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Colunista

Aluguel de ações: os papéis mais usados, os riscos e as oportunidades

Alternativa para quem busca diversificação, modalidade é complexa e exige análises profundas. Confira

Por Einar Rivero

26/07/2023 | 15:17 Atualização: 26/07/2023 | 15:35

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(Foto: Freepik)
(Foto: Freepik)

Investir no mercado de aluguel de ações pode ser atraente para certos perfis de investidores, principalmente para aqueles que buscam diversificar suas apostas e detêm conhecimentos mais aprofundados quando o assunto envolve o mercado de capitais brasileiro. O potencial de ganhos adicionais dos doadores com as taxas de aluguel recebidas dos tomadores, a adoção de estratégias mais flexíveis e diversificadas e a multiplicação dos lucros pela venda a descoberto são algumas das razões encontradas por quem considera esse tipo de investimento.

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Investimento este, vale dizer, atrelado a grandes riscos. Não por acaso, a operação é ainda bastante restrita a investidores institucionais como fundos de investimento, gestores de carteiras, bancos e demais instituições financeiras.

Embora o aluguel de ações esteja disponível a investidores individuais via plataformas, os custos e taxas adicionais, bem como a requisição de garantias e a necessidade do acesso privilegiado a informações e recursos para a condução de análises detalhadas e seguras acerca dos ativos a serem alugados acabam por tornar essa atuação excessivamente complexa para investidores de menor porte.

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O aluguel de ações é a etapa inicial da venda a descoberto. Neste tipo de operação, o objetivo está em lucrar com a queda no preço dos papéis. A taxa de aluguel das ações é um dos custos envolvidos nessa operação e, quando ela aumenta, a lucratividade do investidor diminui. O risco do investidor é o preço subir, em vez de cair. Nesse caso, seria necessário recomprar o papel para devolver ao doador a um valor que pode ser exponencialmente acima do preço de compra da ação, resultando em perdas incalculáveis.

Estoque de ativos

Isto posto, trago aqui uma análise sobre o mercado de aluguel de ações, também conhecido como BTC – Banco de Títulos da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC). Em 20 de julho de 2023, o estoque de aluguel do BTC era de R$ 101,9 bilhões, o segundo menor valor registrado no ano até então se consideradas amostras mensais, perdendo apenas para o estoque do mês de março, que registrou o valor de R$ 99,3 bilhões. O ponto alto do ano, como se pode observar no gráfico abaixo, ocorreu em fevereiro, mês que acumulou um estoque de R$ 115,8 bilhões.

Porém, desde o final de março, é sabido que o mercado como um todo tem apontado na direção de uma valorização expressiva, o que nos leva a comparar o volume do estoque de aluguel com o valor de mercado das empresas listadas na B3.

No mesmo 20 de julho, o estoque de aluguel representava 2,35% do valor de mercado das empresas listadas na B3, menor patamar desde agosto de 2022, quando a relação foi de 2,07%. A maior participação desde janeiro de 2020 – período que nos permite analisar todas as oscilações desde o início da pandemia – se deu em fevereiro de 2023, com 2,98%.

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A relativa estabilidade do estoque de aluguel no ano de 2023, em reais, nos indica que ainda há investidores apostando na queda de ativos na B3. No entanto, o fato de termos uma valorização tão expressiva do mercado aponta para um eventual prejuízo daqueles investidores com posições alugadas, uma vez que os ativos estão se valorizando, quando o esperado seria a depreciação deles.

A queda da taxa Selic sinaliza uma valorização ainda mais expressiva dos preços das ações e caso os investidores com posição short não tomem cuidado, podem amargar prejuízos expressivos diante da alta do mercado. Sem dúvida, alguns papéis irão apresentar queda em seus preços, mas entender quais são esses papéis demanda uma análise profunda das empresas, tendo em vista o elevado risco que envolve uma posição short.

As ações mais alugadas do mercado

A ação com maior estoque de aluguel do mercado é a da Vale (VALE3), com R$ 10,22 bilhões, montante que representa 10,03% do estoque total do mercado. Em seguida aparece a Petrobras (PETR4) e o Itaú Unibanco (ITUB4), com R$ 7,15 bilhões e R$ 4,66 bilhões, respectivamente, respondendo a uma participação de 7,02% e 4,58% do mercado.

Juntas, as dez ações com maior volume concentram 42,67% do estoque do mercado e os setores de Bancos e de Extração, Refino e Distribuição têm cinco ações cada entre as 20 com maiores estoques.

As ações mais caras

Na classificação conforme as taxas de aluguel, entre as ações da carteira do Ibovespa, a Alpargatas (ALPA4) lidera com uma taxa de 17,49%, seguida pela BRF (BRFS3), cuja taxa é de 11,30%, e pela MRV (MRVE3), com 8,70%.

Em uma relação com as 20 maiores taxas de aluguel, o setor de Alimentos é o mais presente: são três papéis – Pão de Açúcar (PCAR3), Assaí (ASAI3) e Carrefour Brasil (CRFB3) –, seguido pelos setores de Carnes, Incorporadoras e Programas & Serviços, com duas ações cada.

Setores com maior concentração

Busquei ainda analisar o estoque de aluguel do BTC como um todo, para compreender quais os setores concentram maior participação neste mercado.  Com apenas 10 das 385 ações alugadas, o setor de Exploração, Refino e Distribuição concentra R$ 16,7 bilhões, montante que representa 16,39% do total desse mercado e cuja mediana de sua taxa de aluguel é de 0,07%.

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Em segundo lugar temos o segmento de Bancos, com R$16,6 bilhões, provenientes de um total de 30 ações. Apesar de uma representação semelhante a do setor que encabeça o ranking – 16,30% –, a mediana de sua taxa de aluguel é de 0,93%.

Os dois setores com maior número de representantes (Energia Elétrica e Bancos) estão entre os maiores, porém com uma pulverização maior devido ao elevado número de ativos em comparação aos demais. Juntos, os quatro setores mais representativos concentram 53,76% do estoque do mercado de aluguel de ações – são 20 deles, no total.

E afinal, em que pé estamos?

As análises realizadas nos permitem concluir que o mercado de aluguel de ações pode significar uma ótima oportunidade de ganhos adicionais para investidores que possuem estratégias de investimento a longo prazo. Ao alugar suas ações, eles podem obter rendimentos extras por meio do pagamento de taxas pelos tomadores, o que pode ser vantajoso em um cenário de alta valorização dos ativos.

Por outro lado, é importante destacar que investidores que buscam ganhos expressivos com operações de short devem ter cautela e realizar análises mais profundas e detalhadas antes de se envolver nessa linha de investimentos. Isso porque quando "shorteados", existe o risco de Short Squeeze, termo usado para descrever um fenômeno nos mercados financeiros em que um aumento acentuado no preço de um ativo força os traders que venderam a descoberto a sair de suas posições – pagam alto pela recompra dos papéis para devolvê-los aos credores, amargando prejuízos expressivos.

Assim, cada investidor deve conhecer sua própria tolerância ao risco e objetivos de investimento, buscando sempre informações e análises fundamentadas para tomar decisões conscientes e embasadas no mercado de aluguel de ações. Somente assim poderão aproveitar as oportunidades de ganhos adicionais, se protegendo dos riscos inerentes a operações mais complexas e voláteis.

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