• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

O que o podcast ‘A Casa Abandonada’ ensina sobre divisão de herança

Além de causar mal estar às famílias, litígio desvaloriza bens e é prejudicial para rentabilidade

Por Estadão Conteúdo

29/07/2022 | 10:46 Atualização: 29/07/2022 | 17:07

Processo de inventário pode, inclusive, ser evitado com o planejamento sucessório, diz especialista. (Foto: Reprodução/Pixabay.)
Processo de inventário pode, inclusive, ser evitado com o planejamento sucessório, diz especialista. (Foto: Reprodução/Pixabay.)

(Natália Coelho, especial para o E-Investidor) – A herança de uma pessoa é a soma de todo o patrimônio conquistado ao longo da vida, como investimentos, imóveis, empresas, bens e até dívidas que ela deixa ao falecer. Apesar do momento de luto, a divisão dos bens pode englobar desavenças e desacordos entre os herdeiros.

Leia mais:
  • 5 estratégias para evitar briga na família por causa de herança; confira
  • Por que a Nuconta, do Nubank, vai render como a poupança?
  • Estes são os títulos com rentabilidade acima do Tesouro Direto
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Esse conflito sobre o levantamento de acervo patrimonial, chamado de inventário, é considerado um litígio familiar, um processo prejudicial não só para o relacionamento da família, mas também para os bens. Existem estratégias, porém, que podem evitar briga na família por causa de herança; veja quais são elas

A palavra inventário pode soar familiar para os ouvintes do podcast da “Mulher da Casa Abandonada”, do jornalista Chico Felitti. A tão mencionada “casa” sofreu as consequência do litígio causado pela divisão da herança para a ‘protagonista’ Margarida Bonetti e suas irmãs.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Sem conseguir definir o destino da casa, o inventário da herança ficou em processo judicial durante anos, o que deteriorou a propriedade e deu à famosa casa do bairro Higienópolis, em São Paulo, o triste título de “abandonada”.

Segundo Angélica Mota, presidente da Comissão de Direito de Família da OAB-CE, diferente da divisão extrajudicial, quando há um consenso entre os herdeiros e o inventário é realizado diretamente no cartório, a divisão com litígio precisa ser levada a julgamento.

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que, em 2021, foram ajuizados mais de 280 mil casos relacionados a litígios de inventário e partilha de bens. O número, apesar de inferior a 2020, é 15% maior do que o registrado em 2019 e 156% maior que o de 2018.

“Geralmente, os litígios estão relacionados com o percentual de cada membro da família. Sempre há duvidas, como a união estável do falecido e alguma doação acertada em vida, por exemplo”, destaca a advogada, em entrevista ao E-Investidor. Em boa parte dos casos, esses problemas acontecem quando não há um planejamento financeiro feito pelo falecido em vida, como o uso de um testamento.

Publicidade

Segundo a advogada Vanessa Scuro, sócia do Dias Carneiro Advogados e especialista em Direito de Família e de Sucessões, quando ocorre litígio e o caso precisa ir para julgamento, os herdeiros não costumam agir como normalmente.

“Logo no pós-óbito, existe quase uma infantilização das pessoas. Elas começam a lembrar de traumas passados e vira algo pessoal. O problema é que não há mais o principal mediador, que seria o dono do patrimônio”. O planejamento, portanto, é uma forma de evitar esse momento de desavença e disputa.

Mesmo com a existência do testamento ou outra organização financeira feita em vida, há algumas regras que devem ser respeitadas, independente do desejo do falecido.

Segundo Mota, da OAB-CE, 50% de todo o inventário deve, necessariamente, ser destinado aos herdeiros necessários, compostos pelo cônjuge ou companheiro, ascendentes e descendentes.

Publicidade

A herança deverá ser dividida igualmente ao cônjuge e, primeiramente, aos descendentes – ao filho ou neto, se não houver filhos. Caso não haja descendentes, aos ascendentes – pais ou avós, se não houver pais.

A divisão é especificada pelo Código Civil de 2002 e varia de acordo com cada caso específico. O código trata de regras particulares para cada caso, mas ainda sim, cada situação familiar é específica.

Se o cônjuge também for pai, mãe, avô ou avó dos descendentes do falecido, deve receber pelo menos 25% da herança. E mais: se não houver presença de nenhum desses herdeiros necessários, a divisão será para os parentes colaterais, na ordem de irmãos, sobrinhos, tios e primos de até 4º grau.

O caso vai a julgamento. E agora?

Primeiramente, uma pessoa da família é indicada para ser o inventariante, o responsável por administrar o espólio (nesse caso, a herança) e por apresentar junto ao juiz as declarações em relação ao patrimônio.

Há uma ordem de preferência para a escolha do representante, que começa a partir do companheiro e segue a partir de outros herdeiros.

Publicidade

Entretanto, a ordem não é taxativa, ou seja, pode existir outras pessoas aptas a serem inventariantes que não estão dispostas no artigo. A decisão  ainda admite contestação por parte de outros herdeiros. Segundo Mota, dependendo do litígio, o problema pode seguir inclusive nessa decisão, quando um herdeiro vai contra à escolha da pessoa.

Depois da definição do responsável, e do recebimento das manifestações dos herdeiros, o inventariante  poderá corrigir alguma informação ou requerer outra questão necessária. Somente após todas essas etapas é que o juiz poderá julgar. O julgamento, porém, pode levar anos a depender do litígio e das pendências processuais.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • dívidas
  • Empresas
  • herança
  • Investimentos
Cotações
29/04/2026 0h15 (delay 15min)
Câmbio
29/04/2026 0h15 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    IPCA acima da meta muda rota da Selic e mercado prevê corte menor pelo Copom

  • 2

    Ibovespa hoje fecha abaixo de 190 mil pontos com tensão EUA-Irã, Focus e Super Quarta no radar; dólar cai

  • 3

    Pedidos e entregas da Embraer (EMBJ3) no 1º trimestre agradam analistas, que enxergam “robustez” da companhia

  • 4

    Ibovespa hoje recua com IPCA-15 e dólar tem leve alta na véspera da Superquarta

  • 5

    Dow Jones hoje fecha em queda em meio ao avanço do petróleo e expectativa pela decisão sobre juros

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o O salário não caiu 5° dia útil? Veja como resolver o atraso
Logo E-Investidor
O salário não caiu 5° dia útil? Veja como resolver o atraso
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para trocar de investimento pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para trocar de investimento pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Idosos conseguem participar de cursos educativos gratuitamente? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos conseguem participar de cursos educativos gratuitamente? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para alunos investirem no Tesouro Selic e fazer o dinheiro render
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para alunos investirem no Tesouro Selic e fazer o dinheiro render
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: 2 meios acessíveis para alunos investirem o dinheiro do incentivo
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: 2 meios acessíveis para alunos investirem o dinheiro do incentivo
Imagem principal sobre o Passaporte EUA: quanto custa a emissão do 1º documento para assistir à Copa do Mundo 2026?
Logo E-Investidor
Passaporte EUA: quanto custa a emissão do 1º documento para assistir à Copa do Mundo 2026?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: alunos podem movimentar o dinheiro em lotéricas?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: alunos podem movimentar o dinheiro em lotéricas?
Imagem principal sobre o Starlink mini para viagem: veja quanto tempo dura o período de teste do plano
Logo E-Investidor
Starlink mini para viagem: veja quanto tempo dura o período de teste do plano
Últimas: Comportamento
Buffett devia só US$ 7 em impostos aos 14 anos — veja sua 1ª declaração
Comportamento
Buffett devia só US$ 7 em impostos aos 14 anos — veja sua 1ª declaração

Aos 14, Buffett declarou seus primeiros ganhos; décadas depois, bateu recorde com o maior pagamento já feito ao governo dos EUA até então

25/04/2026 | 07h45 | Por Sydney Lake, da Fortune
Dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos: viajar agora ou esperar? Veja se vale a pena comprar
Comportamento
Dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos: viajar agora ou esperar? Veja se vale a pena comprar

Moeda mais fraca reflete fluxo global e favorece emergentes, mas cenário ainda é volátil; estratégia, e não timing, guia decisão

25/04/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
O novo luxo: como itens raros, de guitarras a vinhos, viraram símbolo de status entre bilionários
Comportamento
O novo luxo: como itens raros, de guitarras a vinhos, viraram símbolo de status entre bilionários

Escassez, história e exclusividade impulsionam a valorização de itens únicos, enquanto o luxo tradicional perde espaço entre os mais ricos

24/04/2026 | 19h59 | Por Phil Wahba, da Fortune
Bolsa em alta recorde perde 112 mil investidores; Benchimol, da XP, culpa as contas públicas
Comportamento
Bolsa em alta recorde perde 112 mil investidores; Benchimol, da XP, culpa as contas públicas

Em entrevista ao E-Investidor, executivo afirma que ambiente doméstico tem avançado lentamente e destaca o plano de crescimento da corretora

24/04/2026 | 09h26 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador