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Comportamento

Geração Z prefere canais digitais para investir e aceita mais risco

Eles são os que mais ouvem os influenciadores digitais em suas redes sociais

Por Estadão Conteúdo

10/08/2022 | 15:01 Atualização: 11/08/2022 | 8:48

Levantamento da Anbima aponta que geração Z tem maior apetite ao risco em  investimentos. foto: Envato Elements
Levantamento da Anbima aponta que geração Z tem maior apetite ao risco em investimentos. foto: Envato Elements

Por Bruna Camargo – A Geração Z – jovens entre 16 e 25 anos – é a que mais recorre a canais digitais para entender melhor sobre os investimentos disponíveis no mercado e a que mais ouve os influenciadores digitais em suas redes sociais nessa busca por informação sobre o melhor produto.

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Quando decide investir, essa geração também é a mais tecnológica, usando preferencialmente aplicativos de instituições financeiras, e, ao escolher onde vai aplicar seu dinheiro, está mais aberta a produtos financeiros de maior risco, como criptomoedas e ações.

Os dados que mostram esse panorama são do Raio X do Investidor Brasileiro, pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) em parceria com o Datafolha, e que nesta quinta edição traz recortes também por geração.

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Marcelo Billi, superintendente de Comunicação, Certificação e Educação de Investidores da Anbima, avalia que o resultado mostra uma “mudança de comportamento clara entre as gerações”, com um processo de digitalização acelerada que tem uma forte adesão das gerações mais novas. “Os dados sobre o acesso a canais digitais da Geração Z mostram realmente um ponto de inflexão, com um número muito mais significativo do que as demais gerações aderindo aos canais digitais para buscar informações, decidir como e onde aplicar e implementar essa decisão”, afirma o executivo.

Busca por informações é via canais digitais

Os canais digitais – ou seja, aplicativos e sites de bancos e corretoras, portais de notícias, fóruns on-line e blogs – têm a preferência de 40% dos investidores da Geração Z, maior porcentual entre todos os grupos quando estimulados e apresentadas múltiplas respostas sobre qual o principal meio na busca por informações sobre investimentos. Os influenciadores digitais também são relevantes, com índice de 12%, proporção que chega a ser o dobro da média da população (6%).

Entre os chamados Millenials – pessoas entre 26 e 40 anos -, 32% têm preferência por canais digitais e 9% acompanham os influenciadores. Os números vão caindo conforme as gerações avançam: na Geração X – pessoas entre 41 e 60 anos – os números são respectivamente 22% e 3%, e entre os chamados Boomers – 61 a 75 anos -, são 13% e 2%. Nas respostas espontâneas e sobre canais específicos de mídia, YouTube (59%) e Instagram (52%) se destacam entre as preferências da Geração Z, ante uma média de 37% e 25%, respectivamente, quando observados os dados de todas as gerações que procuram informações sobre investimento.

A televisão é o meio favorito entre a Geração X (39%), os Boomers (46%) e as pessoas com mais de 76 anos (51%). Portais e sites são mais utilizados pela Geração Z (32%) e Millenials (30%), enquanto o WhatsApp e revistas ou jornais têm respectivas médias de 22% e 20% entre as gerações.

Preferência por aplicativos de banco

Quando questionados sobre o principal meio utilizado para fazer um aporte financeiro, o aplicativo do banco foi a resposta de 54% dos investidores da Geração Z, seguida pela preferência por ir pessoalmente ao banco (15%) e os aplicativos de corretoras de investimentos (11%).

Os investidores Millenials têm comportamento parecido, enquanto as outras gerações destoam, com a ida presencial ao banco liderando as respostas da Geração X (52%), dos Boomers (71%) e das pessoas com mais de 76 anos (81%).

Poupança segue como principal aplicação

A poupança ainda é o investimento mais utilizado pelos jovens da Geração Z (14%), mas o porcentual é bem menor quando comparado às outras gerações, como os Boomers (28%). Os olhares também estão atentos aos produtos financeiros mais novos, como as moedas digitais/criptomoedas (5%), e os de maior risco, como ações (3%). Na média, esses produtos são utilizados por 2% das pessoas.

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“Outro traço importante é o fato de os investidores mais jovens estarem arriscando e experimentando mais, tendo um interesse muito grande, por exemplo, em criptomoedas”, afirma Billi, da Anbima. “Ter uma carteira um pouco mais arriscada faz sentido quando se é jovem: você tem o tempo a seu favor. O que precisamos sempre lembrar é que isso faz sentido dentro de uma carteira diversificada, sem estar exposto só a um risco específico e com um portfólio que esteja adequado aos seus objetivos”, ressalta o executivo.

Bancos tradicionais são mais conhecidos

O levantamento também apontou a diferença no conhecimento das instituições financeiras entre as gerações mais novas e as mais antigas. Os bancos digitais foram citados espontaneamente por 17% de todas as pessoas da Geração Z, seguido dos Millenials (14%). Na outra ponta, somente 1% das pessoas com 76 anos ou mais mencionaram as instituições financeiras digitais.

Já os bancos tradicionais foram citados por 45% das pessoas, na média, com maior menção entre os Millenials (50%), seguido pelas Gerações X (45%) e Z (43%). Corretoras são conhecidas por 4% dos investidores, na média.

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