• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

A Bolsa de valores já deu o primeiro sinal de retomada?

Após quase dois anos de alta de juros, finalmente estamos no início da queda da Selic

Por Marilia Fontes

09/05/2023 | 8:10 Atualização: 09/05/2023 | 8:11

Receba esta Coluna no seu e-mail
Bolsa brasileira tende a melhorar resultados até fim do ano. (Foto: Werther Santana/Estadão)
Bolsa brasileira tende a melhorar resultados até fim do ano. (Foto: Werther Santana/Estadão)

Estamos próximos de completar dois anos do ponto máximo da Bolsa de Valores brasileira de 131 mil pontos em junho de 2021. São praticamente dois anos com ações em queda, saques de fundos de ações e prejuízo na carteira dos investidores.

Leia mais:
  • Como corretoras estão preparando os portfólios para o corte nos juros
  • Como a Verde Asset, de Luis Stuhlberger, perdeu R$ 24 bi
  • Títulos de crédito superam ações mesmo após caso Americanas
Cotações
15/03/2026 11h27 (delay 15min)
Câmbio
15/03/2026 11h27 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O que gerou esse movimento, também iniciado no começo de 2021, foi o ciclo de alta da taxa Selic. Saímos de 2% para 13,75% ao ano, um dos maiores ciclos de alta de juros da história brasileira.

Os juros prejudicam as ações por diversos motivos. As empresas começam a gastar mais com seus empréstimos, reduzindo o lucro. Os investidores trocam suas ações por títulos de renda fixa, que agora ficam mais atrativos. O valor presente das empresas cai, pois as taxas de desconto passam a ser maiores. Tudo isso prejudica a Bolsa.

Publicidade

Mas o cenário está aos poucos mudando. Os dados de inflação mostraram uma desaceleração importante e já estamos com o acumulado em 12 meses próximo a 4%. Os dados de atividade também mostram alta do desemprego e desaceleração da demanda. Tudo isso corrobora um cenário de desaquecimento da economia e trajetória de preços rumo a meta de inflação.

O próprio Comitê de política monetária já mostrou em suas projeções que se a taxa Selic permanecer em 13,75% ao longo dos meses, teríamos uma inflação abaixo da meta. Ou seja, temos espaço para um ciclo de queda nas taxas.

O tamanho do espaço e quando seria seu inicio ainda são pautas de debates calorosos entre os economistas. Mas a direção é praticamente unânime: para baixo.

As ações foram muito prejudicadas pelo juro alto. Estamos em múltiplos baixíssimos para o nosso padrão histórico. Além disso, ficamos muito tempo neste patamar deprimido e nunca demoramos tanto para nos recuperar de uma crise.

Publicidade

Os investidores de Bolsa estão com medo e foram afugentados de ativos de risco, correndo para a renda fixa de taxa alta. Mas agora precisamos reconhecer o inicio de mudança do cenário e voltar a alocar em ações.

O próprio mercado já está começando a considerar a mudança de trajetória dos juros e a bolsa já vem tendo altas expressivas nas últimas semanas. Claro que estamos no início do movimento.

E é importante pontuar também que a bolsa não é tendencial como a renda fixa. Os movimentos acontecem rápidos e de forma não linear. Por isso, não adianta ficar tentando acertar o melhor momento de entrar.

Ou você aceitar correr o risco e entra. Ou quando subir você não participará da alta.

Publicidade

Temos empresas que caíram cerca de 80% durante o ciclo de alta. Para que essas empresas retornem ao mesmo patamar anterior elas teriam que subir 400%. Imagina só entrar em uma ação e ter ganhos de quatro vezes o valor colocado?

Claro que não é toda empresa que caiu 80% que vai se recuperar. Mas temos casos de empresas sólidas, com retornos crescentes, que certamente têm um enorme potencial.

Estamos naqueles raros momentos onde os preços estão deprimidos e a perspectiva é de melhora. Aqueles momentos onde, daqui a alguns anos vamos olhar para trás e pensar: eu queria ter entrado na bolsa nesses patamares de preços.

Claro que entrar na bolsa a preços baixos sempre é difícil. Envolve consciência dos riscos, paciência com o mercado, e aceitar correr o risco que ninguém quer correr.

Publicidade

A consequência é obter uma rentabilidade que ninguém vai obter. É para poucos.

Enquanto está todo mundo fugindo de risco e indo para a renda fixa no finalzinho de um ciclo de alta, você está indo para onde?

Fuja da manada!

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crise
  • Inflação
  • Renda fixa
  • Selic
  • Taxa de juros
  • Taxa Selic

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

  • 2

    Bilionários da tecnologia mantêm seus filhos longe das telas que os enriqueceram

  • 3

    Fundos do Itaú têm 64% de debêntures da Raízen e AZ Quest, 50% do GPA

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda em meio à escalada do conflito no Irã e ao salto do petróleo

  • 5

    Banco do Brasil reforça consultoria e agências: 'Cliente quer contato humano'

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marilia Fontes em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: prêmio de R$ 35 milhões pode acumular?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: prêmio de R$ 35 milhões pode acumular?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Últimas: Colunas
O Imposto de Renda que revela seu patrimônio
Samir Choaib
O Imposto de Renda que revela seu patrimônio

Enquanto em muitos países se declara apenas a renda, o contribuinte brasileiro precisa atualizar anualmente um verdadeiro inventário perante o Estado

14/03/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
O mercado financeiro ainda não conversa com metade do país — as mulheres
Eduardo Mira
O mercado financeiro ainda não conversa com metade do país — as mulheres

A principal ameaça financeira para muitas mulheres não está no risco de investir — mas em permanecer fora do mercado de capitais

13/03/2026 | 14h25 | Por Eduardo Mira
OPINIÃO. Classe média no Brasil vive como rica e se aposenta como pobre
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Classe média no Brasil vive como rica e se aposenta como pobre

“Ah, eu ganho pouco, não dá para poupar”. Se todos os brasileiros ganhassem o dobro, também dobrariam os gastos. Poupar não é sobre salário, é sobre disciplina

12/03/2026 | 13h51 | Por Fabrizio Gueratto
Qual empresa da Bolsa paga o maior salário ao CEO? Líder do ranking recebe R$ 81,7 milhões
Einar Rivero
Qual empresa da Bolsa paga o maior salário ao CEO? Líder do ranking recebe R$ 81,7 milhões

Levantamento com 79 companhias com base em formulários de referências na CVM aponta que elas investiram R$ 1,35 bilhão com remuneração dos principais executivos

11/03/2026 | 16h46 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador