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Comportamento

Entenda por que o euro deve continuar em queda frente ao dólar

Os fatores econômicos são exacerbados pelo medo dos efeitos colaterais da invasão da Ucrânia pela Rússia

Por E-Investidor

19/05/2022 | 17:34 Atualização: 19/05/2022 | 18:46

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

(Marcus Ashworth, Bloomberg) – O euro não ficava barato assim em relação ao dólar há quase duas décadas, mas a cotação pode cair ainda mais. O risco financeiro de o gás e petróleo russos serem de repente cortados, muito provavelmente afundando o continente europeu em uma recessão significativa, também é imprevisível para que os investidores apostem de forma segura em uma recuperação tão cedo.

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A boa notícia, porém, é que desta vez é realmente diferente. Quando o euro era negociado a menos de um dólar no início do século, isso era, em grande parte, devido a um risco existencial de que o novo projeto de moeda comum pudesse ir por água abaixo facilmente. Então, a crise do euro, dez anos depois, destacou diferenças fundamentais entre os países centrais e periféricos, enfatizando a união. Mas agora a zona do euro está enfrentando em conjunto uma ameaça externa e, embora a inflação importada nessa escala prejudique, é um problema coletivo. A possível solução também será.

De acordo com Kit Juckes, estrategista de câmbio do banco Société Générale, a moeda comum está desvalorizada em praticamente todas as métricas. Por exemplo, ele chama atenção para a medida de paridade de poder de compra do Fundo Monetário Internacional (FMI), que estima o valor justo em US$ 1,45 por euro, bem distante do valor atual de mercado de cerca de US$ 1,04. E, para encarnar John Maynard Keynes, as moedas podem ficar irracionalmente mais caras ou baratas durante longos períodos além da solvência da maioria dos investidores.

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Existem três razões básicas pelas quais o dólar está tão forte atualmente – além de seu status de moeda de reserva mundial – e, por consequência, para o restante das moedas do mundo, mas sobretudo o euro, estarem tão fracas. Primeiro, a proximidade da guerra na Ucrânia com a zona do euro. Em segundo lugar, as expectativas de crescimento relativo: uma economia americana aquecida se recuperou da pandemia de forma muito mais veloz e deve crescer mais rápido que a zona do euro.

Por último, existem diferenças relativas nas taxas de juros, com o Federal Reserve (Fed) fora dos padrões mais rápido com 75 pontos-base de aumentos (de uma base mais alta) já e tomando a dianteira ao indicar aumentos futuros. O Banco Central Europeu ainda está hesitando se deve finalmente aumentar sua taxa de juros de depósito de 50 pontos-base negativos antes das férias de verão; também ainda está comprando títulos, aumentando seu vasto caldeirão de flexibilização quantitativa.

Os fatores econômicos são exacerbados pelo medo dos efeitos colaterais da invasão da Ucrânia pela Rússia. O iene japonês e o franco suíço, muitas vezes vistos como refúgios durante tempos turbulentos, também estão muito baratos em relação ao dólar, mas é a libra esterlina à qual o euro está em grande parte estreitamente acorrentado.

A recente retração da libra, desencadeada pela previsão do Bank of England de uma possível recessão no Reino Unido no próximo ano, comprova que a libra estava cada vez mais fraca em relação ao dólar em um ritmo semelhante ao da moeda comum europeia. Se a libra cair acentuadamente outra vez para abaixo do nível de US$ 1,20, é difícil não a ver puxando o euro com ela. Da mesma forma, se o fornecimento de energia russo for encerrado sem aviso prévio, o euro talvez caia depressa para abaixo da paridade por iniciativa própria.

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Isso não significa que, quando essa situação for resolvida, o euro continuará desvalorizado de forma permanente; sua média em cinco anos de US$ 1,15 é provavelmente onde está o valor justo. Um curto período de negociação abaixo da paridade não prejudicará demais a economia, e seu setor de exportação se beneficiaria a não ser que a demanda global colapsasse. Durante a pandemia, a impressionante coordenação do estímulo fiscal da UE com os esforços monetários do BCE ofereceu uma promessa realista de que todos os formuladores de políticas trabalharão juntos para neutralizar os prejuízos econômicos.

A onipotência do dólar não pode durar para sempre, embora o fraco desempenho das cédulas verdinhas provavelmente não seja visto novamente até que o Fed tenha dado um jeito na maior parte do mercado de trabalho americano – com taxas cada vez mais altas levando à destruição da demanda. Até que as perspectivas mundiais mudem, o euro está em uma situação difícil, mas deverá se recuperar por completo, ainda que um pouco machucado.

Disclaimer

Esta coluna não reflete necessariamente a opinião do conselho editorial ou da Bloomberg LP e de seus proprietários. Marcus Ashworth é colunista da Bloomberg Opinião e escreve sobre os mercados europeus. Anteriormente, foi estrategista-chefe de mercados da Heilong Securitizes em Londres.

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