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Onde os milionários investem seu dinheiro

Há 3.512 fundos de investimentos exclusivos no Brasil e o de maior patrimônio tem cerca de R$ 5 bi

Por Rafael Paschoarelli

20/05/2022 | 7:28 Atualização: 20/05/2022 | 7:28

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O fundo de investimentos exclusivo com maior patrimônio tem cerca de R$ 5 bilhões. Foto: Envato Elements.
O fundo de investimentos exclusivo com maior patrimônio tem cerca de R$ 5 bilhões. Foto: Envato Elements.

O Brasil tem mais de 23 mil fundos de investimento nos quais alguns trilhões de reais estão investidos. Destes 23 mil fundos, cerca de 3.500 (3.512 para ser mais exato) são exclusivos, em que o cotista único do fundo é uma pessoa física. A soma do patrimônio destes fundos é de R$ 209 bilhões.

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Não dá para dizer que apenas 3.500 brasileiros possuem R$ 209 bilhões pelo fato de que uma pessoa física endinheirada pode ter mais de um fundo exclusivo. Desta forma, pode-se dizer que menos de 3.500 brasileiros possuem R$ 209 bilhões apenas em fundos exclusivos, sem contar suas aplicações financeiras diretas em ativos.

Existe uma variabilidade muito grande entre os patrimônios destes fundos. O fundo com maior patrimônio tem cerca de R$ 5 bilhões (isso mesmo, tem pessoa física que em apenas um fundo tem R$ 5 bilhões) e, destes 3.500 fundos, mais de 3.000 ostentam patrimônio acima de R$ 10 milhões.

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O próximo passo neste exercício de curiosidade é verificar onde esta montanha de dinheiro está investida. Vou responder esta pergunta por partes. Em primeiro lugar, fiz uma quebra por classes de ativos investidos. As principais classes de ativos investidos são:

Classe dos ativos investidos pelos Fundos Exclusivos (alocações diretas):

Classe do Ativo Soma do valor alocado (R$ Bilhões)
Cotas de Fundos 151,97
Ações 18,15
Títulos Públicos 14,03
Investimento no Exterior 10,57
Debênture simples 3,48
Certificado/recibo de depósito de valores mobiliários 3,12
Depósitos a prazo e outros títulos de IF 2,72
Valores a receber 2,41
Operações Compromissadas 2,11
Valores a pagar 1,56
Compras a termo a receber 1,02

Pela tabela, o milionário típico aloca mais em ações que em títulos públicos. Será mesmo?

Na verdade, não é bem assim. Notem a grande participação de investimentos em outros fundos. Isto é, o fundo exclusivo do milionário pessoa física compra outros fundos de mercado.

Com isso, não dá para dizer que os fundos dos milionários aplicam apenas R$ 18,15 bi em ações ou que aplicam apenas R$ 14,03 bi em títulos públicos. Estes fundos dos milionários aplicam R$ 18,15 bi em ações diretamente, R$ 14,03 bi em títulos públicos diretamente e assim por diante.

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Precisamos entender como os R$ 151,97 bilhões investidos em fundos estão divididos entre os ativos finais e depois juntar com as alocações diretas. Só depois disso poderemos ter uma visão mais clara de como os milionários aplicam seu “suado dinheirinho”.

Classe dos ativos investidos pelos Fundos Exclusivos (alocações diretas e indiretas)

Classe do Ativo Soma do valor alocado (R$ bilhões)
Títulos Públicos 70,13
Ações 52,93
Cotas de Fundos 31,05
Investimento no Exterior 30,98
Operações Compromissadas 21,59
Outras operações passivas e exigibilidades 15,22
Debênture simples 9,38
Depósitos a prazo e outros títulos de IF 6,79
Certificado/recibo de depósito de valores mobiliários 5,66
Ações e outros TVM cedidos em empréstimo 4,83
Valores a receber 4,06

É bem interessante notar que as alocações em títulos públicos estão em um incontestável primeiro lugar, R$ 18 bilhões à frente do segundo lugar, que são as ações brasileiras. Isto é um forte indício que o típico milionário brasileiro faz suas alocações não pensando em multiplicar o patrimônio, algo  corriqueiro entre os não milionários.

Outro fato interessante é a grande alocação em ativos no exterior. Ainda que não esteja explícito na tabela acima, a alocação no exterior vem crescendo já há algum tempo.

Por último, mas não menos importante, o leitor pode estar pensando por que na segunda tabela ainda existe uma linha de fundos, dado que ela foi obtida ao quebrar por categorias a composição dos fundos presentes na tabela. A resposta é simples: algumas classes de fundos como os FIDCs não possuem suas carteiras abertas na CVM.

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Na minha próxima coluna volto com este assunto explorando outros aspectos das carteiras dos milionários.

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