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Colunista

Por que o investidor não deve cair no conto do impeachment de Lula

Colunista diz que tal cenário é "completamente absurdo". Confira o motivo

Por Fabrizio Gueratto

22/02/2024 | 7:51 Atualização: 22/02/2024 | 7:51

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Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil.

Cerca de 20 anos atrás estudei muito sobre o Holocausto e sobre como algo absurdo como esse pode acontecer. A consequência foi que comecei a ter pesadelos à noite. Isso não é força de expressão, mas a mais pura realidade. Quando você estuda o tema, começa a ter a noção que o ser humano é capaz de coisas inimagináveis. Acredito que nada, absolutamente nada na história foi mais terrível do que este fato.

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Assim, absolutamente nada neste planeta pode ser comparado ao que os judeus sofreram. Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faz uma associação com o que está acontecendo em Gaza, coloca o Brasil em uma posição política – e até mesmo econômica – desfavorável.

Do ponto de vista comercial, Israel é um pequeno parceiro do Brasil. Mas do ponto de vista de influência geopolítica, é um gigante. Talvez, se Donald Trump fosse o presidente dos Estados Unidos, nosso País já teria sofrido sanções econômicas. Neste caso, os Estados Unidos é o segundo maior comprador de produtos brasileiros – só perde da China.

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Imediatamente, a oposição pegou as declarações do presidente brasileiro e recolheu assinaturas para um pedido de impeachment na Câmara dos Deputados. Nos grupos de whatsapp de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, parece que surgiu a esperança de que existe uma chance de Lula sair do governo. Parece absurdo, mas algumas pessoas já estão posicionando seus investimentos como se isso verdadeiramente pudesse acontece, com o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin, assumindo o Poder, o que, em teoria, ajudaria no crescimento econômico e, consequentemente, faria as ações da Bolsa andarem.

Porém, esse cenário é irreal e vou explicar a razão. A possibilidade de um presidente sofrer impeachment depende da sua sustentação popular e política, como ocorreu com Dilma Roussef (PT), em 2016. Ela não caiu por causa das pedaladas, foi retirada porque não tinha apoio popular e muito menos articulação no Congresso para sobreviver.

Fanatismo e investimentos

O que precisamos deixar de lado, como já falei semana passada, são as emoções na hora de investir. Isso só atrapalha e faz o investidor perder dinheiro. Neste momento, a chance de Lula sofrer impeachment é zero porque ele tem apoio popular. Tanto isso é verdade que, na internet, muitos apoiadores estão defendendo o que ele falou sobre o Holocausto.

O fanatismo da esquerda e da direita são parecidos. Não importa o que o seu ídolo fale, o fato é as pessoas acreditam que precisam dar um jeito de mostrar que ele está certo, por mais absurdo que seja.

Hoje, tanto Lula quanto Bolsonaro, se tivesse sido eleito presidente, claro, teriam chances quase nulas de sofrerem impeachment, pois ambos possuem apoio popular e articulação no Congresso, goste você ou não.

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* Os textos dos colunistas representam a opinião individual de cada um deles e não o editorial do E-Investidor.

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