• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Como renegociar as dívidas e reduzir o pagamento de juros

O ideal é sempre comparar a taxa aplicada no seu empréstimos com as outras disponíveis no mercado

Por Daniel Rocha

11/05/2022 | 17:25 Atualização: 28/10/2022 | 11:00

Saber como negociar dívidas é a chave para conseguir equilibrar as finanças e não ficar com o "nome sujo" (Foto: Envato Elements)
Saber como negociar dívidas é a chave para conseguir equilibrar as finanças e não ficar com o "nome sujo" (Foto: Envato Elements)

Organizar as próprias finanças nem sempre é uma tarefa simples. Dependendo da renda e das responsabilidades que precisam ser cumpridas, a tarefa se torna uma missão árdua devido ao “malabarismo” necessário para encaixar todas as despesas no orçamento.

Leia mais:
  • Empréstimo com juro zero: como funciona?
  • Inflação em 11,30%. Como driblar a alta dos preços dos alimentos?
  • “Padrão de vida”: como essa ideia pode afetar o seu bolso
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Com a inflação na casa dos dois dígitos, o desafio se torna ainda maior. Para esses casos, uma das soluções apontadas pelos especialistas é a troca de dívidas “caras” por dívidas consideradas “baratas”, ou seja, a renegociação e substituição de empréstimos com juros mais altos por financiamentos de juros mais baixos, o que pode facilitar as condições de pagamento.

Segundo Vinícius Aloe, sócio e diretor de produtos da Agi, esse “detalhe” na hora de contratar uma linha de crédito deve ser bastante analisado pelo consumidor, pois quanto mais baixos forem os juros mais acessível será o pagamento do empréstimo.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Você não paga apenas o montante emprestado, mas também remunera a instituição financeira que lhe emprestou o dinheiro”, explica Aloe.

Mas afinal, como negociar dívidas?

Com essa atenção voltada para os juros, o ideal é comparar a taxa aplicada no seu empréstimos com as outras disponíveis no mercado ao pensar em como negociar dívidas.

Neste trabalho,  Eduardo Filho, especialista em educação financeira e de investimentos da Ágora, cita a Selic, que está a 13,75% ao ano, como um dos parâmetros para avaliar se aquela dívida é “cara” ou não.

No que diz respeito à taxa, além de ser um instrumento de combate à inflação, é considerada um indicador de referência para o mercado sobre a cobrança de juros no País. Porém, ela não é o único método comparativo.

Para quem necessita de uma visão mais detalhada da taxa de juros aplicada no mercado, Filho sugere ao consumidor a consulta de todas as taxas de juros que são trabalhadas pelas instituições financeiras que estão disponíveis no site do Banco Central (BC).

Publicidade

“Você encontra tudo ali (no site do Banco Central): taxas de crédito consignado, crédito pessoal, financiamento de veículos ou de imóveis”, afirma Filho. A partir dessa visualização, é possível analisar qual a instituição que pode oferecer uma melhor condição de pagamento para a sua dívida.

“Se eu identificar uma melhor oportunidade em outra instituição, posso solicitar uma avaliação ou uma simulação de empréstimo até pensando em uma portabilidade de crédito”, explica Filho sobre as possibilidades disponíveis no mercado.

Crédito consignado para negociar dívidas

A outra sugestão de como negociar dívidas é o crédito consignado. Segundo Aloe, como o desconto é feito já no salário, os juros tendem a ser menores devido à garantia de pagamento em comparação aos empréstimos tradicionais, como cartão de crédito e cheque especial.

“É uma dívida que pode ser benéfica para o consumidor porque é uma dívida de juros menores, de prazos mais longos por ter um risco menor de operação”, afirma Aloe.

A antecipação do saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) também é outra saída que pode ser benéfica para o consumidor que pens aem como negociar dívidas e sair do vermelho. “Possui uma estrutura de risco muito mais baixa e o valor já está na conta do consumidor, mas ele não tem o acesso”, afirma Aloe.

Publicidade

Conversar com o gerente do banco para tentar uma renegociação da dívida com taxas de juros mais acessíveis é mais uma alternativa, citada pelos especialistas, que pode gerar bons resultados.

Famílias endividadas

Segundo os dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), oito de cada 10 famílias relataram ter algum débito em atraso neste mês de outubro. Para esse grupo, os maiores problemas estão em gastos como contas de luz, de telefone e de internet, carnês de loja e prestações de carro e casa.

Quando observamos o valor das dívidas, as somatórias ultrapassam R$ 289 bilhões de acordo com o Serasa. Desse total, 28% tem relação com pendências com bancos e cartão de crédito, enquanto os outros 72% ficam com as chamadas “contas do dia a dia” – ou seja, água, luz, telefone e carnês de lojas.

De acordo com a entidade, a inflação elevada é a principal causa para o aumento do endividamento uma vez que surge entre os consumidores a necessidade de recomposição de renda para manter o seu padrão de vida.

O problema é que esse cenário se torna mais prejudicial para as pessoas menos alfabetizadas financeiramente, justamente porque elas costumam recorrer ao crédito mais caro.

Publicidade

Na avaliação de André Barretto, CEO do aplicativo de educação financeira N2, isso acontece porque esse público não tem o conhecimento necessário para comparar as opções de crédito disponíveis no mercado e ainda apresenta dificuldades na hora de organizar o próprio orçamento.

“As pessoas buscam solucionar o problema de forma rápida, mas perdem a noção do parâmetro de comparação. Então, falta visão de longo prazo e a percepção de que pequenos gastos podem fazer diferença na sua vida financeira”, ressalta Barretto.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Cartão de crédito
  • Conteúdo E-Investidor
  • dívidas
  • Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
  • Inflação
Cotações
26/02/2026 1h53 (delay 15min)
Câmbio
26/02/2026 1h53 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde com tarifas de Trump no radar e impulso de Vale e Petrobras

  • 2

    Bitcoin hoje a US$ 65 mil testa investidores em meio à volatilidade: “Mercado não espera consenso para vender”, diz Fabrício Tota

  • 3

    Isa Energia, Taesa e Axia: quem sustenta dividendos na nova safra de balanços

  • 4

    Como o negócio de “dívida infinita” do Master sobreviveu a duas liquidações de bancos

  • 5

    JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: o vale para recarga é cumulativo? Entenda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: o vale para recarga é cumulativo? Entenda
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (25)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (25)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (25)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (25)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 6 situações que podem constar no CPF
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 6 situações que podem constar no CPF
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como verificar pendências no CPF?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como verificar pendências no CPF?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como consultar a situação cadastral do CPF?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como consultar a situação cadastral do CPF?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: como vincular conta para saque no aplicativo?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: como vincular conta para saque no aplicativo?
Imagem principal sobre o INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Logo E-Investidor
INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Últimas: Educação Financeira
Com reforma tributária, imposto sobre herança deve mudar em São Paulo; veja impacto
Educação Financeira
Com reforma tributária, imposto sobre herança deve mudar em São Paulo; veja impacto

No Estado, dois Projetos de Lei (PLs) em tramitação propõem diferentes modelos progressivos para o imposto da herança

25/02/2026 | 10h17 | Por Beatriz Rocha
Imposto de herança: o que muda com a reforma tributária e como 2026 afeta seu planejamento
Educação Financeira
Imposto de herança: o que muda com a reforma tributária e como 2026 afeta seu planejamento

Com novo cálculo e alíquotas progressivas obrigatórias, ITCMD deve pesar mais no bolso dos herdeiros

25/02/2026 | 10h17 | Por Beatriz Rocha
O período mais crítico do ano para o seu orçamento começa agora; veja como se proteger em 5 passos
Educação Financeira
O período mais crítico do ano para o seu orçamento começa agora; veja como se proteger em 5 passos

Passada a folia, é hora de reorganizar o orçamento e ajustar metas para garantir previsibilidade financeira nos próximos meses

24/02/2026 | 15h12 | Por Isabel Rocha
Seus dólares podem render até a data da viagem: veja como funciona a conta remunerada e quais apps usar
Educação Financeira
Seus dólares podem render até a data da viagem: veja como funciona a conta remunerada e quais apps usar

Com câmbio instável, viajantes buscam previsibilidade, redução de taxas e rendimento em dólar por meio de contas globais e cartões multimoeda

24/02/2026 | 14h31 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador