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Criptomoedas

FTX: crise faz BTC e ETH despencarem 20% em uma semana. O que fazer?

O colapso da 3ª maior exchange de criptomoedas trouxe incertezas para o mercado de criptoativos

Por Daniel Rocha

14/11/2022 | 17:09 Atualização: 14/11/2022 | 18:10

Bitcoin responde por mais de 40% da capitalização do mercado de criptomoedas. (Fonte: RODNAE Productions/Pexels/Reprodução)
Bitcoin responde por mais de 40% da capitalização do mercado de criptomoedas. (Fonte: RODNAE Productions/Pexels/Reprodução)

No rastro da repercussão da crise financeira da FTX, terceira maior exchange de criptoativos, o mercado sofre com sucessivas quedas em virtude do receio dos investidores. O bitcoin, que já vinha apresentando dificuldades de se manter no patamar de US$ 20 mil, afundou ainda mais. Após sofrer uma queda acumulada de 19,9% nos últimos sete dias, o BTC segue em um novo suporte: US$ 16 mil. “Com o suporte de US$ 18 mil perdido e com o caso da FTX ainda longe de ser resolvido, é difícil prever para onde vai o preço do bitcoin”, diz a exchange Bybit em relatório enviado ao E-Investidor.

Leia mais:
  • FTX: veja quem já promoveu a empresa de cripto que pediu falência
  • O que a crise da FTX deixa de legado para o mercado de criptomoedas
  • Bitcoin: Por que a criptomoeda ficou dependente do mercado tradicional?
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A situação do ethereum também é crítica. A segunda maior criptomoeda em valor de mercado despencou cerca de 21,9% nos últimos sete dias e segue sendo negociada na faixa dos US$ 1,2 mil.

Veja a performance das principais criptomoedas nos últimos 7 dias

Ativo Ticker Cotação Variação em 7 dias
Bitcoin BTC USD 16.604,37 ▼ 19,9%
Ethereum ETH USD 1.242,55 ▼ 21,92%
Tether USDT USD 1,00 ▼ 0,11%
BNB BNB USD 276,97 ▼ 18,02%
USD Coin USDC USD 1,00 ▲ 0,03%
Fonte: Portal do Bitcoin

Apesar da crise financeira da FTX não ter relação direta com os fundamentos das duas criptomoedas, a insolvência de uma das maiores corretoras reduz o interesse dos investidores nesta classe de ativos em virtude da instabilidade do mercado.

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No entanto, os efeitos podem reforçar o segmento de criptoativos. “Isso já aconteceu diversas vezes no mercado de criptoativos e em todas elas o bitcoin, depois da tempestade, saiu ainda mais fortalecido”, afirmou a Bybit.

Como a crise da FTX está longe do fim, deve haver volatilidade nos próximos dias. Por outro lado, uma das vantagens do atual cenário é que o investidor poderá aumentar sua posição em ativos com bons fundamentos por um custo menor. Para Israel Buzaym, head de comunicação da Bitpreço, os fundamentos e características que dão valor ao BTC continuam os mesmos. Por isso, vale a pena comprar a criptomoeda neste momento.

Mas o investidor precisa levar em conta se manter os aportes em criptomoedas durante os períodos de crise condiz com seus objetivos financeiros. “O investidor deve medir seu horizonte de tempo: caso seja de longo prazo, é uma ótima oportunidade pra se posicionar. Vender após essas quedas é uma má ideia”, afirma Felipe Medeiros, analista de criptomoedas e sócio da Quantzed Criptos.

Entenda o caso

A crise de liquidez iniciou após o balanço patrimonial, divulgado na semana passada, mostrar a realidade financeira da FTX e da Alameda Research, empresa-irmã da corretora. Os números mostravam que as duas companhias de Sam Bankman Fried (dono de ambas) sofriam um risco de não honrarem com seus compromissos financeiros em virtude da baixa liquidez de seus ativos.

“A Alameda estava com problemas financeiros e fez acordos com a FTX. A FTX envolveu fundos de usuários (para realizar esses acordos) e agora está com problemas de liquidez para pagar os clientes”, afirma João Galhardo, analista de criptomoedas e sócio da Quantzed Criptos, empresa de tecnologia e educação financeira para investidores.

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Diante da situação, a FTX suspendeu os saques de usuários da plataforma e o temor dos investidores ocasionou uma venda em massa do token de governança da FTX, o FTT.

A corretora era uma das maiores do mundo e atraía a atenção de famosos. Em junho de 2021, Tom Brady e Gisele Bundchen haviam assumido participação acionária na companhia, segundo informou a Bloomberg.

 

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