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Colunista

Julho foi de recuperação, mas o que esperar a partir de agora?

O mercado ainda irá conviver com volatilidade no curto-prazo

Por Dan Kawa

10/08/2022 | 8:19 Atualização: 10/08/2022 | 8:19

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Com aumento de juros pelo Fed, BCE e pelo Banco Central, julho ficou marcado pelas altas. (Foto: Envato Elements)
Com aumento de juros pelo Fed, BCE e pelo Banco Central, julho ficou marcado pelas altas. (Foto: Envato Elements)

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O mês de julho foi marcado por uma relevante descompressão dos ativos de risco, que me parece ter sido ajudada por:

· Retorno do fluxo de gás para a Europa, da Rússia, após período de manutenção do gasoduto. Existia um risco de o gasoduto não ser religado;

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· Fed (Banco Central dos Estados Unidos) com sinalizações que foram interpretadas como “menos duras” (mais “dovish”) por parte do mercado;

· Uma temporada de resultados corporativos nos EUA, até o momento, “menos pior” do que o mercado havia se preparado e se posicionado;

· Dados econômicos que ainda não mostraram, de forma inequívoca, uma recessão nos EUA;

· Uma vez mais, questões técnicas, com um mercado excessivamente negativo no curto-prazo, com indicadores de sentimento muito negativos. O mercado negativo significa poucas posições “compradas”. Quando o cenário se mostra melhor do que o esperado, isso acaba induzindo alocações por parte dos investidores.

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A despeito desses vetores mais positivos (na verdade, menos negativos), ainda não vejo uma mudança estrutural relevante nos principais desafios que o cenário e os mercados vêm encontrando desde o começo deste ano. Veja alguns exemplos:

· O Banco Central Europeu elevou os juros em 50bps na Europa, acima do esperado, devido aos sinais cada vez mais preocupantes de inflação na região;

· Há claros sinais de recessão na Europa, em um ambiente de inflação alta e necessidade de aperto das condições financeiras;

· A situação na China segue extremamente delicada. O mercado imobiliário sofre uma nova onda de pressão e não há sinais consistentes de estabilização da economia do País;

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· Os PMIs globais, divulgados ao final ao longo do mês, mostram sinais mais evidentes de desaceleração e aumento do risco de recessão ao redor do mundo desenvolvido;

· O Fed não poderá encerrar o seu processo de alta de juros em um ambiente de inflação ainda alta, mesmo diante da desaceleração do crescimento. A inflação ainda se mostra alta nos EUA e as pressões de um mercado de trabalho apertado são evidentes.

Alguns movimentos de mercado merecem destaque:

· A despeito da estabilização do mercado de commodities, há claros sinais de fragilidade neste nicho de mercado e as commodities não estão conseguindo mostrar uma recuperação mais robusta, mesmo com a melhora das bolsas;

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· Forte fechamento das taxas de juros, especialmente das taxas longas dos países do G10. O mercado precifica que os bancos centrais terão que subir mais os juros no curto-prazo, mas serão obrigados a cair os juros na sequência, devido à pressão no crescimento;

· A queda nas taxas de juros ajudou os ativos com mais duration (vencimentos mais longos), como o setor de “crescimento” das bolsas globais. Isso acabou dando suporte aos índices mais concentrados neste setor, como o S&P500 e a Nasdaq;

· No Brasil, a decisão do Banco Central em sinalizar para proximidade do fim do ciclo de alta de juros ajudaram a dar suporte aos ativos locais, em especial os setores mais domésticos da Bolsa, ajudados pelo fechamento das taxas de juros. O real também apresentou movimento positivo nesse período;

· As pesquisas para a corrida presidencial mostram um ambiente mais competitivo entre os dois principais candidatos;

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A despeito da movimentação do mercado esses dias, ainda não estou disposto a alterar minha visão estrutural para o cenário econômico e para os mercados;

Ainda espero um ambiente de inflação mais alta por mais tempo (mesmo que ela desacelere na margem), o que acarretará juros mais altos do que o histórico recente (últimos 15 anos). Uma recessão global me parece inevitável. Só tenho dúvidas da duração, velocidade e magnitude dessa recessão.

No Brasil, sem uma visibilidade de qual será a âncora fiscal do próximo governo, mesmo diante de prêmios de risco que me parecem excessivos, ainda teremos que conviver com volatilidade no curto-prazo.

Sigo mais construtivo com o cenário para os ativos no Brasil, dado o enorme prêmio de risco que vejo nos ativos locais e uma margem de segurança que me parece adequada.

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A narrativa dos mercados continuará girando de maneira rápida e acentuada. Assim, trabalhar com mais diversificação do que a média e com uma postura mais cautelosa ainda me parece ser a melhor opção.

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