• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Segurança do Pix: “Podemos esperar mais iniciativas do BC em breve”, diz diretor de associação de bancos

Euricion Murari acredita que BC deve adotar trabalho contínuo para reforçar proteção do Pix

Por Beatriz Rocha

24/10/2025 | 9:47 Atualização: 24/10/2025 | 9:47

Euricion Murari, diretor de Inovação e Serviços da ABBC. Foto: Divulgação/ABBC
Euricion Murari, diretor de Inovação e Serviços da ABBC. Foto: Divulgação/ABBC

Após os recentes ataques a instituições ligadas ao Pix, o Banco Central (BC) anunciou uma série de medidas para reforçar a segurança do sistema financeiro nacional. Segundo Euricion Murari, diretor de Inovação e Serviços da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), que representa as instituições de menor porte, o tema segue vivo e as ações não devem ser interrompidas.

Leia mais:
  • Botão de contestação do Pix estreia nesta quarta (1º); tire as principais dúvidas
  • Pix parcelado vai remodelar pagamentos no Brasil e elevar disputa com cartões de crédito, avalia Fitch
  • Pix atinge novo recorde com 290 milhões de transações, informa BC
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Não existe uma bala de prata. Podemos esperar mais iniciativas em breve. Sabemos que o BC deve soltar novas instruções relacionadas à segurança, tanto para infraestruturas terceirizadas quanto para os participantes do sistema”, afirma Murari.

A entidade mantém diálogo constante com o BC e enxerga que o regulador foi ágil na tomada de decisões para enfrentar os ataques que atingiam o sistema. A principal ação imediata, no dia 5 de setembro, veio da criação de um teto de R$ 15 mil para transferências via Pix e Transferência Eletrônica Disponível (TED) envolvendo os participantes considerados de maior risco.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A limitação de valor se aplica a duas categorias específicas: instituições de pagamento não autorizadas pelo BC e organizações que se conectam ao sistema financeiro por meio dos chamados Provedores de Serviços de Tecnologia da Informação (PSTIs).

As instituições utilizam os PSTIs, uma infraestrutura terceirizada, para conseguir se conectar à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN). Agora, esses provedores precisarão ter capital mínimo de R$ 15 milhões para atuarem. Os que estão em atividade têm até janeiro de 2026 para se adequarem.

O BC também antecipou o prazo para que instituições de pagamento ainda não autorizadas solicitem essa permissão ao regulador. O limite, que antes era até dezembro de 2029, foi reduzido para maio de 2026.

Dias depois, uma nova norma determinou que as instituições autorizadas passem a rejeitar transações destinadas a contas com suspeita fundamentada de fraude. Os sistemas devem estar adaptados até 13 de outubro para cumprir a medida.

Publicidade

Já no final de setembro, o BC anunciou outras mudanças. Entre elas, está a ampliação do prazo para que instituições excluídas do Pix possam apresentar novo pedido de adesão, passando de 12 para 60 meses.

Além disso, as empresas financeiras agora têm a prerrogativa de definir limites de valor por transação com base exclusivamente no perfil de risco e no comportamento de cada cliente, sem a obrigação de adotar o mesmo limite aplicado à TED.

Uma novidade do Pix para consumidores

Murari, da ABBC, destaca que o BC também tem atuado para conseguir facilitar a recuperação de recursos. Desde o dia 1º de outubro, aplicativos de instituições financeiras ganharam um botão de contestação do Pix para casos de fraude, golpe e coerção (quando a vítima é forçada a transferir o dinheiro). Mostramos os detalhes aqui.

O botão pode ser acionado de forma totalmente digital, direto do aplicativo do banco, sem a necessidade de interação humana. O objetivo é facilitar a contestação de uma transação e aumentar a velocidade do bloqueio de recursos na conta do golpista, o que amplia a chance de devolução dos valores.

O nome do recurso muda de acordo com cada instituição financeira. Ele pode aparecer como “Contestar Pix”, “Relatar Golpe” ou simplesmente “MED”, sigla para Mecanismo Especial de Devolução. Ao selecionar o botão, o usuário deverá indicar o que aconteceu, escolhendo entre opções padronizadas como “acesso fraudulento”, “coerção” ou “golpe”.

Publicidade

Mas vale uma observação: o botão não se aplica a problemas em compras (quando o produto ou serviço não atende à expectativa), arrependimentos e erros no envio do Pix.

Como as novas regras afetam bancos menores?

O diretor da ABBC explica que, quanto maior a estrutura financeira de uma instituição, maior a capacidade de cumprir diferentes demandas em paralelo e atender aos requisitos de compliance, conjunto de disciplinas que mantêm o empreendimento em conformidade com leis, normas e regras, em prazos mais curtos. No entanto, como a agenda regulatória vale para todos, as obrigações precisam ser cumpridas, independentemente do porte do banco.

Murari observa que as instituições menores estão engajadas em atender às novas normas, adaptando seus processos de forma segura e eficiente. “Acreditamos que o diálogo contínuo com o BC é essencial para garantir que a implementação seja eficaz para todas as instituições e usuários”, afirma.

Segundo ele, as medidas recentes fortalecem o sistema por completo, abrangendo participantes e infraestruturas terceirizadas, com impacto direto na ponta final: o usuário. “Elas ajudam a eliminar qualquer dúvida sobre a segurança do sistema financeiro brasileiro”, destaca.

Plataforma ajuda nas investigações de golpes no Pix

No último mês, a ABBC também firmou um acordo de cooperação técnica com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Polícia Federal (PF), com o objetivo de aumentar a eficiência nas investigações de crimes financeiros e reduzir os prejuízos para os usuários.

O acordo prevê a criação de grupos de trabalho e o intercâmbio de informações entre a PF e as organizações financeiras associadas à ABBC. Esses dados serão integrados à Plataforma Tentáculos, um sistema de inteligência que cruza informações para identificar fraudadores e desarticular organizações criminosas.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Conteúdo E-Investidor
  • PIX
  • Segurança
Cotações
25/02/2026 3h13 (delay 15min)
Câmbio
25/02/2026 3h13 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde com tarifas de Trump no radar e impulso de Vale e Petrobras

  • 2

    Bitcoin hoje a US$ 65 mil testa investidores em meio à volatilidade: “Mercado não espera consenso para vender”, diz Fabrício Tota

  • 3

    Crise no BRB muda a percepção de risco e traz alerta para investidores; veja o que fazer

  • 4

    Existe um custo invisível nas compras em dólar; descubra os cartões que escapam dele

  • 5

    Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Logo E-Investidor
INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: nascidos em fevereiro ainda podem retirar o saldo em 2026?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: nascidos em fevereiro ainda podem retirar o saldo em 2026?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: veja onde solicitar o benefício e quem ainda pode sacar em fevereiro
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: veja onde solicitar o benefício e quem ainda pode sacar em fevereiro
Imagem principal sobre o PREVBarco: como funciona a prestação de serviços?
Logo E-Investidor
PREVBarco: como funciona a prestação de serviços?
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos pacotes para os três dias?
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos pacotes para os três dias?
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos ingressos VIP?
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos ingressos VIP?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: entenda o valor do benefício em 2026
Logo E-Investidor
Bolsa Família: entenda o valor do benefício em 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Últimas: Educação Financeira
Pós-Carnaval: o período mais crítico do ano para o seu orçamento começa agora; veja como se proteger em 5 passos
Educação Financeira
Pós-Carnaval: o período mais crítico do ano para o seu orçamento começa agora; veja como se proteger em 5 passos

Passada a folia, é hora de reorganizar o orçamento e ajustar metas para garantir previsibilidade financeira nos próximos meses

24/02/2026 | 15h12 | Por Isabel Rocha
Seus dólares podem render até a data da viagem: veja como funciona a conta remunerada e quais apps usar
Educação Financeira
Seus dólares podem render até a data da viagem: veja como funciona a conta remunerada e quais apps usar

Com câmbio instável, viajantes buscam previsibilidade, redução de taxas e rendimento em dólar por meio de contas globais e cartões multimoeda

24/02/2026 | 14h31 | Por Isabela Ortiz
Como o negócio de “dívida infinita” do Master sobreviveu a duas liquidações de bancos
Educação Financeira
Como o negócio de “dívida infinita” do Master sobreviveu a duas liquidações de bancos

Instituição ofertava modalidade de crédito que permite descontos em folha por tempo indeterminado; após a liquidação, negócio seguiu com o Banco Pleno, que posteriormente também sofreu intervenção do BC

24/02/2026 | 05h30 | Por Jenne Andrade
Existe um custo invisível nas compras em dólar; descubra os cartões que escapam dele
Educação Financeira
Existe um custo invisível nas compras em dólar; descubra os cartões que escapam dele

Taxa pouco mencionada pelos bancos, o spread aumenta o custo das compras em dólar, mas há cartões que não cobram esse adicional

22/02/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador