda nas regras do INSS e como escolher a melhor opção

Publicidade

Quer ler as Colunas de Dan Kawa em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Logo E-Investidor
Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Imagem principal sobre o Onde e até que horas realizar o jogo da Lotomania?
Logo E-Investidor
Onde e até que horas realizar o jogo da Lotomania?
Imagem principal sobre o Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda? Entenda
Logo E-Investidor
Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda? Entenda
Imagem principal sobre o Minas Gerais libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Logo E-Investidor
Minas Gerais libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Imagem principal sobre o Motorista de Uber pode ter isenção do Imposto de Renda? Entenda
Logo E-Investidor
Motorista de Uber pode ter isenção do Imposto de Renda? Entenda
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo: como funciona a modalidade "Número da Sorte"?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo: como funciona a modalidade "Número da Sorte"?
Imagem principal sobre o Rio de Janeiro libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Logo E-Investidor
Rio de Janeiro libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: quem teve direito ao saque integral?
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: quem teve direito ao saque integral?
Últimas: Colunas
Atualização de bens no IR: quando o REARP vale a pena e quando é armadilha
Samir Choaib
Atualização de bens no IR: quando o REARP vale a pena e quando é armadilha

O novo regime de atualização patrimonial promete alívio no ganho de capital, mas impõe uma aposta longa e arriscada, que só faz sentido em casos muito específicos

11/01/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
Dizer não é fácil. Difícil é sustentar o sim
Ana Paula Hornos
Dizer não é fácil. Difícil é sustentar o sim

No começo do ano, prometer mudanças é simples; maturidade está em sustentar escolhas quando o entusiasmo acaba e o compromisso começa a cobrar

10/01/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos
COP-30 teve avanços concretos sobre o clima, mas o mundo tornou tudo mais difícil
Fernanda Camargo
COP-30 teve avanços concretos sobre o clima, mas o mundo tornou tudo mais difícil

Apesar de avanços em financiamento, plataformas e cooperação, a conferência em Belém expôs os limites da ação climática em um cenário de tensões geopolíticas e fragmentação global.

09/01/2026 | 15h00 | Por Fernanda Camargo
Investir para 2035: os 10 setores mais promissores a longo prazo no exterior
William Eid
Investir para 2035: os 10 setores mais promissores a longo prazo no exterior

De inteligência artificial à educação digital, megatendências estruturais indicam onde o capital global deve se concentrar na próxima década

08/01/2026 | 16h16 | Por William Eid

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador