• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Quais são as taxas do Tesouro Direito? Veja o que o investidor paga ao aportar em títulos públicos

Os títulos públicos são considerados de baixo risco porque são lastreados pelo governo federal; entenda

Por Raphael Leites

27/11/2024 | 9:53 Atualização: 27/11/2024 | 9:53

Os títulos públicos do Tesouro Direto são considerados de baixo risco porque são lastreados pelo governo federal. (Foto: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)
Os títulos públicos do Tesouro Direto são considerados de baixo risco porque são lastreados pelo governo federal. (Foto: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)

Para o investidor que procura aplicações de maior segurança, o Tesouro Direto aparece entre os principais destaques, já que, de forma simples, aportar nos títulos públicos significa “emprestar” dinheiro ao governo. Em troca, ao término do contrato do investimento (vencimento), o investidor receberá o valor do aporte acrescido de um prêmio, os juros.

Leia mais:
  • Como investir no Tesouro Direto? Confira guia completo para começar hoje mesmo
  • Novas regras do Tesouro Direto começam a valer nesta segunda-feira; veja o que muda
  • Investimento queridinho dos brasileiros fica mais acessível a partir desta semana; veja como aproveitar
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

  • Tesouro Direto: conheça mais sobre umas das aplicações de menor risco do mercado

Os títulos públicos são considerados de baixo risco porque são lastreados pelo governo federal, isso significa que ele próprio assegura o seu pagamento. Além disso, as taxas cobradas nas transações de compra e venda do Tesouro Nacional também costumam ser menores do que as associadas aos fundos de investimento, que geralmente cobram taxas de administração e outras despesas operacionais. Isso resulta em retornos líquidos potencialmente mais altos para o investidor destes ativos de renda fixa.

Taxa de custódia da B3

A B3, responsável pela infraestrutura do mercado financeiro no Brasil, cobra uma taxa de custódia de 0,2% ao ano sobre o valor dos títulos públicos adquiridos pelos investidores. Essa taxa cobre os custos de manter as aplicações seguras e registradas. O cálculo é feito diariamente, a partir do dia seguinte à compra do título, e a cobrança é proporcional ao período em que o ativo permanece em posse do investidor.

Desde agosto de 2020, investimentos de até R$ 10 mil no Tesouro Selic estão isentos da taxa de custódia. Para valores que excedam esse limite, a cobrança será aplicada apenas sobre o montante excedente.

Taxa da instituição financeira

Além da taxa de custódia da B3, existe a taxa da instituição financeira utilizada para investir no Tesouro Direto. Ela é negociada diretamente com a instituição e pode variar, sendo geralmente cobrada de forma anual ou por operação.

  • Taxa anual: Cobrada no momento da compra, cobre o primeiro ano de aplicação. Caso o título seja vendido antes de completar um ano, o valor não será reembolsado. Para títulos com vencimento inferior a um ano, a taxa é proporcional ao prazo.
  • Após o primeiro ano: A taxa passa a ser acumulada diariamente e proporcional ao período de permanência do título na carteira.

A cobrança geralmente ocorre semestralmente (no primeiro dia útil de janeiro ou julho), desde que o valor acumulado ultrapasse R$ 10,00. Alternativamente, pode ser feita no momento do resgate do título ou no pagamento de juros.

Como as taxas são cobradas no Tesouro Direto

  1. Eventos de custódia: No resgate do principal, no pagamento de juros ou em vendas antecipadas, as taxas acumuladas até o momento são cobradas.
  2. Cobrança semestral: Sempre que a soma das taxas ultrapassar R$ 10,00, o valor será descontado no primeiro dia útil de janeiro ou julho.

O Tesouro Direto também oferece um ranking das taxas cobradas pelas instituições financeiras em seu site, ajudando o investidor a escolher a melhor opção para sua estratégia.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Juros
  • taxas
  • Tesouro Direto
  • Títulos públicos
Cotações
15/01/2026 4h34 (delay 15min)
Câmbio
15/01/2026 4h34 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

  • 2

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 3

    Quem é Greg Abel, sucessor de Buffett que começou vendendo garrafas por 5 centavos

  • 4

    O que pode levar a Vale a novas máximas em 2026 após ação subir 40%?

  • 5

    Caso Master expõe riscos dos CDBs, coloca o FGC sob pressão inédita e dá lição ao investidor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Imagem principal sobre o Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Logo E-Investidor
Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Imagem principal sobre o 4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Imagem principal sobre o Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Logo E-Investidor
Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Imagem principal sobre o Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Últimas: Educação Financeira
ITCMD: novas regras do “imposto da herança” entram em vigor em 2026; entenda as mudanças
Educação Financeira
ITCMD: novas regras do “imposto da herança” entram em vigor em 2026; entenda as mudanças

Alterações fazem parte do projeto final de regulamentação da reforma tributária, sancionado por Lula nesta semana

14/01/2026 | 16h26 | Por Beatriz Rocha
Pé-de-Meia 2026: o que acontece com os valores do benefício em caso de desistência do ensino médio?
Educação Financeira
Pé-de-Meia 2026: o que acontece com os valores do benefício em caso de desistência do ensino médio?

Programa paga incentivo pela conclusão do ensino médio e participação no Enem, mas abandono ou repetência podem alterar os valores recebidos

12/01/2026 | 11h21 | Por Camilly Rosaboni
Material escolar 2026: como economizar agora e transformar a compra em lição de educação financeira
Educação Financeira
Material escolar 2026: como economizar agora e transformar a compra em lição de educação financeira

Com preços em alta, organização e planejamento financeiro podem ajudar as famílias a gastar menos sem abrir mão da qualidade

11/01/2026 | 07h30 | Por Camilly Rosaboni
Aposentadoria em 2026: veja o que muda nas regras do INSS e como escolher a melhor opção
Educação Financeira
Aposentadoria em 2026: veja o que muda nas regras do INSS e como escolher a melhor opção

Critérios de pontuação e idade mínima ficam mais rígidos para quem pensa em se aposentar neste ano

11/01/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador