A ANEF aponta que o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) foi o principal responsável por essa elevação, alcançando quase a totalidade dos financiamentos, com 126,6, bilhões. O Leasing, por sua vez, correspondeu a R$ 624 milhões dos recursos, com um aumento de 49% em relação ao mesmo período de 2023.
O índice de carros financiados no primeiro semestre é de 49%, o que representa seu número mais alto desde 2020, quando estava em 52%. Compras à vista corresponderam por 47% e consórcios, por sua vez, representaram 4% dessas ações. Vendas financiadas de caminhões e ônibus ficaram em 35%, por meio do CDC, e a comercialização à vista em 30%. Já os financiamentos de motos aumentaram de 37% para 38%, com crescimento de compras à vista também.
Em relação aos contratos inadimplentes, ou seja, com atrasos acima de 90 dias, eles reduziram no período com destaque específico ao CDC, que passou de 5,5% para 4,5%, enquanto o Leasing recuou de 2,4% para 0,8%. “Trata-se de uma boa notícia, pois mais brasileiros estão conseguindo honrar seus compromissos, quando quase metade dos carros novos volta a ser financiados”, disse Paulo Noman, presidente da ANEF, em nota.
Segundo o levantamento, também foi possível perceber que taxa de juros anual para os financiamentos se manteve praticamente estável, a 20,96% a.a. e a mensal em 1,57%.