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Bitcoin e peso argentino: o que eles têm em comum e que você precisa saber

Há características que impedem o BTC e a divisa do país vizinho de serem consideradas moedas de troca estáveis

Por Vitor Miziara

19/03/2024 | 8:10 Atualização: 19/03/2024 | 14:58

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Bitcoin e Peso Argentino. Imagem: Adobe Stock
Bitcoin e Peso Argentino. Imagem: Adobe Stock

No mundo das finanças, os investidores buscam ativos que atendam a diversos critérios para desempenhar diferentes funções, como para reserva de emergência, meio de troca, unidade de conta e reserva de valor. Uma moeda estável deve ser capaz de desempenhar todas essas funções de forma eficiente e confiável. No entanto, quando se trata do bitcoin (BTC) e do peso argentino há desafios significativos que os impedem de serem considerados moedas de troca estáveis.

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Vamos explorar um desses desafios, que hoje funciona como ponto a força de um, mas como fraqueza do outro – embora seja o mesmo motivo para desacreditar tanto no bitcoin como no peso como moedas de troca.

Temos dois efeitos contrários em relação às moedas, mas que causam o mesmo problema em ambas: a alta volatilidade.

  • Veja também: BTC bate recorde, mas não caiu nas graças do investidor, diz Mercado Bitcoin

Tanto a inflação quanto a deflação podem causar volatilidade no valor de uma moeda. A incerteza em torno do futuro da política monetária, as expectativas dos investidores e as condições econômicas globais podem levar a flutuações significativas nos preços delas.

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No caso do bitcoin, sua natureza deflacionária e a oferta limitada podem contribuir para a volatilidade de curto prazo, à medida que os investidores especulam sobre seu valor futuro e respondem a eventos e notícias relacionados ao mercado.

Já na Argentina, a emissão de moedas se tornou recorrente por conta da política monetária expansionista (com maior ênfase no último governo), como na impressão de dinheiro para financiar déficits governamentais ou estimular o crescimento econômico. A emissão excessiva pode levar a uma inflação descontrolada e à perda de valor da moeda.

Volatilidade de bitcoin e peso argentino

Imagine um vendedor que comercializa um produto ou um serviço cujo preço está travado em 1 bitcoin.

Enquanto no mercado o bitcoin sobe 57% no acumulado do ano, ele cai 7% nos últimos dias. Tal variação se mostra negativa tanto para o comprador do produto ou serviço do exemplo quanto para o vendedor, pois travar o preço na tão volátil criptomoeda pode inviabilizar a operação para um dos lados de acordo com a variação do preço.

O peso argentino segue a mesma lógica quando comparado seu valor com o dólar. Nos últimos seis meses, a moeda argentina desvalorizou 59% contra o dólar e só parou de cair por conta do novo “câmbio” estipulado pelo governo de Javier Milei.

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Dois pesos, duas medidas, um mesmo problema. É esse o resumo das duas “moedas”, se é que podemos considerar o bitcoin virando uma e o peso deixando de sê-la. A volatilidade excessiva que ambas enfrentam as torna menos adequadas como moeda de troca estável.

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Para os investidores que valorizam a estabilidade e a previsibilidade em seus investimentos, é importante considerar os riscos associados a essas opções e procurar alternativas mais sólidas. Por isso, por enquanto, o bitcoin ainda serve apenas como um ativo especulativo, não considerado moeda de troca ou reserva de valor.

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