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Comportamento

Larry Fink: Os próximos 1.000 unicórnios não serão de redes sociais

A aposta de Fink é que as startups que ajudam o mundo a se descarbonizar já formaram uma tendência

Por Valéria Bretas

18/01/2022 | 7:15 Atualização: 18/01/2022 | 16:56

Larry Fink, da BlackRock. Foto: REUTERS/Shannon Stapleton
Larry Fink, da BlackRock. Foto: REUTERS/Shannon Stapleton

(Valéria Bretas e Geovana Pagel) – Em sua tradicional carta anual aos CEOs globais, Larry Fink, CEO da gestora BlackRock, foi enfático ao apontar como a descarbonização da economia mundial criará uma grande oportunidade de negócio.

Leia mais:
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“Os próximos 1.000 unicórnios [empresas com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão] não serão mecanismos de busca ou empresas de redes sociais, eles serão inovadores sustentáveis e escaláveis”, escreveu o executivo no documento recebido em primeira mão pelo E-Investidor.

A aposta de Fink é que as startups que ajudam o mundo a se descarbonizar, e tornam a transição de energia acessível para os consumidores, já formaram uma tendência que deixará para trás as empresas que não se adaptarem a este novo mundo – independentemente do setor em que se encontrem.

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“Nossa pergunta para estas empresas incumbentes é: o que você está fazendo para revolucionar seu negócio? Como está se preparando e participando da transição para emissão zero?”, provoca o CEO da gestora que carrega US$ 10 trilhões em ativos sob gestão.

O recado sobre meio ambiente não vem de hoje. A defesa da sustentabilidade tem sido um tema recorrente das últimas cartas anuais enviadas aos CEOs. “Nós nos concentramos em sustentabilidade não porque somos ambientalistas, mas porque somos capitalistas e fiduciários para nossos clientes. Como parte desse foco, pedimos às empresas que definam metas de curto, médio e longo prazo para reduções de emissões de gases do efeito estufa. Essas metas e a qualidade dos planos para cumpri-las são fundamentais para os interesses econômicos de longo prazo de seus acionistas”, diz Fink.

Em dois anos, a gestora informa que houve um deslocamento robusto de capital, com os investimentos sustentáveis atingindo uma soma de US$ 4 trilhões em ativos no mundo. “Isso é apenas o começo”, afirma.

No Brasil, a procura por investimentos “verdes” já mostra sinais de entusiasmo.  Hoje, os ativos associados com selo ESG somam cerca de R$ 84 bilhões no País, segundo dados compilados pela consultoria Sitawi. De acordo com Gustavo Pimentel, sócio da Sitawi, o mercado de operações sustentáveis de crédito pode chegar a R$ 500 bilhões nos próximos 5 anos no Brasil.

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“O Brasil cresceu muito rápido e esse foi o grande destaque de 2021. Houve um forte apoio dos bancos que não só aprenderam a fazer dívida ESG, mas também ensinaram os clientes e investidores”, diz Pimentel.


Confira o especial sobre a divulgação da carta do CEO da BlackRock:

Larry Fink: Os próximos 1.000 unicórnios não serão de redes sociais

BlackRock: Brasil criará capital sem precedentes para novas ideias

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