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Colunista

O que três professores descobriram ao dissecar as estratégias de Warren Buffett

Estudo desmonta mitos do mercado e mostra que até estratégias consagradas têm riscos e limitações

Por William Eid

14/08/2025 | 15:08 Atualização: 15/08/2025 | 10:04

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Cuidado com as crenças. Elas não são o melhor conselheiro para investimentos (Foto: Adobe Stock)
Cuidado com as crenças. Elas não são o melhor conselheiro para investimentos (Foto: Adobe Stock)

Há muitas crenças no mundo dos investimentos. A primeira diz respeito ao Warren Buffett, o maior investidor de todos os tempos. Todos tentam reproduzir sua estratégia, que no fundo é simples: investir em coisas sólidas, que você conhece e acredita que estão subavaliadas pelo mercado. Mas não é tão simples assim. Três pesquisadores* dissecaram sua estratégia por mais de 40 anos e surpresa, há segredinhos.

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O primeiro e principal: Buffett usa o dinheiro das suas seguradoras a custo zero para investir em ações, isto é, alavanca as suas posições em 100% a custo zero. Se o S&P 500 deu 7% no ano, ele ganhou 14%.

Em segundo lugar, as empresas onde ele detém a gestão tem um rendimento inferior àquelas onde ele é só acionista.

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Interessante, mas parece que o toque de midas vem mais da alavancagem do que de qualquer outra coisa. Há também o chamado market timing. Isto é, a capacidade de antecipar o comportamento do mercado. Saber quando entrar e quando sair. Toque de midas. Isso existe? Infelizmente, os estudos acadêmicos dizem que não. E realmente não deve haver, afinal, como é que alguém acerta sempre ou quase sempre o comportamento do mercado, que depende de tantos e tão variados fatores? E no Brasil, mesmo pessoas consideradas como gênios durante muito tempo, de repente perdem a varinha mágica.

A terceira, relacionada à anterior diz que “gestores profissionais sempre batem o mercado”.

Na última simulação do Guia FGV de Fundos de Investimentos, num período de quase três anos, dos 335 fundos de ações, 181 não apresentaram um rendimento nem igual ao Ibovespa no período.

Se ainda considerarmos que uma parte substantiva dos que tiveram um rendimento superior ao Ibovespa aplicam em ações nos EUA, vemos que os gestores em geral não batem o mercado. Isso vem se repetindo no último quarto de século no Brasil.

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A quarta: “ativos seguros nunca perdem valor”.

Perdem sim, mesmo os tão incensados Treasury Bonds (títulos de dívida pública dos EUA) estão sujeitos à variação de valor, já que há uma dependência de taxas de juros. Quando as taxas recentemente subiram, o valor dos títulos caiu.

Além disso, também estão sujeitos a perdas inflacionárias, mudança de rating (nota de crédito). No início do atual governo Trump, as agências reduziram o rating de AAA para AA. E, finalmente, para investidores estrangeiros, há o risco cambial. Isso, de uma forma ou de outra, se aplica a todos os investimentos.

Diamantes? Em Henan, na China, estão produzindo diamantes artificiais, agora de tamanho para joias, em grande quantidade. O que está colocando em risco a indústria tradicional e o preço dos diamantes naturais. Não há porto totalmente seguro.

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A quinta: “imóveis são sempre seguros”.

Esse é o destino preferido por boa parte dos investidores brasileiros. Um tijolo, como se diz. Mas imóveis, como investimento, têm inúmeros riscos. O primeiro é o de vacância, isto é, ausência de inquilino. Há o risco de obsolescência quando um imóvel não é mais compatível com as novas tecnologias. Vemos isso em prédios comerciais, onde a norma hoje é conectividade, e em residenciais mais antigos, que tem uma carga elétrica incompatível com todos os eletrodomésticos atuais.

Há risco de localização: o entorno pode se degradar, seja por excesso de trânsito, seja pela chegada de vizinhos indesejáveis. Há riscos regulatórios, com alteração do uso do imóvel – o caso recente do Airbnb ilustra bem isso. Enfim, não é também um porto absolutamente seguro.

A sexta e última: o mercado de ações sempre sobe no longo prazo e ganha de outros investimentos.

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Também não é verdade. Em primeiro lugar temos as crises, sempre presentes e que levam os preços das ações a níveis baixos. Temos, no Brasil, a questão da renda fixa com rendimento elevado, superando o rendimento das ações. E temos também ciclos longos sem crescimento por conta do ambiente macroeconômico, como a década de 80 com a hiperinflação.

Mas também temos o desaparecimento de grandes empresas como Varig, Vasp e Aracruz que trazem prejuízos aos investimentos, e também as fraudes, como a das Americanas (AMER3). Por último há uma grande dependência do mercado de commodities na B3, que faz com que as ações sigam ciclos globais de preços.

Cuidado com as crenças. Elas não são o melhor conselheiro para investimentos.

*Buffett’s Alpha”, de Andrea Frazzini, David Kabiller e Lasse Heje Pedersen, publicado em Financial Analysts Journal.

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