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Investimentos

O que o ex-presidente do BC Armínio Fraga diz sobre investir em 2024

Ele fala sobre o cenário econômico e deixa o seu conselho para construir uma carteira de investimentos

Por Renato Vieira

11/12/2023 | 3:00 Atualização: 12/12/2023 | 7:45

Armínio Fraga. Foto: Silvana Garzaro/Estadão
Armínio Fraga. Foto: Silvana Garzaro/Estadão

Com o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ano de 2023 começou quente no terreno político, mas terminou com alguns avanços na pauta econômica, como a tramitação da reforma tributária no Congresso e a sanção presidencial, com vetos, do arcabouço fiscal defendido pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad.

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Porém, na visão de Armínio Fraga, economista, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio da Gávea Investimentos, as ações não foram suficientes para melhorar a economia nacional. Ele avalia, por exemplo, que o Congresso não tem mostrado compromisso com a responsabilidade fiscal. Como ponto positivo, ele destaca a discussão da reforma tributária, uma pauta que vem sendo debatida há décadas, apesar de o texto ter muitas exceções.

Com esses fatores em mente, Fraga diz que um cenário de Selic (a taxa básica de juros da economia) em um dígito provavelmente não vai se materializar em 2024. Na visão dele, a inflação está baixa do ponto de vista histórico, mas elevada do ponto de vista dos objetivos do Banco Central.

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Em entrevista para o guia de fim de ano do E-Investidor, ele falou sobre os desafios no cenário econômico e deixou o seu conselho para construir uma carteira de investimentos à prova do risco-Brasil. Para ler a entrevista completa, onde o ex-BC fala sobre oportunidades na bolsa, investimento estrangeiro e o maior desafio para 2024, acesse o e-book gratuito Onde Investir na Renda Fixa em 2024.

E-Investidor – Como o Sr. avalia o primeiro ano do governo Lula 3?

Armínio Fraga  – É importante olhar para o clima geral, pois ele traz um pano de fundo importante. As naturais tensões entre os poderes vinham em níveis maiores do que o próprio desenho da democracia prevê e, com o 8 de janeiro, a coisa se manteve quente por um tempo. De lá para cá, as coisas se acalmaram. Alguns temas de grande visibilidade internacional evoluíram positivamente, sobretudo aqueles ligados à mudança climática. Houve a aprovação do arcabouço fiscal, que propõe um ajuste relativamente pequeno [nas contas públicas] — e que, na prática, tudo indica que não vai ser cumprido. Dentro desse capítulo, vigorou durante este ano a noção de déficit zero, que não vai ocorrer. A leitura de que essa é a solução deixa de lado um fato muito simples: o déficit que se pretende zerar é o primário [que desconsidera o pagamento de juros da dívida pública].

Na medida em que se incorpore a conta de juros, o déficit público vai continuar elevado. Estamos falando de juros reais de 5%, 6% em cima de uma dívida de três quartos do PIB e de um crescimento modesto. Isso significa que a relação dívida-PIB deve seguir crescendo, algo não recomendável.

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A Selic iniciou uma trajetória de queda, mas o risco fiscal continua no radar e os juros seguem altos nos EUA. O que esperar a partir de janeiro?

Acho que o cenário de Selic em um dígito provavelmente não vai se materializar. Isso não é torcida, é uma leitura realista da situação. Mas alguma queda da Selic no curto prazo parece ser o cenário com o qual o Banco Central (BC) trabalha. Temos uma inflação baixa do ponto de vista histórico, mas alta do ponto de vista dos objetivos formais do BC. Fora do Brasil, o momento é muito tenso. Qualquer cenário tem que levar em conta os chamados riscos de cauda. Eu me refiro aos cenários mais extremos: guerras, pandemia e mudança climática e os desentendimentos entre Estados Unidos e China.

Acesse o e-book gratuito Onde Investir na Renda Fixa em 2024 para conferir a entrevista completa!

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