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Colunista

O que NÃO fazer na sua carteira previdenciária

Existem cinco setores que todo investidor de longo prazo precisa ficar distante

Por Louise Barsi

13/01/2021 | 8:03 Atualização: 13/01/2021 | 8:03

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Armadilha para a sua poupança (Foto: Evanto Elements)
Armadilha para a sua poupança (Foto: Evanto Elements)

Nunca uma virada de ano foi tão esperada quanto a de 2021. O sentimento de recomeço vem acompanhado de expectativas, o que geralmente nos motiva a criar metas para novas realizações: parar de fumar, emagrecer, poupar mais dinheiro e começar a investir estão entre as clássicas.

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Mas, fale a verdade, quantas dessas promessas você já conseguiu levar adiante? Certa vez, li em um artigo o estudo conhecido nos Estados Unidos (Luciani, 2015) que comprovava: 80% das promessas de ano novo fracassam até fevereiro. Muito provavelmente isso se deve à falta de clareza em como esses objetivos poderão ser alcançados.

Pensando nesse problema e em você, leitor, cuja resolução em 2021 é a de começar a investir na Bolsa de Valores, escrevi este pequeno guia. Em outras oportunidades, aqui mesmo no E-Investidor, comentamos sobre os setores que no Ações Garantem o Futuro consideramos “à prova de balas”, o chamado BEST.

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Bancos
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Saneamento/seguros
Telecom

Dessa vez faremos diferente, vamos começar pelo que você NÃO deve fazer na sua carteira previdenciária. Afinal, muitas vezes até mais importante do que acertar de primeira é se livrar de algumas burradas que podem te desviar do seu caminho. Se a estratégia só faz sentido caso as empresas dentro do seu portfólio sobrevivam pelos próximos 20, 30 ou 40 anos, identificar essas ciladas fica fácil.

Os setores a seguir foram batizados de “5 à Prova de Barsi” por desrespeitarem 4 fundamentos básicos para uma carteira saudável de longo prazo: perenidade do negócio, consolidação no mercado, resultados sólidos e política de distribuição de dividendos bem definida. São eles: Aviação, Turismo, Construção Civil, Frigorífico e Varejo.

A primeira característica em comum é o histórico de perenidade das empresas que estão inseridas nesses setores. Aqui uma pegadinha: muitas vezes o próprio segmento é perene, mas as suas empresas não! Dificilmente nos imaginaríamos sem transporte aéreo, certo? Mas as companhias aéreas que prestam o serviço hoje não são as mesmas de 10 anos atrás e muito provavelmente não serão as mesmas no futuro.

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O segundo fator a ser observado é a influência de variáveis externas que recaem sobre os seus negócios e que fogem ao controle da gestão mais competente possível. São estruturas que basicamente dependem de terceiros para funcionar e se mostram extremamente frágeis quando deparadas com algum cenário mais desafiador. Prova disto é o setor de Turismo, que hoje aguarda um alinhamento de astros para voltar à antiga atratividade. Ninguém poderia prever a pandemia, e mesmo a melhor empresa do setor, hoje, passa por graves dificuldades.

Por fim, mas não menos importante, podemos citar a inconstância e falta de previsibilidade nos resultados. Lucros extremamente oscilantes por si só minam a capacidade de geração de caixa suficientemente sustentável para garantir boas distribuições de dividendos aos seus acionistas. Com exceção da JBS (JBSS3), são raros os frigoríficos, por exemplo, que conseguem remunerar os seus acionistas com consistência.

Em resumo, as empresas do “5 à Prova de Barsi” reúnem uma série de características indesejáveis e odiosas para uma carteira previdenciária. Ao contrário do que vocês podem estar imaginando, não temos absolutamente nada contra esses segmentos, alguns deles inclusive já nos proporcionaram bons retornos. Mas em outro contexto completamente distinto, de giro mais rápido em uma carteira de
oportunidades.

Nosso foco aqui será sempre o longo prazo!

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