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Comportamento

Pressão de Wall Street contra home office pode gerar um problema; entenda

Até empresas de tecnologia, que prometiam flexibilidade a longo prazo, tornaram-se rígidas para condenar o trabalho remoto

Por Aisha S Gani, WP BLOOMBERG

05/09/2023 | 18:23 Atualização: 05/09/2023 | 18:47

Em Wall Street, os empregadores querem volta do trabalho presencial. Foto: REUTERS/Mike Segar
Em Wall Street, os empregadores querem volta do trabalho presencial. Foto: REUTERS/Mike Segar

Nas avaliações recentes de meio de ano, os gestores do Citigroup lembraram aos funcionários das expectativas da empresa em relação ao trabalho presencial. O Goldman Sachs também começou a reiterar a mensagem de que espera que os funcionários estejam no escritório cinco dias por semana. No final deste mês, a BlackRock vai tornar mais rigorosa sua exigência atual, de três dias para quatro dias por semana.

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E os funcionários do banco britânico HSBC foram informados de que deveriam estar em suas mesas ou com clientes três dias por semana a partir de outubro, confirmou um porta-voz na semana passada.

“Os empregadores vão ser mais rígidos”, disse Kathryn Wylde, CEO da organização sem fins lucrativos Partnership for New York City, que tem muitos líderes de Wall Street em seu comitê executivo. “Isso está passando a mensagem de que as pessoas estão prestando atenção, os chefes estão prestando atenção e vão julgar seu desempenho, pelo menos em parte, com base na sua presença no escritório.”

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Quando o setor de serviços financeiros trabalha remotamente, o mesmo acontece com o restante da economia. Embora os principais executivos do setor bancário estejam entre os primeiros a condenar a continuação do trabalho remoto, até mesmo as gigantes da tecnologia, que antes prometiam flexibilidade a longo prazo, tornaram-se mais rígidas com suas políticas – apesar de poucas terem voltado a exigir cinco dias no escritório.

“Entendo perfeitamente por que alguém não quer gastar uma hora e meia todos os dias com deslocamento, entendo completamente”, disse o CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, em uma entrevista publicada em julho na The Economist. “Não significa que eles precisem ter um emprego aqui também.”

Entretanto, mesmo as iniciativas das empresas financeiras para trazer os trabalhadores de volta ao presencial têm ocorrido aos trancos e barrancos e, às vezes, foram anuladas pelo surgimento de novas variantes do coronavírus. Na verdade, a primeira tentativa de encorajar mais bancários a voltar para suas mesas começou após o feriado de dia do trabalho dos Estados Unidos em 2020, quando a pandemia ainda se alastrava pelo mundo.

Atualmente, menos da metade de todos os trabalhadores de escritório estão de volta às suas mesas, de acordo com a Kastle Systems, que monitora o uso de crachás nas portarias dos edifícios de escritórios em todo o país. Em Nova York, onde um em cada 11 empregos tem ligações com o setor de títulos financeiros, esse número caiu para 43% em agosto, mostram os dados.

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Os chefes dos bancos que pretendem punir aqueles que desrespeitam as políticas de trabalho presencial vão precisar encontrar um equilíbrio difícil. Entre os profissionais de serviços financeiros que ainda trabalham remotamente pelo menos de forma parcial, dois terços disseram que pediriam demissão se fossem obrigados a voltar ao escritório cinco dias por semana, de acordo com uma pesquisa da Deloitte publicada em agosto.

“Os empregadores estão pressionando de forma mais agressiva pelo retorno ao escritório”, disse Neda Shemluck, diretora da Deloitte, que também atua como líder de diversidade, equidade e inclusão na conduta de empresas de serviços financeiros nos EUA. “Existe essa urgência agora para os empregadores terem políticas em vigor que exijam a volta das pessoas ao escritório. E a realidade é que isso terá consequências muito significativas em termos de retenção.”

Dara Doyle, da Bloomberg, contribuiu com esta matéria.

TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

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