• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Conheça a estratégia vencedora que pode ganhar com a taxação de dividendos em 2026

Buscar empresas que reinvestem lucros com eficiência pode dar mais retorno que apenas dividendos

Por Leo Guimarães

15/04/2025 | 3:00 Atualização: 14/04/2025 | 19:32

Veja companhias que conseguem gerar retornos elevados reinvestindo capital. Foto: AdobeStock
Veja companhias que conseguem gerar retornos elevados reinvestindo capital. Foto: AdobeStock

Com a possível taxação de dividendos acima de R$ 50 mil por mês a partir de 2026, empresas que reinvestem os lucros em vez de distribuí-los podem ganhar destaque na Bolsa. A proposta da nova tributação, enviada pelo governo Lula ao Congresso, visa compensar a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. Caso seja aprovada, poderá impactar o mercado acionário.

Leia mais:
  • Empresas americanas já perderam US$ 4,33 trilhões desde a posse de Trump
  • Quando vai passar a valer a Isenção do IR até 5 mil?
  • Receita anuncia mudanças na restituição do IR 2025: veja datas e quem tem prioridade
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“A taxação de dividendos deve tornar a tese de empresas que reinvestem os lucros mais atraente”, considera Leonardo Terroso, analista de investimentos da AMW. Ele observa que dividendos são muito valorizados no Brasil devido à cultura de renda passiva, mas a mudança tributária poderia incentivar uma reavaliação. “Se a proposta for implementada, pode haver uma migração de interesses para companhias que conseguem gerar retornos elevados reinvestindo capital”, opina.

  • Clubes de investimento podem proteger sua renda com a nova taxação de dividendos? 

Werner Roger, sócio fundador e diretor de investimentos da Trígono Capital, tem uma opinião diferente, já que a ideia do governo não vai afetar os fundos de investimento. “Eu acho que 10% dos dividendos não são algo que mudem muita coisa. As [distribuições de] JCPs (Juros sobre Capital Próprio) já pagam 15% para a pessoa física, os fundos não pagam. Isso é facilmente contornável”, argumenta.

A proposta visa tributar dividendos recebidos por pessoas físicas acima de R$ 50 mil por mês, atingindo não apenas investidores da Bolsa, mas também sócios de empresas de serviços — como escritórios e consultorias — que pagam dividendos aos associados em vez de pró-labore. A medida deve impactar um público mais amplo do que se imagina, acredita o especialista.

Hora de olhar além da renda passiva

Independentemente de qual análise vai prevalecer, caso a proposta do governo seja aprovada, para o investidor brasileiro pode ser a hora de olhar além da renda passiva e buscar também empresas de crescimento.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A estratégia de investir em companhias dessa forma fez a fama – e a fortuna – do gestor britânico Terry Smith, que multiplicou por seis o valor do Fundsmith entre 2010 e 2020. Este é o período coberto no seu livro, Investing for Growth, em que ele detalha como investir “nas melhores empresas do mundo”.

No Brasil, a WEG (WEGE3), de equipamentos elétricos, é a companhia mais lembrada pelos gestores e analistas quando o assunto é crescimento. “A WEG é uma empresa que é caracterizada por crescimento, tanto orgânico, novos produtos, quanto inorgânico, através de aquisições, inclusive aquisições no exterior”, diz Roger.

Ele conta que a empresa consegue extrair sinergias e reinvestir com eficiência, impulsionando o crescimento dos negócios e, por isso, também é cara, pois tem múltiplos elevados. Por outro lado, para quem acredita, “o retorno na Bolsa tem sido excepcional”. A WEG paga dividendos, mas eles são modestos frente ao valor gerado.

Roger cita ainda Tegma (TGMA3) e Kepler Weber (KEPL3) como outros exemplos de empresas com alta eficiência na alocação de capital. A primeira opera no modelo asset light (é focada em gestão), atuando como agenciadora de transporte, contratando terceiros (caminhoneiros e cegonheiras) em vez de manter frota própria. Isso reduz imobilização, gera caixa com baixo investimento e proporciona um retorno sobre o capital investido (Roic), superior a 30%.

Publicidade

Já a Kepler, do setor agroindustrial, financia sua produção com os próprios clientes. Recebe adiantamentos em etapas para construir silos de armazenamento, o que reduz a necessidade de capital de giro. Com estrutura enxuta e Roic que já chegou a mais de 50% (hoje em 26%), consegue distribuir bons dividendos sem comprometer o crescimento.

Terroso ainda cita Cury Construtora (CURY3) e Totvs (TOTS3), de tecnologia. “Uma empresa que gera mais valor ao reinvestir o lucro apresenta oportunidades de crescimento e consegue obter retornos maiores sobre seus investimentos”, comenta o analista.

Mesmo quando o foco está em empresas de crescimento, o preço de entrada segue sendo decisivo para o sucesso do investimento. Até um negócio extraordinário pode gerar retornos ruins se comprado caro demais.

Encontrando o valor justo

No Brasil, o momento parece ser favorável, com o preço em relação ao lucro das empresas (P/L) do Ibovespa abaixo da média da última década. Nos EUA, a correção recente em techs como Nvidia (NVDC34), Alphabet (GOGL34) e Meta (M1TA34) também poderia trazer algum desconto.

É aí que entra o valuation, a avaliação do valor justo de uma empresa. Analistas de bancos e corretoras costumam usar o múltiplo EV/EBITDA (valor da empresa em relação ao lucro operacional) como referência, por ser simples e comparável ao longo do tempo. “Mas ele captura só uma fotografia do momento, enquanto o investidor deve olhar o filme inteiro”, diz Roger da Trígono. Já as pessoas físicas preferem observar o P/L, outra metodologia simples.

Publicidade

Gestores de fundos de investimentos preferem ver o filme projetado, por meio do modelo de fluxo de caixa descontado. “Assim, vemos o caixa que a empresa deve gerar ano a ano, já considerando investimentos e capital de giro, e trazemos a valor presente usando uma taxa de desconto”, diz Roger.

Para ele, ainda que o mercado esteja caro, que o Ibovespa bata 170 mil pontos (hoje está em 129 mil), se o investidor procurar, é possível encontrar empresas mal precificadas. “O mercado não é tão eficiente assim”, afirma.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dividendos
  • empresas de crescimento
  • estratégia
  • Imposto de Renda
  • Isenção
  • Taxação
Cotações
01/04/2026 15h21 (delay 15min)
Câmbio
01/04/2026 15h21 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Turbulência no Tesouro: oportunidades e riscos dos títulos públicos com guerra, leilões e circuit breakers

  • 2

    Ouro cai com guerra no Irã, pressiona ETFs e desafia tese de “porto seguro”

  • 3

    Brasileiro quer guardar dinheiro, mas não consegue: cansaço e falta de rotina travam finanças em 2026

  • 4

    Ouro, dólar e bitcoin: o que funciona como proteção e o que representa ativo de risco?

  • 5

    Ibovespa hoje ignora guerra e sobe acima de 182 mil pontos, com impulso das ações da Petrobras e da Vale

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Logo E-Investidor
Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: tem mais de 70 anos? Veja como solicitar o saque presencialmente
Logo E-Investidor
FGTS: tem mais de 70 anos? Veja como solicitar o saque presencialmente
Imagem principal sobre o Bloqueio do Bolsa Família: saiba o que acontece quando a situação é regularizada
Logo E-Investidor
Bloqueio do Bolsa Família: saiba o que acontece quando a situação é regularizada
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando o bloqueio do benefício pode acontecer?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando o bloqueio do benefício pode acontecer?
Imagem principal sobre o Salário-maternidade: quem pode solicitar o benefício em 2026?
Logo E-Investidor
Salário-maternidade: quem pode solicitar o benefício em 2026?
Imagem principal sobre o Salário-maternidade rural: passo a passo para solicitar o benefício
Logo E-Investidor
Salário-maternidade rural: passo a passo para solicitar o benefício
Imagem principal sobre o Aposentados e pensionistas INSS: qual final do benefício recebe hoje (31)?
Logo E-Investidor
Aposentados e pensionistas INSS: qual final do benefício recebe hoje (31)?
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (31)?
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (31)?
Últimas: Educação Financeira
“Brasileiro precisa de mais disciplina para dar conta dos gastos”, diz VP da Creditas
Educação Financeira
“Brasileiro precisa de mais disciplina para dar conta dos gastos”, diz VP da Creditas

Pressão financeira, cansaço mental e dificuldade de renda extra marcam o início de 2026; para Renato Gonçalves, reorganização do orçamento virou prioridade

01/04/2026 | 14h27 | Por Igor Markevich
IR 2026: Quem paga mais imposto sobre o consumo no Brasil é quem tem renda maior, menor ou a classe média?
Educação Financeira
IR 2026: Quem paga mais imposto sobre o consumo no Brasil é quem tem renda maior, menor ou a classe média?

Mesmo com novas regras do IR e avanços na reforma tributária, especialistas apontam que a carga deve seguir mais pesada para os mais pobres

01/04/2026 | 12h32 | Por Beatriz Rocha
Inédito: Estadão lança treinamento virtual que alia inteligência fiscal na prática à construção de patrimônio
Educação Financeira
Inédito: Estadão lança treinamento virtual que alia inteligência fiscal na prática à construção de patrimônio

Programa reúne especialistas, aulas práticas e encontros ao vivo para traduzir o impacto dos impostos nas decisões financeiras do dia a dia; veja como participar

01/04/2026 | 08h00 | Por Isabel Rocha
IR 2026: pré-preenchida traz criptomoedas desconhecidas? Entenda a origem das informações
Educação Financeira
IR 2026: pré-preenchida traz criptomoedas desconhecidas? Entenda a origem das informações

Dados podem estar associados ao Meli Dólar, criptomoeda distribuída em forma de cashback para clientes do Meli+

31/03/2026 | 16h40 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador