• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Dividendos: quanto as empresas da B3 realmente pagaram aos seus acionistas em 2024?

Foi o terceiro maior volume de dividendos em cinco anos; Petrobras foi destaque no período

Por Einar Rivero

16/04/2025 | 17:33 Atualização: 17/04/2025 | 7:17

Receba esta Coluna no seu e-mail
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)

Por trás de cada anúncio de lucro bilionário e dividendos generosos, há uma distância entre promessa e entrega. Os investidores atentos sabem que o que realmente importa é o valor que pinga na conta, não o que aparece nas demonstrações de resultados.

Leia mais:
  • Como a desvalorização do dólar no 1º tri deve melhorar resultados de empresas brasileiras
  • Bolsa brasileira virou o paraíso das ‘penny stocks’?
  • Empresas de capital aberto ou de controle fechado? Veja um panorama da concentração acionária na B3
Cotações
04/02/2026 13h36 (delay 15min)
Câmbio
04/02/2026 13h36 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Quando olhamos para o que efetivamente foi desembolsado pelas empresas brasileiras no ano passado, os números falam por si. De acordo com levantamento da Elos Ayta, o volume pago — ou seja, o valor que de fato foi desembolsado e informado no fluxo de caixa — pelas companhias listadas na B3 em 2024 atingiu R$ 274,8 bilhões.

À primeira vista, pode-se concluir que 2024 foi o terceiro ano mais generoso da história recente em termos de dividendos, ficando atrás só de 2022 (R$ 367,5 bilhões) e 2021 (R$ 287,8 bilhões).

Publicidade

Mas esse número requer um olhar mais atento. Como sempre, a Petrobras exerce um papel tão grande que acaba distorcendo as estatísticas. Quando excluímos a petroleira da conta, o volume desembolsado pelas demais empresas da bolsa no ano passado foi de R$ 174,1 bilhões.

Isso torna 2024 o segundo melhor ano da série histórica, perdendo apenas para 2021, quando as companhias (sem Petrobras) pagaram R$ 215,1 bilhões. Em 2022, apesar do recorde geral puxado pelos dividendos extraordinários da Petrobras, os demais nomes da bolsa reduziram significativamente os pagamentos, que caíram para R$ 172,9 bilhões.

A discrepância escancara a relação de dependência entre a performance da petroleira estatal e os números globais da B3.

Dividendo proposto não é dividendo pago

Como dito, os valores aqui apresentados são pagamentos efetivos, contabilizados no fluxo de caixa das companhias. Isso significa que boa parte do montante de 2024 se refere, na verdade, a dividendos anunciados no balanço de 2023, e não (necessariamente) ao lucro gerado em 2024.

Publicidade

Essa defasagem temporal acontece porque os dividendos propostos (isto é, divulgados no balanço anual) precisam primeiro da aprovação do conselho de cada companhia para então serem desembolsados, o que pode acontecer só no ano seguinte.

Ou seja: o que entra no caixa do acionista em um ano costuma ser fruto do desempenho das empresas no ano anterior.

Fotografia dos pagadores recorrentes

A Elos Ayta analisou 339 empresas com dados disponíveis entre 2020 e 2024. A série revela uma tendência clara: mesmo com ciclos econômicos distintos, as empresas brasileiras mantêm um nível relevante de distribuição de lucros, ainda que com oscilações decorrentes de lucros extraordinários, políticas de retenção ou eventos macroeconômicos.

Os valores acima são todos nominais, ou seja, não ajustados pela inflação. Isso significa que, em termos reais, os recordes podem ser menos impressionantes do que parecem à primeira vista. Ainda assim, não deixam de refletir a disposição (e a capacidade) das companhias brasileiras de recompensar seus acionistas até em ambientes econômicos desafiadores.

Petrobras: sozinha, mais de R$ 100 bilhões

A Petrobras lidera com folga o ranking de maiores valores efetivamente pagos em dividendos e JCPs no ano de 2024.

Publicidade

A estatal desembolsou R$ 100,7 bilhões – cerca de 36,6% de todo o montante pago pelas empresas listadas na B3. Isso é mais do que a soma dos desembolsos de todas as outras empresas da 2ª até a 10ª posição, que totalizaram R$ 87,8 bilhões. Nenhuma empresa ou grupo de empresas se aproxima da relevância da Petrobras quando o assunto é distribuição de proventos.

Mesmo com uma leve queda em relação ao pico de 2022 (R$ 194,6 bilhões), a petroleira segue como pilar central na distribuição de lucros da bolsa — seu desempenho e política de dividendos são capazes de alterar significativamente a fotografia do mercado.

Bancos: quatro nomes entre os dez maiores pagadores

Além da Petrobras, o setor bancário também se destacou, com quatro instituições financeiras entre os dez maiores pagadores de 2024: Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander Brasil.

Juntas, essas instituições desembolsaram R$ 48,8 bilhões ao longo do ano — o equivalente a 17,8% de todo o valor pago por empresas listadas na B3. É o setor com maior número de representantes no top 10, reafirmando a resiliência do sistema financeiro nacional e sua tradição em remunerar acionistas, mesmo em períodos de maior volatilidade.

Mineração e energia também se destacam

A Vale, mesmo com uma queda frente aos números de 2021 e 2022, segue entre as três primeiras colocadas, com R$ 20,7 bilhões pagos em 2024. Já a CSN Mineração (R$ 4,3 bi) e a Cemig (R$ 4,3 bi) reforçam a presença de setores de base e infraestrutura entre os destaques de distribuição.

A Cemig, aliás, conseguiu mais do que dobrar o valor pago em relação a 2023 — reflexo de uma gestão focada em eficiência operacional e geração de caixa.

Concentração elevada, mas em leve queda

As dez empresas que mais pagaram dividendos em 2024 desembolsaram juntas R$ 188,5 bilhões, ou 69% do total pago na B3 no ano.

Publicidade

Embora o índice de concentração continue alto, há uma leve queda em relação aos anos anteriores, quando essas mesmas dez maiores respondiam por mais de 70% do total de dividendos pagos (72% em 2023 e 76% em 2022, por exemplo).

A mudança é tímida demais para justificar quaisquer conclusões mais assertivas, mas o sinal é de dispersão gradual na política de remuneração das companhias brasileiras, com mais players adotando posturas pró-dividendos mesmo estando fora do grupo das gigantes.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Acionistas
  • B3
  • Dividendos
  • Empresas
  • proventos

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 2

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 3

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro, enquanto Caixa Seguridade, Itaúsa e Petrobras ganham peso

  • 4

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

  • 5

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

Publicidade

Quer ler as Colunas de Einar Rivero em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Imagem principal sobre o INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Logo E-Investidor
INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Imagem principal sobre o Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Logo E-Investidor
Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Últimas: Colunas
Vale a pena atualizar o valor dos seus imóveis em 2026?
Yuri Freitas
Vale a pena atualizar o valor dos seus imóveis em 2026?

Regime permite reduzir IR sobre ganho de capital, mas elimina redutores históricos e impõe prazos de carência para venda

03/02/2026 | 17h14 | Por Yuri Freitas
Bitcoin a US$ 20 mil? Essa é a projeção de alguns e, mesmo assim, ainda vale a pena
Vitor Miziara
Bitcoin a US$ 20 mil? Essa é a projeção de alguns e, mesmo assim, ainda vale a pena

Histórico de correções, papel da MicroStrategy e a matemática do risco x retorno entram no radar dos investidores de cripto

03/02/2026 | 15h03 | Por Vitor Miziara
Preço-teto: o antídoto contra decisões emocionais no mercado de ações
Marco Saravalle
Preço-teto: o antídoto contra decisões emocionais no mercado de ações

Ferramenta ajuda a separar preço de valor e impõe disciplina ao investimento em ações focadas em renda

02/02/2026 | 14h11 | Por Marco Saravalle
2026 é o ano decisivo para organizar herança e proteger patrimônio
Samir Choaib
2026 é o ano decisivo para organizar herança e proteger patrimônio

As mudanças no ITCMD que entram em vigor a partir de 2027 tornam o planejamento sucessório mais complexo e quem deixar para depois pode pagar mais

31/01/2026 | 06h00 | Por Samir Choaib

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador