• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Por que a B3 quer entrar no mercado de criptomoedas em 2022?

Com a alta histórica do bitcoin no último ano, as bolsas mundiais estão cada vez mais atentas no mercado

Por Fabrizio Gueratto

23/12/2021 | 8:11 Atualização: 23/12/2021 | 8:11

Receba esta Coluna no seu e-mail
Com a alta histórica do bitcoin no último ano, as bolsas mundiais estão cada vez mais atentas no mercado. Foto: REUTERS/Dado Ruvic/File Photo
Com a alta histórica do bitcoin no último ano, as bolsas mundiais estão cada vez mais atentas no mercado. Foto: REUTERS/Dado Ruvic/File Photo

A Bolsa de Valores brasileira, também conhecida como B3 (B3SA3), anunciou em comunicado oficial que está desenvolvendo um plano exclusivo para lançar produtos atrelados a criptomoedas, como bitcoin (BTC), no próximo ano. Sobre a proposta, me parece que eles não querem olhar muito para a criação de mais índices. Então, eles devem pensar em alguma coisa na questão de custódia e negociação de contratos futuros.

Leia mais:
  • Bitcoin: minoria de investidores concentra 27% do total em circulação
  • Criptomoedas: Binance assina acordo com Dubai World Trade Center
Cotações
16/02/2026 0h00 (delay 15min)
Câmbio
16/02/2026 0h00 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mesmo com muita gente falando que a Bolsa morreu, aparentemente ela está querendo se posicionar melhor em 2022. É óbvio que a empresa não irá se transformar em uma corretora de criptomoedas, mas ela deseja criar alguns instrumentos para ganhar dinheiro com esse mercado. Afinal, a mesma entende que tem muita demanda atualmente. Sendo assim, esse é um ponto muito positivo para quem investe no papel.

O que causou a queda do bitcoin nos últimos tempos?

As quedas que vimos nos últimos tempos, desde a primeira alta histórica do bitcoin lá no começo de novembro, quando a moeda chegou aos US$ 69 mil, vieram por conta desse cenário global de medo. Principalmente, em relação a pandemia do novo coronavírus (covid-19), a alta das taxas de juros nos Estados Unidos e o aumento da inflação mundial.

Além do mais, é preciso lembrar que o bitcoin está cada vez mais correlacionado com as bolsas globais. Isso porque os grandes investidores olham para a moeda digital de forma pouco aprofundada. Ao invés deles pensarem “que legal, um ativo descentralizado, deflacionário e moderno”, eles dizem “não entendo muito bem esse negócio, mas vou colocar um pouco de dinheiro porque estão dizendo por aí que vale a pena”. Com isso, esses grandes tubarões acabam ditando o mercado.

Grande investidor x criptomoedas

Para o grande investidor, em um momento de risco e possibilidade de queda, ele pode apenas vender suas posições de risco. Afinal, sejam ações americanas, asiáticas ou até mesmo criptomoedas, não faz diferença segurar algo incerto. Basicamente, esses grandes investidores têm muito volume. Sendo assim, quando eles colocam ‘ordens no book’ e depois saem fechando a posição, acabam afetando todo mundo. Aí acontece o seguinte: um líquida e os outros vão atrás.

Publicidade

Portanto, as quedas registradas nas últimas semanas foram por conta dessa maior volatilidade global. No entanto, isso não significa que o movimento de alta acabou. A expectativa é que os mercados voltem a subir com a decisão do Fed (banco central dos Estados Unidos), feita na semana passada, de reduzir o volume de compra de ativos em US$ 30 bilhões por mês.

Mercado de criptos em alta

Assim como diversas outras bolsas do mundo, a B3 está olhando cada vez mais para o mercado de criptos. Além disso, eles já perceberam que as moedas digitais vieram para ficar e querem desenvolver soluções para isso. Para mim é bem simples, a Bolsa é uma espécie de shopping que faz a intermediação entre as corretoras, investidores e ativos. Portanto, eles estão querendo ampliar seu arsenal de produtos.

Se alguém já investe em ações, provavelmente vai ter interesse em criptomoedas também. Por isso, como uma boa empresa de capital aberto, ela está olhando aquilo que vai dar lucro. Além disso, não dá para ficar de braços cruzados mesmo que seja um monopólio aqui no Brasil. A B3 precisa acompanhar as modernidades do mercado, seja a liberação de BDRs, que tiveram um grande papel no ano passado, ETFs ou fundos de criptomoedas.

Leia mais sobre ETFs de criptomoeda aqui.

Assista ao vídeo exclusivo sobre a B3 entrar nas criptomoedas

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • b3sa3

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Análise do resultado da Vale no 4T25: prejuízo de US$ 3,8 bi contrasta com forte operação; o que fazer com VALE3

  • 2

    Vai para os blocos de carnaval? Veja como se proteger de golpes

  • 3

    Ações da Braskem (BRKM5) se recuperam após notícia sobre balanço do BB (BBSA3); entenda

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda com dados do varejo brasileiro, inflação nos EUA e resultado da Vale (VALE3)

  • 5

    Bitcoin volta a subir com dados do CPI e fica próximo dos US$ 70 mil; ciclo de baixa está perto do fim?

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fabrizio Gueratto em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: veja o calendário de sorteios
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: veja o calendário de sorteios
Imagem principal sobre o Bolsa Família: é possível receber o pagamento pelo Pix?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: é possível receber o pagamento pelo Pix?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: como gerar o Documento de Arrecadação
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: como gerar o Documento de Arrecadação
Imagem principal sobre o Abono PIS/Pasep: como funciona o resgate do benefício?
Logo E-Investidor
Abono PIS/Pasep: como funciona o resgate do benefício?
Últimas: Colunas
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar
Samir Choaib
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar

O Projeto de Lei Complementar 5/2026 reacende o debate sobre taxar grandes fortunas e evidencia a escolha política de ampliar a arrecadação em vez de controlar despesas públicas

14/02/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?
Eduardo Mira
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?

Com dívida perto de 85% do PIB, déficit nominal ao redor de 8% e juros reais acima de 6%, País enfrenta riscos; entenda

13/02/2026 | 14h36 | Por Eduardo Mira
Quatro gigantes, R$ 216 bilhões e um ano fora da curva: o que os dividendos dos bancos ensinam ao investidor
Einar Rivero
Quatro gigantes, R$ 216 bilhões e um ano fora da curva: o que os dividendos dos bancos ensinam ao investidor

Os quatro bancos desembolsaram R$ 78,6 bilhões apenas em 2025, o equivalente a 36,3% de tudo o que foi pago em cinco anos

12/02/2026 | 16h09 | Por Einar Rivero
OPINIÃO. O investidor quer lucrar como rico, mas perder como pobre
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. O investidor quer lucrar como rico, mas perder como pobre

Investidor busca ganhos elevados, mas rejeita a volatilidade e o risco que acompanham retornos acima da média, repetindo erros que minam a própria performance

12/02/2026 | 14h44 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador