• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Quão baixa a Selic pode chegar? Uma análise do mercado financeiro

Embora pareça um enigma para os mortais, o mercado já tem suas apostas

Por Marilia Fontes

29/08/2023 | 15:13 Atualização: 29/08/2023 | 15:13

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato)
(Foto: Envato)

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) começamos o nosso ciclo de queda nas taxas básicas de juros. No entanto, a grande questão que paira no ar é: até onde a Selic pode realmente cair?

Leia mais:
  • “Atividade econômica forte pode atrapalhar queda da Selic”, diz Marilia Fontes
  • “A Selic vai cair no próximo Copom”, diz Marília Fontes
  • A Bolsa de valores já deu o primeiro sinal de retomada?
Cotações
09/04/2026 11h53 (delay 15min)
Câmbio
09/04/2026 11h53 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Embora pareça um enigma para os mortais, o mercado já tem suas apostas. A curva de juros futura nos dá uma pista, indicando as expectativas mensais da Selic e daí podemos derivar exatamente o que eles acreditam que vai acontecer em cada encontro do Copom.

Segundo projeções recentes, a Selic pode atingir um patamar de 9% ao ano no próximo ano. Isso se traduz em 0,72% ao mês, uma queda considerável em comparação com os atuais 1% mensais.

Publicidade

Os rentistas adoram essa faixa psicológica dos 1% ao mês, e a queda do retorno da renda fixa pode agitar os fluxos de mercado, desviando investimentos da renda fixa para o mercado de ações.

No entanto, nem tudo são flores. Há preocupações no horizonte, principalmente com os recentes dados da inflação americana, que a princípio mostraram uma queda significativa.

Mas, ao analisar mais profundamente, percebemos que enquanto a inflação de bens cai, a de serviços, especialmente aluguéis, permanece alta.

Vimos nos dois últimos números uma queda de 8% nas tarifas aéreas, que ajudaram muito o índice cheio. Mas, alguns especialistas acreditam que os próximos números podem surpreender negativamente, uma vez que esse efeito terá acabado, indicando o fim da desinflação de bens.

Publicidade

Além disso, a pressão salarial em um mercado de trabalho apertado é uma preocupação crescente. Caso a inflação reaqueça, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) americano pode manter as taxas de juros por mais tempo, contrariando as expectativas do mercado.

Outro ponto de atenção é a situação fiscal dos EUA, com um déficit primário de cerca de 6% do PIB e uma dívida pública crescente, ultrapassando 100% do PIB. A possibilidade de uma crise de crédito nos EUA não pode ser descartada, caso as taxas de juros fiquem altas por muito tempo.

Juros altos nos EUA podem influenciar a nossa Selic. Atualmente, há um diferencial de quase 8% entre a Selic e a taxa atual do Fed. Se a Selic cair para 9%, esse diferencial diminuiria para 3,70%. Isso poderia tornar os investimentos brasileiros menos atraentes, potencialmente desvalorizando o dólar.

Ou seja, o nosso ciclo de queda com Selic terminando em 9% ou até abaixo, depende muito de um início do ciclo que queda nas taxas de juros americanas ao longo do próximo ano.

Publicidade

Caso isso não aconteça, teremos que parar de cair muito antes! O que será um enorme problema, dado que teremos no Banco Central em 2025 uma nova gestão, com a provável entrada de Galípolo na Presidência do Banco Central.

Ele será o indicado do novo governo, que vem sendo bem vocal na imprensa com críticas aos juros altos brasileiros e a atuação conservadora do Roberto Campos.

Até o final desse ano, o jogo do BC é apenas interno, seguirá a desinflação interna e as expectativas de inflação. Mas a partir do ano que vem, o jogo fica muito mais difícil, com juro americano entrando no jogo, e nova gestão pressionando por mais cortes.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Aéreas
  • Banco Central
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Federal Reserve System (Fed)
  • Inflação
  • Juros
  • Selic

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje

  • 2

    Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em quase dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?

  • 3

    32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

  • 4

    Ibovespa acompanha euforia global com cessar-fogo e renova recorde histórico

  • 5

    Petróleo despenca 16% com trégua — Petrobras cai mais de 4%

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marilia Fontes em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as inconsistências em convênios médicos na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as inconsistências em convênios médicos na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as deduções indevidas ou sem comprovantes na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as deduções indevidas ou sem comprovantes na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Logo E-Investidor
Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Imagem principal sobre o Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Logo E-Investidor
Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Imagem principal sobre o Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Logo E-Investidor
Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: não realizei o saque por seis meses, posso perder o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: não realizei o saque por seis meses, posso perder o benefício?
Últimas: Colunas
Balanço das empresas da B3 em 2025: lucro cresce, mas concentração e eficiência dividem o diagnóstico
Einar Rivero
Balanço das empresas da B3 em 2025: lucro cresce, mas concentração e eficiência dividem o diagnóstico

Resultado das empresas revela um cenário de crescimento relevante, mas com qualidade desigual

08/04/2026 | 13h38 | Por Einar Rivero
Bilhões de dólares em jogo: setor digital vira refém de impasse em Brasília
Erich Decat
Bilhões de dólares em jogo: setor digital vira refém de impasse em Brasília

Disputa entre Palácio do Planalto e cúpula do Senado começa a produzir efeitos concretos sobre a capacidade do Brasil de atrair investimentos em tecnologia

06/04/2026 | 14h00 | Por Erich Decat
Páscoa: renovar a vida também passa pelo dinheiro
Ana Paula Hornos
Páscoa: renovar a vida também passa pelo dinheiro

Mudar de vida é um desejo comum, mudar a forma de lidar com o dinheiro, nem sempre

04/04/2026 | 06h00 | Por Ana Paula Hornos
Os diversos tipos de capital para a bioeconomia na Amazônia
Fernanda Camargo
Os diversos tipos de capital para a bioeconomia na Amazônia

Não basta dinheiro, negócios sustentáveis dependem de lideranças locais, formação de equipes, capacidade de gestão, sucessão, governança e execução

03/04/2026 | 08h00 | Por Fernanda Camargo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador