• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Os sinais de Lula vieram e causaram mais ruídos

A leitura dos agentes do setor financeiro das falas do presidente ecoou no mercado de câmbio nos últimos dias

Por Erich Decat

01/07/2024 | 16:06 Atualização: 01/07/2024 | 16:06

Receba esta Coluna no seu e-mail
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil.

Em uma semana em que boa parte do mundo político e jurídico estava no evento do ministro Gilmar Mendes (STF) em Portugal e com o Congresso esvaziado em razão do início das comemorações das festas juninas, a sequência de entrevistas concedida pelo presidente Lula ecoou pelo mercado financeiro.

Leia mais:
  • OPINIÃO: O sinal que falta do governo em relação à agenda de cortes de gastos
  • Como Haddad consegue driblar as derrotas no Congresso
  • Poderes têm acordo sobre folha de pagamentos, mas e a compensação?
Cotações
28/04/2026 21h43 (delay 15min)
Câmbio
28/04/2026 21h43 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

E os ecos não foram positivos. A leitura dos agentes do setor financeiro das últimas falas do presidente Lula respingou no dólar, na última sexta-feira (28), quando a moeda norte-americana fechou o dia em R$ 5,58.  No acumulado do ano, o dólar registra um avanço de 15,14%, o maior em relação ao real, desde o primeiro semestre de 2020.

A velocidade com que o real vem depreciando em comparação às moedas de outros países emergentes tem chamado a atenção de representantes do Banco Central.

Publicidade

“O câmbio tem estado bastante descolado dos seus pares, desvalorizando rápido.  Temos debatido e observado o câmbio e seus impactos para a economia”, disse o diretor de política monetária do Banco Central, Gabriel Galipolo, em evento na FGV, na sexta-feira (28).

É verdade que o câmbio também está conectado com fatores externos, em especial com a indefinição no corte de juros nos EUA. Mas a questão fiscal do Brasil tem o seu peso e nesse quesito as recentes declarações de Lula têm contribuído para deixar o clima ainda mais nebuloso.

Resta 1

Como mostramos em nosso artigo no último dia 17, faltava um sinal claro do governo em relação à agenda de cortes de gastos.

Faltava, não falta mais. Em uma sequência de entrevistas concedidas à rádios regionais e veículos tradicionais de comunicação, Lula foi “derrubando” cada uma das propostas que vinha sendo ventilada pelos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento). Propostas essas de contenção de gastos e que ajudariam o governo a chegar na meta de déficit zero, deste ano. Entre as principais com impacto de curto, médio e longo prazo: desvinculação de pensões e aposentadorias do salário-mínimo e a mudança do piso constitucional da Saúde e Educação.

O que restou na mesa.

  1. Revisão dos supersalários do Judiciário. Esquece. Isso está parado há quase dez anos no Congresso.
  2. Mudanças na previdência dos militares. Esse tema tem potencial de virar uma discussão ideológica e o atual o governo não tem força dentro do Congresso para esse tipo de embate.
  3. Pente fino nos benefícios sociais e INSS. Um relatório do Itaú Unibanco, divulgado na semana passada, estima que o impacto da iniciativa pode chegar a R$ 14 bilhões. Mesmo se considerarmos essa estimativa, a questão é que não se trata de uma agenda de cortes. Além disso, a medida apenas tapa um buraco de forma momentânea.

Apesar dos últimos sinais de Lula, resta ainda um item que tem sido motivo de atenção e expectativa entre os agentes do mercado financeiro. Trata-se de um possível contingenciamento (congelamento de parte dos recursos do Orçamento de 2024).

Os valores estimados pelos analistas variam de R$ 15 bilhões a R$ 40 bilhões. A depender do número utilizado, tal medida seria o suficiente para o governo cumprir a meta fiscal desse ano. A questão é que, como veremos a seguir, ainda há algumas peças importantes soltas, no campo jurídico.

Peça-chave.

É importante lembrar que, até o momento, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) não se posicionou sobre qual regra vai prevalecer na hora de se estabelecer o limite de “bloqueio” necessário, para atingir a meta.

Publicidade

A discussão tem como base o fato de o governo defender que o contingenciamento deve ter como referência um dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024. Tal dispositivo diz que as despesas necessárias para garantir a expansão de gastos mínima prevista no arcabouço fiscal, que é de 0,6% acima da inflação, não poderão ser alvo de contingenciamento.

Aplicando-se essa regra, o governo poderia limitar o contingenciamento em cerca de R$ 25 bilhões. A questão é que esse entendimento se choca com o novo Marco Fiscal, que autoriza uma contenção de até 25% das despesas não obrigatórias. Isso representaria R$ 55 bilhões.

A área técnica do TCU já se posicionou (o documento foi vazado) a favor do segundo entendimento. Ou seja, da necessidade de um maior contingenciamento por parte do governo para atingir a meta.

Apesar da avalição dos técnicos do tribunal, o plenário do TCU ainda não deu sinais de que vai enfrentar o tema e isso é um problema porque se amanhã essa última peça para contenção de gastos for utilizada, a pergunta que se fará na sequência é se ela foi ou não suficiente para atingir a meta. Ou seja, amanhã podemos até ver o anúncio de que o governo optou pelo contingencialmente, mas ele teria sido aplicado de forma correta?

Publicidade

Essa peça é tão sensível e relevante que um contingenciamento menor do que o necessário pode configurar infração podendo acarretar na punição dos gestores que assinarem a decisão. No parecer dos técnicos do TCU, eles também lembram que a Lei do Impeachment classifica como crime a infração a qualquer dispositivo da Lei Orçamentária.

Vamos acompanhando.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Câmbio
  • Dolar
  • Economia
  • gastos
  • governo federal
  • Luiz Inácio Lula da Silva
  • mercado
  • Mercado financeiro
  • orçamento

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    IPCA acima da meta muda rota da Selic e mercado prevê corte menor pelo Copom

  • 2

    Ibovespa hoje fecha abaixo de 190 mil pontos com tensão EUA-Irã, Focus e Super Quarta no radar; dólar cai

  • 3

    Pedidos e entregas da Embraer (EMBJ3) no 1º trimestre agradam analistas, que enxergam “robustez” da companhia

  • 4

    Ibovespa hoje recua com IPCA-15 e dólar tem leve alta na véspera da Superquarta

  • 5

    Dow Jones hoje fecha em queda em meio ao avanço do petróleo e expectativa pela decisão sobre juros

Publicidade

Quer ler as Colunas de Erich Decat em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o O salário não caiu 5° dia útil? Veja como resolver o atraso
Logo E-Investidor
O salário não caiu 5° dia útil? Veja como resolver o atraso
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para trocar de investimento pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para trocar de investimento pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Idosos conseguem participar de cursos educativos gratuitamente? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos conseguem participar de cursos educativos gratuitamente? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para alunos investirem no Tesouro Selic e fazer o dinheiro render
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para alunos investirem no Tesouro Selic e fazer o dinheiro render
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: 2 meios acessíveis para alunos investirem o dinheiro do incentivo
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: 2 meios acessíveis para alunos investirem o dinheiro do incentivo
Imagem principal sobre o Passaporte EUA: quanto custa a emissão do 1º documento para assistir à Copa do Mundo 2026?
Logo E-Investidor
Passaporte EUA: quanto custa a emissão do 1º documento para assistir à Copa do Mundo 2026?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: alunos podem movimentar o dinheiro em lotéricas?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: alunos podem movimentar o dinheiro em lotéricas?
Imagem principal sobre o Starlink mini para viagem: veja quanto tempo dura o período de teste do plano
Logo E-Investidor
Starlink mini para viagem: veja quanto tempo dura o período de teste do plano
Últimas: Colunas
Ibovespa sobe no ano com dinheiro de fora — mas o barato já ficou para trás?
Vitor Miziara
Ibovespa sobe no ano com dinheiro de fora — mas o barato já ficou para trás?

Fluxo estrangeiro explica a alta do ano, não os fundamentos. Com o valuation já acima da média, o investidor precisa recalcular o jogo

28/04/2026 | 17h45 | Por Vitor Miziara
A (última?) decepção com o Banco do Brasil reacende o alerta
Marco Saravalle
A (última?) decepção com o Banco do Brasil reacende o alerta

Após frustrar expectativas, banco lança dúvidas sobre risco político e enfraquece a tese de dividendos

27/04/2026 | 14h18 | Por Marco Saravalle
Imposto de Renda: quando incluir dependentes pode sair mais caro
Samir Choaib
Imposto de Renda: quando incluir dependentes pode sair mais caro

Somar a renda do dependente à declaração pode elevar a alíquota e anular o ganho com deduções

25/04/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
O preço do dólar não deveria guiar seu investimento no exterior
William Castro
O preço do dólar não deveria guiar seu investimento no exterior

Mais do que a cotação, estratégia, diversificação global e tempo de mercado explicam o retorno de quem investe fora do Brasil

24/04/2026 | 17h52 | Por William Castro

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador