• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Banco do Brasil (BBAS3) divulga balanço do 4T25 hoje: o que observar nos números

Resultado do Banco do Brasil chega pressionado por crédito no agronegócio, provisões elevadas e expectativa pelo guidance de 2026

Por Isabela Ortiz

11/02/2026 | 9:53 Atualização: 11/02/2026 | 9:57

Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 em meio à pressão no crédito do agronegócio e expectativa por sinalizações para 2026. (Foto: Adobe Stock)
Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 em meio à pressão no crédito do agronegócio e expectativa por sinalizações para 2026. (Foto: Adobe Stock)

O Banco do Brasil (BBAS3) divulga nesta quarta-feira (11), após o fechamento do mercado, o balanço do quarto trimestre de 2025 (4T25). O resultado chega cercado de expectativas e cautelas após um ano marcado por forte deterioração da qualidade da carteira de crédito, sobretudo no agronegócio, aumento expressivo das provisões e revisão para baixo do guidance (projeções) ao longo de 2025.

Leia mais:
  • IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos
  • Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?
  • Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O E-Investidor reuniu as principais análises de especialistas sobre o que o acionista deve observar no balanço e nas sinalizações para 2026.

Carteira de crédito segue pressionada pelo agronegócio

O principal ponto de atenção continua sendo a qualidade da carteira de crédito. O Banco do Brasil mantém cerca de um terço de sua exposição concentrada no agronegócio, característica estrutural do banco, que funciona como alavanca em momentos favoráveis, mas pesa nos ciclos adversos.

“Não devemos ver grandes mudanças estruturais na carteira no curto prazo”, afirma Victor Bueno, sócio e analista de ações da Nord Investimentos. Segundo ele, o banco colheu frutos entre 2022 e 2024, período de super safra, preços favoráveis e juros mais baixos, mas agora enfrenta o movimento inverso.

“Mesmo com safra recorde em 2025, o produtor está pressionado por juros elevados e por dívidas carregadas dos últimos anos, o que eleva a inadimplência e as provisões”, explica Bueno.

Essa leitura é compartilhada por Tiago Veloso, economista formado no Ibmec, que destaca o caráter estrutural da exposição do BB ao agro. “Quando o setor está bem, isso impulsiona o resultado. Em períodos de estresse, essa mesma característica pesa contra”, afirma. Para ele, o grande desafio do banco é reduzir a inadimplência acima de 90 dias e conseguir rolar essas dívidas de forma organizada, sem comprometer a rentabilidade futura.

  • MP do agro promete alívio ao Banco do Brasil (BBAS3); será o início da virada em 2026?

No terceiro trimestre de 2025, a inadimplência acima de 90 dias saltou para 4,93%, enquanto provisões cresceram 77%. Para o 4T25, a expectativa do mercado é de continuidade da pressão, sem sinais claros de reversão imediata, segundo análise de Régis Chinchila, da Terra Investimentos.

Margem financeira: estabilidade bruta, pressão líquida

Em relação à margem financeira, os analistas não esperam grandes surpresas na comparação trimestral. A margem financeira bruta tende a se manter relativamente estável, sustentada pelo crescimento da carteira de crédito e pela contribuição da tesouraria, que ainda se beneficia de juros elevados.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“O problema não está na geração de margem bruta, mas no custo do crédito”, explica Victor Bueno. “As provisões seguem consumindo parte relevante do resultado financeiro, o que deve pressionar novamente a margem financeira líquida”, afirma o especialista.

Na comparação com os grandes bancos privados, o banco aparece em desvantagem.

“O BB depende muito do agro e tem menos flexibilidade para repassar custos do que Itaú, Bradesco e Santander”, afirma Tiago Veloso.

Enquanto os privados contam com carteiras mais diversificadas e maior eficiência na precificação do risco, o BB sofre mais em cenários de estresse de crédito.

Ainda assim, segundo Tales Barros, líder de renda variável da W1 Capital, a margem do banco segue resiliente. “No trimestre anterior, a margem foi sustentada pelo crescimento das receitas com crédito e por uma boa contribuição da tesouraria. Isso tende a se repetir, ainda que com alguma compressão no acumulado do ano”, detalha Barros.

ROE segue deprimido e distante dos pares

Outro ponto-chave do balanço é a rentabilidade. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) do Banco do Brasil caiu de 21,5% no terceiro trimestre de 2024 para 8,4% no 3T25, refletindo o impacto direto do aumento das provisões.

Para o 4T25, a expectativa é de leve melhora sequencial, mas ainda em patamar baixo. “Devemos ver um ROE na casa de 8% a 9%, o que colocaria o banco muito distante dos pares”, afirma o sócio da Nord. Itaú (ITUB4), por exemplo, reportou ROE próximo de 24%, enquanto Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) operam entre 15% e 17%.

Publicidade

Na visão do economista Veloso, esse diferencial é relevante em um cenário de juros em queda. “Quando o juro cai, o investidor passa a pagar mais por previsibilidade, qualidade e consistência de resultados. Para recuperar esse prêmio, o BB precisa mostrar uma normalização clara da carteira, especialmente no agronegócio”, explica.

O líder de renda da W1 Capital pondera que o banco pode estar próximo de um piso cíclico de rentabilidade. “A queda do ROE não reflete uma deterioração operacional estrutural, mas sim o pico do custo de crédito. Existe potencial de recuperação à medida que esse custo normalize, especialmente a partir do segundo semestre”, afirma.

Guidance de 2026 no centro das atenções

Se o balanço do trimestre deve trazer poucas surpresas, o grande foco do mercado estará no guidance para 2026. Ano passado, o BB começou o ano com projeções otimistas, mas foi forçado a revisar números e cortar expectativas de lucro e dividendos ao longo do caminho. “O mercado chega bastante cético”, diz Bueno.

“O banco já sinalizou payout [porcentagem de lucro líquido distribuído aos acionistas] de 30% para 2026, o que reforça uma leitura mais conservadora, com menos espaço para dividendos”, defende o sócio.

Segundo Régis Chinchila, a expectativa é de um guidance prudente, com crescimento mais moderado da carteira e forte ênfase no controle de custos e de risco. “A grande dúvida é se o banco conseguirá sinalizar estabilização das provisões no agronegócio. Isso seria fundamental para projetar um lucro mais robusto”, afirma Chinchila.

O economista Tiago Veloso destaca três pontos que devem nortear o guidance:

  • O nível de conforto com as provisões;
  • O ritmo de crescimento do crédito em um cenário de juros ainda elevados; e
  • A disciplina de custos em um ambiente competitivo.

“A queda de juros ajuda, mas a conta dos juros altos contratados no passado ainda não foi totalmente paga”, acrescenta.

Na visão de Barros, há espaço para um tom um pouco mais construtivo para o Banco do Brasil, olhando adiante. Com a perspectiva de início do ciclo de cortes de juros e alguma recuperação nos preços das commodities agrícolas, o cenário para 2026 pode ser mais equilibrado. “A administração tem mostrado disciplina de custos e foco em tecnologia para ganhar eficiência operacional”, ressalta o especialista.

O que o investidor deve observar

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco do Brasil
  • Banco do Brasil (BBAS3)
  • bbas3
  • Conteúdo E-Investidor
Cotações
05/04/2026 13h35 (delay 15min)
Câmbio
05/04/2026 13h35 (delay 15min)
Banco do Brasil (BBAS3)

Banco do Brasil (BBAS3)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    A Páscoa ficou mais cara? Chocolate e bacalhau explicam por que a conta pesa no bolso

  • 2

    Guerra no Irã afasta turistas, derruba vendas de luxo em 50% no Oriente Médio e acende alerta entre marcas globais

  • 3

    Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?

  • 4

    O IPO da SpaceX é ótimo, mas não vai gerar um retorno de 100 vezes o investimento

  • 5

    Moody's rebaixa rating do Banco de Brasília para 'perto de default'; banco Digimais também é rebaixado

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: até quando o prêmio de R$ 40 milhões pode ser pago?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: até quando o prêmio de R$ 40 milhões pode ser pago?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: relembre quantas apostas ganharam no ano passado
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: relembre quantas apostas ganharam no ano passado
Últimas: Investimentos
Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?
Investimentos
Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?

Alta nos preços ao consumidor reflete custos repassados, enquanto commodity recua; especialistas opiniam sobre oportunidades em ETFs de cacau

05/04/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022
Investimentos
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022

As entradas de capital internacional estão relacionadas ao nível de preço mais convidativos das ações nacionais em relação ao exterior

02/04/2026 | 15h24 | Por Ana Paula Machado, Maria Regina Silva e Caroline Aragaki
Carteiras recomendadas: com R$ 53 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril
Investimentos
Carteiras recomendadas: com R$ 53 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril

Mesmo com volatilidade global, entrada de capital externo impõe viés construtivo e orienta ajustes pontuais nos portfólios

02/04/2026 | 12h21 | Por Isabela Ortiz
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra
Investimentos
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra

Guerra no Oriente Médio leva mercados globais a mês negativo, mas analistas dizem ver fundamentos que sustentam melhor trimestre em anos da B3

02/04/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador