• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Medicamentos devem ter reajuste duplo em 2024. Como organizar as contas?

Pesquisa de preços pode ser aliada na hora de economizar na compra de remédios

Por Beatriz Rocha

01/02/2024 | 18:25 Atualização: 01/02/2024 | 21:29

Medicamentos. Foto: Envato Elements
Medicamentos. Foto: Envato Elements

Os medicamentos devem ficar ainda mais caros em 2024. O alerta partiu da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que reúne as 30 maiores bandeiras do varejo farmacêutico nacional. Segundo a entidade, o reajuste dos preços dos remédios deve ser duplo neste ano, levando em consideração o aumento das alíquotas de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Leia mais:
  • O plano de saúde ficou caro? Veja como renegociar ou contratar um novo
  • Saiba organizar seu dinheiro em 2024 com uma planilha de gastos gratuita
  • 5 dicas cruciais para planejar seus gastos do início de ano
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Todo ano, os valores têm um ajuste máximo definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). O cálculo é feito sempre em março com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses, considerando ainda a produtividade das indústrias de medicamentos, a concorrência de mercado e os custos não captados pela inflação, como o câmbio e a tarifa de energia elétrica.

Em 2023, por exemplo, o ajuste máximo ficou em 5,6%. O percentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste. Ou seja, cada empresa pode optar pela aplicação do índice total ou menor, a depender das estratégias comerciais.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Além do reajuste anual, os medicamentos em 2024 também devem sofrer com as novas alíquotas de ICMS. Onze unidades da federação aprovaram o aumento das taxas do imposto e devem gerar uma escalada nos preços dos medicamentos, segundo a Abrafarma.

A elevação do tributo ocorrerá pelo segundo ano consecutivo na Bahia, no Maranhão, Paraná e Tocantins. O reajuste também entrará em vigor no Ceará, Distrito Federal, Goiás, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rondônia. A alta na alíquota irá variar de 1% a 2%, e a oscilação do preço deverá ser repassada ao consumidor.

Os governos estaduais apontam a queda na arrecadação de ICMS como argumento para justificar a medida. No entanto, para a Abrafarma, essa é uma alegação muito rasa, que não leva em conta os impactos sobre o consumo de medicamentos e o acesso à saúde. “Enquanto o Brasil experimenta um viés de redução da inflação e dos juros, aliado à aprovação da reforma tributária, esses governos caminham na contramão e demonstram insensibilidade com a população mais pobre”, critica em nota Sergio Mena Barreto, CEO da entidade.

Como preparar as contas para o reajuste?

A recomendação de especialistas é sempre realizar um planejamento financeiro, localizando quais são os gastos essenciais e quais são os supérfluos. “É essencial reorganizar as finanças, ver onde podem ser feitos cortes, geralmente as pessoas tem até 20% de gastos em excessos. Importante priorizar assim a saúde, colocar na balança o que é relevante e o que não é”, aconselha Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (ABEFIN).

Publicidade

Nessa hora, vale fazer uma listagem mensal, elencando todas as despesas, para que o consumidor possa entender de fato o quanto ele gasta. Certos valores são essenciais e fixos, como aluguéis e financiamentos, mas outros podem ser remanejados. “Criar esse orçamento e fazer essa classificação dos gastos essenciais (fixos e variáveis) e não essenciais, é uma ferramenta muito valiosa, porque nesse processo a pessoa descobre o que é prioridade para ela”, enfatiza Andressa Siqueira, planejadora financeira CFP pela Planejar.

Com o planejamento realizado, é importante tomar cuidado na hora de comprar o medicamento. Muitas farmácias colocam produtos que não são realmente importantes, mas que chamam a atenção dos consumidores, próximos ao caixa de pagamentos. Por isso, vale ficar atento se realmente é necessário ou não adquirir determinado remédio.

Quem está próximo de realizar uma consulta médica, também deve adotar uma certa cautela para não comprar muitos medicamentos de uma vez, já que há chances da receita ser alterada e isso resultar em perdas financeiras. Ao comprar por impulso, muitas pessoas podem ficar com remédios e outros produtos praticamente perdidos nas gavetas.

Antes de tomar a decisão final e adquirir o medicamento, é ainda importante buscar o preço em diferentes farmácias. Vale lembrar que a Cmed define apenas o valor máximo de reajuste dos medicamentos, mas o mínimo pode ser estabelecido pelas próprias farmácias, de acordo com suas estratégias comerciais. Dessa forma, uma drogaria pode acabar cobrindo o preço da concorrência.

Publicidade

Domingos, da ABEFIN, também aconselha os consumidores a procurarem medicamentos genéricos, que costumam ser mais em conta. Outra alternativa é o programa Farmácia Popular, do governo, que oferece medicamentos gratuitos para doenças como hipertensão, diabetes ou asma e opções com desconto para outras enfermidades. Quem quiser participar, pode ir a uma farmácia credenciada, apresentar a receita e um documento de identidade para conseguir pegar os remédios.

Em relação aos ajustes previstos pelo ICMS, vale verificar como ficará o imposto em cada estado e se atentar ao prazo de início das novas alíquotas. Dessa forma, a pessoa pode se antecipar e comprar o medicamento antes que os preços sejam reajustados. Mas Letícia Camargo, planejadora financeira CFP pela Planejar, faz uma ressalva: o consumidor só deve comprar com antecedência se tiver dinheiro disponível.

“Vale a pena você comprar se tiver com uma sobra no seu orçamento, uma reserva de emergência. Mas não entre no cheque especial ou deixe de pagar o cartão de crédito para antecipar a compra dos remédios”, destaca a planejadora.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Educação Financeira
  • gastos
  • icms
  • orçamento
  • planejamento financeiro
  • Reajustes
  • remédio
  • Saúde
Cotações
15/01/2026 17h34 (delay 15min)
Câmbio
15/01/2026 17h34 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 2

    FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?

  • 3

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

  • 4

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

  • 5

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Imagem principal sobre o Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Logo E-Investidor
Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Imagem principal sobre o 2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Imagem principal sobre o A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Logo E-Investidor
Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Últimas: Educação Financeira
Calendário do Copom 2026: confira todas as datas das reuniões que definem a taxa Selic
Educação Financeira
Calendário do Copom 2026: confira todas as datas das reuniões que definem a taxa Selic

Entenda como funcionam as decisões de juros e o que o mercado projeta para a Selic ao longo do ano

15/01/2026 | 11h14 | Por Camilly Rosaboni
ITCMD: novas regras do "imposto da herança" entram em vigor em 2026
Educação Financeira
ITCMD: novas regras do "imposto da herança" entram em vigor em 2026

Alterações fazem parte do projeto final de regulamentação da reforma tributária, sancionado por Lula nesta semana

14/01/2026 | 16h26 | Por Beatriz Rocha
Pé-de-Meia 2026: o que acontece com os valores do benefício em caso de desistência do ensino médio?
Educação Financeira
Pé-de-Meia 2026: o que acontece com os valores do benefício em caso de desistência do ensino médio?

Programa paga incentivo pela conclusão do ensino médio e participação no Enem, mas abandono ou repetência podem alterar os valores recebidos

12/01/2026 | 11h21 | Por Camilly Rosaboni
Material escolar 2026: como economizar agora e transformar a compra em lição de educação financeira
Educação Financeira
Material escolar 2026: como economizar agora e transformar a compra em lição de educação financeira

Com preços em alta, organização e planejamento financeiro podem ajudar as famílias a gastar menos sem abrir mão da qualidade

11/01/2026 | 07h30 | Por Camilly Rosaboni

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador