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Criptomoedas

Como as instituições financeiras e o BC se preparam para a tokenização

O mercado tateia o setor enquanto o Banco Central executa uma agenda intensa

Por Aramis Merki II

01/02/2023 | 12:45 Atualização: 01/02/2023 | 12:45

Qualquer coisa pode ser tokenizada e essa deve ser a próxima grande revolução do mercado. (Foto: Envato Elements)
Qualquer coisa pode ser tokenizada e essa deve ser a próxima grande revolução do mercado. (Foto: Envato Elements)

O tema tokenização é tratado cada vez com mais atenção pelas instituições do mercado financeiro. Especialmente no ano passado, iniciativas de tokenização de ativos ganharam espaço em bancos e fintechs, com exemplos em novas áreas constituídas por Itaú, BTG e Santander.

Leia mais:
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Dos nativos do mundo que se baseia na tecnologia blockchain, o Mercado Bitcoin virou o leme para navegar em direção ao segmento – focando menos esforço na operação de negociação de criptoativos e buscando ser referência em transformar ativos tradicionais em tokens.

Diante de muitas perguntas acerca da tecnologia em si e da segurança, mas também sobre os aspectos regulatórios, o mercado tateia o setor enquanto o Banco Central executa uma agenda intensa. Além de toda a dedicação para desenvolver o Real Digital, a autarquia criou um grupo de trabalho interdepartamental para discutir especificamente a tokenização de ativos.

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No Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (LIFT) iniciado em 2021 em parceria com a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), projetos no tema estão sendo testados.

Reinaldo Rabelo, presidente da holding MB, dona da exchange Mercado Bitcoin e da tokenizadora MB Tokens, acredita que a inclusão do real na tecnologia de moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDC, na sigla em inglês) vai permitir que o Brasil participe da evolução de aplicações total ou parcialmente descentralizadas.

Uma das frentes de trabalho do BC é justamente criar uma plataforma de negociação de tokens usando uma estrutura chamada de blockchain permissionada, em que a validação das transações é feita em computadores autorizados. Nas blockchains públicas, como a ethereum, a rede pode ser acessada por qualquer um que queira ser um ‘nó’ do sistema.

Blockchain própria

Fábio Araújo, um dos coordenadores dos trabalhos sobre o Real Digital, afirma que a ideia é ter uma única rede em que os ativos precisam ser registrados. “O processo de tokenização é fragmentado, cada iniciativa está sendo feita em um ambiente separado. Isso dificulta a interoperabilidade no futuro”, acrescenta. Por isso, a diretriz é trazer o máximo de ativos para dentro da rede do BC. É possível construir pontes entre diferentes blockchains, mas essas ‘bridges’ são pontos fracos nas operações entre ativos virtuais, observa Araújo.

As empresas que tokenizam ativos não deixam de executar seus projetos, ainda que aguardem a evolução da plataforma do BC. Segundo Araújo, no diálogo com os agentes do mercado, é possível perceber a preferência por uma infraestrutura única para registros.

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O Itaú realizou emissões próprias e criou uma área focada em ativos digitais, além de lançar tokens em conjunto com a Vórtx QR. A tokenizadora, que também tem projeto com o Santander, está autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a lançar tokens no ambiente experimental do sandbox.

No caso da MB Tokens, de acordo com Reinaldo Rabelo, realizar operações entre diferentes redes não é uma dificuldade. “Será natural ter que interoperar com uma nova rede permissionada e gerida pelo BC. Entendemos que cripto traz, com os contratos inteligentes, uma maior facilidade de interoperabilidade para integrar redes distintas”, diz.

Para o advogado Caio Sanas, atuante no mercado de blockchain e web3 e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), é improvável que as empresas prefiram emitir os tokens diretamente no blockchain fechado, por uma questão até mesmo ideológica, “já que este mercado nasce de uma ideia de descentralização”. Além disso, as blockchains abertas como ethereum e polygon têm se mostrado muito eficientes do ponto de vista de custos, velocidade e segurança, aponta o advogado.

Sanas reforça ainda que a blockchain do real digital precisa ser do tipo permissionada. “Realmente precisa ser restrita, porque nós estamos falando de uma moeda emitida por um governo. Estamos falando de uma moeda que precisa obedecer e observar as regras de política monetária de um determinado país, de um Estado”, afirma.

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