“A recente quebra acima dos US$ 87.000 sinaliza uma reversão de tendência, apoiada pelo aumento nos aportes em ETFs à vista e pela desaceleração das vendas por mineradores após o halving (evento inflacionário que acontece a cada quatro anos)”, diz Guilherme Prado, Country manager da Bitget no Brasil.
Os ganhos acontecem em meio às ameaças de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, à independência do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americanos), por não baixar os juros tão rapidamente quanto ele gostaria. Trump acusou Jerome Powell, presidente do Fed, de favoritismo político aos democratas. Já na sexta-feira (18), a Casa Branca confirmou que Trump está “estudando” se o presidente tem o poder de terminar o mandato de Powell antes de 2026.
O embate pode ter contribuído para o fôlego do bitcoin. A Zaye Capital Markets avalia que os investidores recorreram ao BTC como alternativa ao dólar em meio à aversão ao risco. Para a Hashdex, os ganhos também sugerem uma interpretação dos mercados de que o bitcoin é uma forma de “ouro digital“.
Com informações do Broadcast