Inicialmente, estarão disponíveis 20 pares de moedas, como Bitcoin, Ethereum, número que deve subir para 100 até dezembro.
“Foi preciso investir bastante em segurança da plataforma, que é 100% mobile”, diz o executivo, sem entretanto revelar o montante. Durante os testes realizados na versão beta, Cardassi afirma que a maior parte das transações foi rápida, em questão de um minuto. Isso porque a conta digital está já conectada à exchange. “Se tiver saldo na conta, o cliente já faz a operação pelo aplicativo e nós garantimos a liquidez”.
O preço é o de mercado, convertido para reais, e a fintech cobra uma taxa por negociação, mas conforme o volume e o perfil do cliente pode haver isenção. “Não fazemos qualquer arbitragem”, garante Cardassi, completando que a empresa está conectada às maiores redes de blockchain e que os pares de moedas comercializados são os que também estão listados nas principais exchanges globais.
O tipo de investidor a quem se destina o serviço é mais do tipo “holder”, que olha para o longo prazo. “A ideia é ser uma ponte para quem quer entrar no mundo cripto, sem dificuldade de trocar dinheiro”, diz o executivo e sócio da BlueBenx.
Hoje, são cerca de 35 mil clientes e a expectativa é que a campanha da conta digital cripto leve esse número a 50 mil até o meio do ano.