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Direto da Faria Lima

Por que Rogério Xavier, da SPX Capital, está mais otimista com ações em 2026

Gestor, conhecido pelo ceticismo, vê assimetrias positivas no cenário global, fluxo estrangeiro sustentado e espaço para ações brasileiras, apesar das eleições

Por Luíza Lanza

10/02/2026 | 18:06 Atualização: 10/02/2026 | 18:06

Fluxo estrangeiro impulsiona Brasil e gestor não vê mudanças bruscas no cenário. (Arte: Victoria Fuoco/Imagens: Adobe Stock)
Fluxo estrangeiro impulsiona Brasil e gestor não vê mudanças bruscas no cenário. (Arte: Victoria Fuoco/Imagens: Adobe Stock)

Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX Capital, não é conhecido por ser o mais otimista dos gestores brasileiros. Mas o cenário dos mercados globais parece tão favorável que até isso mudou.

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No CEO Conference 2026, evento anual promovido pelo BTG Pactual, o gestor disse que vê mais assimetrias positivas à frente, inclusive para Brasil. Não é a primeira vez que Xavier faz uma análise mais favorável a risco do que outros grandes nomes, como Luis Stuhlberger, da Verde Asset, ou André Jakurski, da JGP – em um outro evento promovido pelo banco de André Esteves no 2º semestre de 2025 com o mesmo grupo, ele já tinha dito que o mercado doméstico, à época apenas começando a acelerar o ritmo de alta, estava certo de acompanhar a “exuberância” do cenário externo.

A visão positiva começa pelos Estados Unidos. A rotação dos portfólios de investidores globais que vinham há muito concentrados em ativos do país é um dos principais gatilhos impulsionando mercados emergentes, sobretudo em 2026. Só no acumulado do ano, os gringos investiram quase R$ 30 bilhões na B3.

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Xavier reconheceu que há riscos econômicos e geopolíticos que podem interromper esse fluxo, mas que este não é o cenário-base. “A economia americana vai continuar crescendo em um ritmo robusto, a inflação vai cair e o Federal Reserve vai continuar cortando juros. Se faz isso, os mercados vão continuar performando positivamente.”

O gestor destacou ainda que a perspectiva parte do movimento positivo dos mercados e da melhora das tensões das “várias confusões geoeconômicas”. Boa parte das tarifas anunciadas pelo presidente americano Donald Trump em abril de 2025, no Liberation Day, foram negociadas e reduzidas, por exemplo. “A grande questão talvez seja o exagero dos investimentos das companhias americanas em inteligência artificial. Mas isso é uma história para depois, o cenário de agora é de amante do risco.”

Faltando menos de oito meses para as eleições presidenciais, boa parte dos investidores está se perguntando se a disputa política já não deveria estar fazendo preço. Ou se terá capacidade para estancar o fluxo bilionário que vem do exterior para a B3.

Xavier vê uma disputa acirrada, com 50% de chances para ambos os lados; de reeleição do presidente Lula (PT) ou de vitória de uma chapa de direita. Mas sem um choque abrupto no dia seguinte ao resultado, como o que aconteceu em 2002 logo que o petista foi eleito. Como ninguém sabe quem vai sair vitorioso em outubro, o mercado não vai ficar de fora até lá, sem capturar o fluxo internacional.

“A piora é contínua e segura. Mas há muita assimetria porque o Brasil é muito fácil de consertar”, disse. “O crescimento da dívida é alto, mas o ‘mato é muito alto’ para cortar despesa. Um governo comprometido em reformar o Estado, com uma reforma administrativa ou uma nova reforma da previdência, o Brasil iria melhor.”

 

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