• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Estratégia tarifária de Trump coloca EUA no centro da turbulência econômica

Medidas protecionistas abalam relações comerciais, elevam custos internos e favorecem concorrência internacional.

Por Thiago de Aragão

12/03/2025 | 16:27 Atualização: 12/03/2025 | 16:27

Receba esta Coluna no seu e-mail
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Imagem: Isac Nóbrega/PR/Agência Brasil)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Imagem: Isac Nóbrega/PR/Agência Brasil)

Desde que o presidente Donald Trump iniciou seu segundo mandato em janeiro de 2025, os mercados financeiros globais têm sido abalados por políticas comerciais agressivas, especialmente tarifas elevadas impostas a parceiros econômicos estratégicos como Canadá, México e China. Essas medidas desestabilizaram relações comerciais de longa data, provocaram retaliações e aumentaram a apreensão dos investidores.

Leia mais:
  • Uma aposta geopolítica: como a reaproximação entre EUA e Rússia fortalece a China e enfraquece a UE
  • Contra-ataque: a resposta da China às novas tarifas de Trump
  • O avanço da DeepSeek: um momento Sputnik para a China ou um alerta para as big techs?
Cotações
25/03/2026 16h34 (delay 15min)
Câmbio
25/03/2026 16h34 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A reação imediata do mercado foi intensa. O índice S&P 500 registrou uma queda significativa de 2,7% recentemente, enquanto o Nasdaq-100 recuou 4%, representando algumas das maiores perdas diárias recentes. Esses declínios estão diretamente ligados a preocupações crescentes sobre uma possível recessão nos EUA e ao impacto inflacionário gerado pelas tarifas.

  • Leia mais: Tarifas de Trump derrubam bolsas de NY. Até quando vai o estresse dos investidores?

As implicações econômicas mais amplas também são preocupantes. A estratégia tarifária agressiva resultou em custos mais altos para consumidores e empresas americanas, uma vez que exportadores estrangeiros frequentemente repassam os custos adicionais. Esse aumento de preços afetou o sentimento do consumidor e gerou temores de desaceleração econômica.

Nesse cenário de incerteza, a China emergiu como uma grande beneficiária. O país aproveitou o foco isolacionista dos EUA para fortalecer sua posição nos mercados globais. Seu domínio nos setores de energia verde—como produção de baterias, veículos elétricos, módulos solares e turbinas eólicas—solidificou seu papel de liderança nessas indústrias. Apenas em 2024, a China exportou cerca de US$ 340 bilhões em produtos de tecnologia sustentável, reforçando seu compromisso com a inovação e a transição energética global.

Publicidade

A volatilidade financeira observada desde a posse de Trump pode ser amplamente atribuída às políticas tarifárias de sua administração, que desestruturaram redes comerciais tradicionais e semearam incerteza econômica. Enquanto isso, a China soube explorar esse ambiente, ampliando sua influência e consolidando-se como um dos principais atores da nova ordem global.

Recentemente, o presidente Trump reconheceu que os EUA estão passando por um “período de transição” devido a ajustes econômicos, mas não descartou a possibilidade de uma recessão. Especialistas, como os economistas da Goldman Sachs, reduziram a previsão de crescimento do PIB para 1,7%, citando políticas comerciais adversas como fator contribuinte.

  • OPINIÃO. Por que Trump pode acelerar uma recessão global?

Os desdobramentos das políticas comerciais de Trump revelam um padrão claro: enquanto os Estados Unidos endurecem suas relações comerciais e lidam com volatilidade nos mercados, outros países, especialmente a China, encontram brechas para expandir sua influência global. O risco de recessão não é apenas uma preocupação passageira, mas um reflexo estrutural das mudanças na ordem econômica mundial. O protecionismo pode fortalecer setores estratégicos no curto prazo, mas, no longo prazo, pode isolar a economia americana e acelerar a ascensão de novos líderes globais. Se essa tendência se consolidar, os Estados Unidos podem enfrentar não apenas um desafio econômico interno, mas também uma transformação geopolítica que redefine seu papel no mundo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • China
  • Donald Trump
  • Estados Unidos
  • tarifas

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje sobe mais de 3% e salta quase 6 mil pontos após Trump pausar ataques ao Irã; dólar cai a R$ 5,24

  • 2

    Conflito de interesses impulsiona migração da assessoria para consultoria. O fee fixo é para todo mundo?

  • 3

    Nubank vai pagar até R$ 6 mil de cashback para clientes que transferirem investimentos para o banco

  • 4

    Petróleo caro vai além da Petrobras: veja empresas que podem ganhar ou perder na Bolsa

  • 5

    Imposto de Renda 2026: veja regras, prazos, tabela atualizada e quem deve declarar

Publicidade

Quer ler as Colunas de Thiago de Aragão em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Imagem principal sobre o Aposentados e pensionistas INSS: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Logo E-Investidor
Aposentados e pensionistas INSS: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (25)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (25)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 12 contribuintes obrigados a declarar neste ano
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 12 contribuintes obrigados a declarar neste ano
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (25)?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (25)?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: qual é o prazo para resgatar o prêmio?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: qual é o prazo para resgatar o prêmio?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (24)?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (24)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (24)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (24)?
Últimas: Colunas
Ormuz expõe fragilidade do Brasil: guerra no Irã vai além do petróleo e ameaça fertilizantes, agro e juros
Thiago de Aragão
Ormuz expõe fragilidade do Brasil: guerra no Irã vai além do petróleo e ameaça fertilizantes, agro e juros

Dependência de insumos do Golfo, pressão sobre o agro e dilema da Petrobras ampliam risco inflacionário e travam decisões do Banco Central

25/03/2026 | 16h18 | Por Thiago de Aragão
Guerra revive o choque de oferta e muda o mapa de risco global
Einar Rivero
Guerra revive o choque de oferta e muda o mapa de risco global

Alta do petróleo e tensões geopolíticas recolocam limites à oferta — um risco que a globalização havia amortecido e que agora volta a pressionar inflação, juros e mercados

25/03/2026 | 14h59 | Por Einar Rivero
O risco de crédito está em todo lugar — até onde você menos espera
Marilia Fontes
O risco de crédito está em todo lugar — até onde você menos espera

Mesmo títulos públicos, CDBs e papéis com garantia do FGC carregam risco de crédito — e ignorá-lo pode custar caro

24/03/2026 | 16h55 | Por Marilia Fontes
6 ações com dividendos crescentes há 5 anos e o padrão que só o investidor jacaré enxerga. O que elas têm em comum?
Katherine Rivas
6 ações com dividendos crescentes há 5 anos e o padrão que só o investidor jacaré enxerga. O que elas têm em comum?

Levantamento prova que dividendos crescentes não são fruto da sorte, mas resultado de um modelo de negócios bem estruturado, gestão de alta qualidade e uma cultura que trata o acionista como sócio

24/03/2026 | 14h01 | Por Katherine Rivas

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador