• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Com dólar em alta e juros elevados, vale a pena investir na renda fixa americana?

Veja como esse investimento segue atrativo. Proteção em dólar deve fazer parte da carteira de qualquer investidor

Por Leo Guimarães

02/01/2025 | 13:46 Atualização: 02/01/2025 | 14:22

Novo governo de Donald Trump poderá puxar o ritmo da inflação norte-americana. Foto: AdobeStock
Novo governo de Donald Trump poderá puxar o ritmo da inflação norte-americana. Foto: AdobeStock

Com o dólar acumulando uma alta de 27,9% no ano e taxa Selic elevada, muitos investidores se perguntam se ainda vale a pena pensar em renda fixa americana. Para os especialistas, o câmbio não deve ser um fator a ser considerado, pois a atual conjuntura econômica reforça a importância de se ter reservas em dólar. Investir através da moeda americana combina diversificação cambial a taxas de juros acima da média histórica nos Estados Unidos e proteção contra incertezas fiscais no Brasil.

Leia mais:
  • Ações da CVC despencam em 2024, mas concorrente dispara 104%. Veja por quê
  • Ibovespa hoje acompanha NY e abre sem direção; IPCA-15, dólar e juros entram no radar do investidor
  • Tesouro IPCA+ bate recorde de rendimento com pacote fiscal de Haddad
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

José Maria, coordenador de estratégia da Avenue, argumenta que investimentos em renda fixa americana e brasileira não são excludentes e, por isso, o investidor deve buscar a diversificação entre ativos locais e internacionais. “Uma questão não depende da outra”, diz ele. “Da mesma maneira que alguém pode ter investimento em renda variável e fixa, a renda fixa deve estar diversificada entre nacional, internacional, com dívida corporativa e soberana”, avalia.

  • Leia mais: A recomendação de Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset, para se proteger do risco fiscal em 2025

O especialista pondera que é importante ser criterioso ao investir em dívida corporativa americana, com o investidor priorizando empresas sólidas que não enfrentem dificuldades de refinanciamento em um cenário de juros em alta.

Juros elevados também nos EUA

As recentes indicações do Federal Reserve (Fed), o Banco Central americano, criaram a expectativa de cortes menores nos juros em 2025, elevando as taxas de juros de médio e longo prazo nos EUA, com títulos de 10 anos subindo de 4,2% para 4,5%. Esta seria uma boa oportunidade para o investidor de renda fixa, observa. “O cenário atual de juros altos nos EUA oferece um bom ‘carrego’ (retorno até o vencimento), especialmente em comparação com o final do ano passado, quando se esperavam juros mais baixos”, argumenta.

O que preocupa o Fed é o novo governo de Donald Trump, que poderá puxar o ritmo da inflação norte-americana, com políticas tarifárias mais agressivas. Isso trará impacto global e exigirá uma análise detalhada para investidores brasileiros, alerta o consultor de investimentos Rafael Panonko. Com os juros americanos ainda em patamares elevados, a tendência é de que o dólar siga forte.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“O dólar se valorizou em mais de 20% frente ao real ao longo do ano, o que gerou ganhos significativos para os investidores da moeda norte-americana”, comenta Panonko. “A expectativa é de que essa trajetória de valorização do dólar continue em 2025”, diz, destacando, ainda, a deterioração da situação fiscal brasileira e seus reflexos na moeda brasileira. O governo federal vem passando por uma crise de credibilidade em relação a sua responsabilidade fiscal, diante de um aumento dos gastos em relação ao PIB.

Panoko reforça que títulos americanos de 10 anos continuam sendo uma opção vantajosa para investidores de longo prazo. Mesmo com o ciclo de queda no curto prazo, as taxas atuais ainda são superiores às médias históricas. “Isso torna a renda fixa americana uma alternativa interessante para quem busca estabilidade e rentabilidade no longo prazo.”

  • Leia mais: Bolsa fecha o ano no negativo: da incerteza fiscal aos juros altos, o que pesou no Ibovespa em 2024

Retorno com proteção contra o real

Mas por que investir em renda fixa americana com os os títulos brasileiros também pagando prêmios recordes? Ana Paula Zogbi, gerente de Research e head de conteúdo da Nomad, argumenta que a valorização do dólar favorece investimentos em fundos cambiais e ativos dolarizados. Investir diretamente em ativos no exterior oferece ganhos potenciais maiores, incluindo a valorização cambial e o retorno do ativo financeiro (como “dólar mais taxa” no caso de renda fixa).

Além de buscar bons retornos, a lógica de investir em dólar é dar proteção adicional frente a flutuações do real.

A especialista alerta, no entanto, que a exposição a uma moeda forte deve ser estrutural em qualquer carteira de investimentos, e não uma posição a ser montada e desmontada de acordo com a taxa de câmbio. “Caso o investidor não tenha ainda, é essencial montar essa posição o quanto antes, formando um preço médio para o dólar, aplicando recorrentemente até que a carteira tenha uma fatia relevante aplicada fora do país”, diz. Segundo ela, quem deixa de investir aguardando um dólar mais barato, acabar perdendo a valorização do ativo.

Publicidade

Este é um conceito compartilhado com José Maria da Avenue. Ele lembra que no final de 2023, com o dólar próximo de R$ 5, muitos analistas e investidores previam quedas para R$ 4 ou até R$ 3,50, descartando investimentos em dólar. “No entanto, quem investiu em ativos nos EUA já obteve mais de 20% de retorno só com o câmbio, superando qualquer classe de ativos no Brasil.”

Independente do rumo do dólar, Mayara Rodrigues, analista de renda fixa no Research da XP, reforça que a dolarização do patrimônio deve ser pensada como estratégia de proteção e diversificação. Na sua visão é fundamental manter sempre um percentual de investimentos dolarizado com o percentual dependendo do perfil de cada investidor. “Um bom lugar que a gente considera para começar é estimar quanto dos seus custos, das suas despesas são dolarizados”, diz. Para ela, a dolarização da carteira deve ter como base uma estratégia e não especulação sobre a melhor janela de compra.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Diversificação
  • Dolar
  • EUA
  • Juros
  • proteção cambial
  • Renda fixa
Cotações
20/01/2026 4h55 (delay 15min)
Câmbio
20/01/2026 4h55 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O conselho de carreira de Warren Buffett para jovens profissionais

  • 2

    FGC inicia pagamento de R$ 40,6 bilhões a investidores com CDBs do Banco Master; veja como receber

  • 3

    5 cursos gratuitos para investir melhor em 2026

  • 4

    CDBs do Master: é preciso declarar imposto de renda sobre recebimentos do FGC?

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em leve alta em meio a tensões EUA-Europa e com foco no FGC e Master

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Cidade no estado do Rio de Janeiro convoca aposentados para prova de vida; veja prazo
Logo E-Investidor
Cidade no estado do Rio de Janeiro convoca aposentados para prova de vida; veja prazo
Imagem principal sobre o Gás do Povo para Bolsa Família: saiba quantos integrantes devem estar no CadÚnico
Logo E-Investidor
Gás do Povo para Bolsa Família: saiba quantos integrantes devem estar no CadÚnico
Imagem principal sobre o FGC começa a pagar garantias do Master; veja tudo que você precisa saber
Logo E-Investidor
FGC começa a pagar garantias do Master; veja tudo que você precisa saber
Imagem principal sobre o Além da Mega da Virada, quais são as outras edições especiais da Caixa?
Logo E-Investidor
Além da Mega da Virada, quais são as outras edições especiais da Caixa?
Imagem principal sobre o 5 instituições que usam o app gov.br para realizar a prova de vida
Logo E-Investidor
5 instituições que usam o app gov.br para realizar a prova de vida
Imagem principal sobre o Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença: qual a diferença entre os benefícios?
Logo E-Investidor
Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença: qual a diferença entre os benefícios?
Imagem principal sobre o BPC oferece novo valor aos idosos em 2026; veja quanto
Logo E-Investidor
BPC oferece novo valor aos idosos em 2026; veja quanto
Imagem principal sobre o Motoristas de Uber podem pagar menos no Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Logo E-Investidor
Motoristas de Uber podem pagar menos no Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Últimas: Educação Financeira
Feriado de São Sebastião 2026: veja onde o 20 de janeiro é celebrado e o que funciona no dia
Educação Financeira
Feriado de São Sebastião 2026: veja onde o 20 de janeiro é celebrado e o que funciona no dia

Feriado religioso em algumas cidades do Brasil pode alterar o funcionamento de bancos, repartições públicas e serviços

19/01/2026 | 11h45 | Por Camilly Rosaboni
CDBs do Banco Master: veja quais documentos você deve separar para receber a garantia do FGC
Educação Financeira
CDBs do Banco Master: veja quais documentos você deve separar para receber a garantia do FGC

Investidores já podem antecipar cadastro, reunir documentos e agilizar o pagamento de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ

19/01/2026 | 11h17 | Por Camilly Rosaboni
Pé-de-Meia 2026: como planejar o uso do benefício para construir uma vida financeira além do ensino médio
Educação Financeira
Pé-de-Meia 2026: como planejar o uso do benefício para construir uma vida financeira além do ensino médio

Especialistas explicam como organizar e investir os recursos da poupança estudantil para criar hábitos financeiros desde a juventude

18/01/2026 | 05h30 | Por Camilly Rosaboni
CDBs do Master: é preciso declarar imposto de renda sobre recebimentos do FGC?
Educação Financeira
CDBs do Master: é preciso declarar imposto de renda sobre recebimentos do FGC?

Quando pagos, valores já vão cair na conta com o desconto devido; alíquotas vão de 22,5% a 15% a depender do prazo do investimento

17/01/2026 | 10h29 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador