• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Cenário base: Lula vai ignorar cúpula do BC e indicará “diretores aliados”

Apesar da pressão, Roberto Campos Neto dá sinais de que quer criar um legado e pretende ficar na cadeira, até o fim do mandato

Por Erich Decat

13/02/2023 | 12:56 Atualização: 13/02/2023 | 13:30

Receba esta Coluna no seu e-mail
Presidente Lula | Foto: Amanda Perobelli/Reuters
Presidente Lula | Foto: Amanda Perobelli/Reuters

O mês de fevereiro vai ser decisivo para o mercado financeiro entender até onde vai o discurso e os ataques do presidente Lula em relação ao Banco Central, em especial ao presidente da instituição Roberto Campos Neto.

Leia mais:
  • Na queda de braço da política com o mercado, quem perde é a economia
  • Por que o Banco Central deve ser independente? As vantagens e desvantagens
  • Quem controla os juros no Brasil: Banco Central, governo ou mercado?
Cotações
11/04/2026 6h34 (delay 15min)
Câmbio
11/04/2026 6h34 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Fevereiro é considerado como uma peça-chave neste quebra-cabeça porque no próximo dia 28 encerram os mandatos de dois diretores. Devem deixar a cadeira Bruno Serra (Política Monetária) e Paulo Souza (Fiscalização). É válido lembrar que, até o final de 2024, Lula poderá indicar a maioria dos diretores. Até lá, sete dos nove encerram o mandato.

Todas as peças até aqui indicam que Lula vai ignorar os nomes indicados por Campos Neto e vai escolher profissionais que estão alinhados a ele e às críticas em relação à atual taxa de juros (13,75%) e à política monetária. Hoje, no nosso cenário base trabalhamos com uma probabilidade alta de que isso irá acontecer.

Publicidade

Por quê? Juntando sete peças desse quebra-cabeça para responder. Nos últimos dias, Lula irritado com Campos Neto e com a atual política monetária:

  • Convocou a sociedade;
  • Convocou os empresários;
  • Convocou os congressistas da base (já há vários pedidos para o presidente do BC prestar esclarecimentos, nas duas Casas);
  • Deu sinal verde para a cúpula do governo (ala econômica e política) ampliar a pressão;
  • Colocou os ministros para ecoarem que é o presidente da República quem tem a prerrogativa de escolher os diretores;
  • Passou a defender que o governo tenha maioria nos conselhos, diretorias, em instituições que ele considera estratégicas para o governo. Exemplo da última terça-feira quando falou da Eletrobras;
  • Enfim, oficializou em público o distanciamento de Campos Neto.

E o mercado? Ele já precificou tal possibilidade? Não. A turma suspeita, mas ainda não colocou tudo no preço, o que abre espaço para uma forte volatilidade ao longo dessas próximas semanas, em torno desse tema.

Bastidores

O sentimento e a expectativa de que Lula vai indicar nomes próximos a ele já paira em vários setores do Banco Central. Há um entendimento de que os novos diretores, depois de serem aprovados pelo Senado, vêm para fazer um contraponto.

É válido lembrar que todos os nove diretores têm independência e podem, se quiserem, questionar, criticar, não apenas internamente, como também para o público externo, para a mídia. Não é praxe, mas podem. Por outro lado, a expectativa dentro do BC é de que, no dia a dia, os novos diretores tenham um maior contato com a dinâmica da instituição e percebam que todas as decisões são tomadas com base em critérios técnicos.

Questões práticas

Em relação aos ataques de Lula e demais integrantes do governo e do PT o que vemos até agora são discursos, guerra psicológica mesmo. Até o momento, não há nenhum movimento concreto no sentido de apresentar uma proposta para revogar a Lei da Independência do BC, ou pedir a exoneração de Campos Neto e diretores. Sobre as convocações no Congresso para Campos Neto prestar esclarecimentos, isso também é fumaça. Com base na Lei, ele já tem que ir todo os semestres prestar contas.

Legado

Apesar de ser o principal alvo do atual governo, Campos Neto dá sinais de que segue firme e pretende cumprir o mandato, que se encerra em 2024. Tudo que está enfrentando neste momento seria uma espécie de legado que “esse cidadão” quer deixar para os próximos que se sentarem na sua cadeira. Essa, inclusive, deve ser a tônica da participação dele no programa Roda Viva de hoje à noite, aguardado com expectativa por vários setores do mercado.

Vamos acompanhando.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Conteúdo E-Investidor
  • Juros
  • Luiz Inácio Lula da Silva
  • Roberto Campos Neto
  • Taxa Selic

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde aos 197 mil pontos e dólar cai a R$ 5 pela primeira vez em dois anos

  • 3

    Ibovespa renova recorde pela 15ª vez no ano com petróleo em alta

  • 4

    Gestoras de “special sits” avançam no Brasil e entregam retornos de até 40% ao ano

  • 5

    Herança e espólio no IR 2026: como declarar sem cair na malha fina

Publicidade

Quer ler as Colunas de Erich Decat em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Imagem principal sobre o O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Logo E-Investidor
O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Imagem principal sobre o 15 doenças que dão direito à aposentadoria
Logo E-Investidor
15 doenças que dão direito à aposentadoria
Imagem principal sobre o Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Logo E-Investidor
Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Imagem principal sobre o FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Logo E-Investidor
FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Últimas: Colunas
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?
Samir Choaib
Autocuratela: quem decide quando você não pode mais decidir?

O caso envolvendo herdeira das Casas Pernambucanas reacende um ponto ignorado por famílias ricas: quem decide quando você não pode mais decidir?

11/04/2026 | 06h00 | Por Samir Choaib
Entre mísseis e commodities: Brasil resiste — mas não está imune ao mundo fragmentado
Eduardo Mira
Entre mísseis e commodities: Brasil resiste — mas não está imune ao mundo fragmentado

Choque geopolítico mexe com petróleo, inflação e juros, enquanto o país se beneficia de commodities e diferencial de taxas — mas segue exposto aos efeitos indiretos da crise

10/04/2026 | 14h50 | Por Eduardo Mira
OPINIÃO. Metade do Brasil trabalha para sustentar os benefícios sociais da outra metade
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Metade do Brasil trabalha para sustentar os benefícios sociais da outra metade

Aumento de gastos públicos voltados à distribuição de dinheiro pode reduzir a capacidade de financiar setores produtivos, impactando a geração de empregos

09/04/2026 | 13h26 | Por Fabrizio Gueratto
Balanço das empresas da B3 em 2025: lucro cresce, mas concentração e eficiência dividem o diagnóstico
Einar Rivero
Balanço das empresas da B3 em 2025: lucro cresce, mas concentração e eficiência dividem o diagnóstico

Resultado das empresas revela um cenário de crescimento relevante, mas com qualidade desigual

08/04/2026 | 13h38 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador