• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Brasileiras no top global de dividendos valem o investimento? Veja as recomendações

Charme com volume elevado de proventos em dólares esbarra quando o retorno é traduzido para o dividend yield

Por Katherine Rivas
Editado por Geovana Pagel

10/03/2025 | 3:00 Atualização: 07/03/2025 | 16:50

Muito glamour, mas essas empresas têm fundamentos para o longo prazo? A 45ª edição do Índice Global de Dividendos da gestora britânica Janus Henderson analisou as 1.200 maiores companhias do mundo por capitalização de mercado, responsáveis por 90% dos proventos distribuídos globalmente.

Leia mais:
  • Pagamento de dividendos cai 9% no Brasil; veja as empresas que mais distribuíram proventos
  • Vale ou Banco do Brasil: quem engordou mais o bolso dos investidores na última década?
  • Auren e seus dividendos: hora de vender ou de comprar na baixa?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Entre as 20 maiores pagadoras de dividendos de 2024, a Petrobras (PETR4) ocupou a 14ª posição. No total, dez empresas brasileiras entraram no ranking das 1.200, somando US$ 22,4 bilhões em dividendos pagos no ano passado. Porém, o Brasil registrou uma queda de 9% nas distribuições, considerando dividendos extraordinários, câmbio e fatores técnicos.

Confira a lista completa das brasileiras no ranking:

  • Petrobras (PETR4) – US$ 10,83 bilhões
  • Vale (VALE3) – US$ 4,16 bilhões
  • Banco do Brasil (BBAS3) – US$ 2,71 bilhões
  • Ambev (ABEV3) – US$ 1,70 bilhão
  • Bradesco (BBDC4) – US$ 887 milhões
  • Telefônica Brasil (VIVT3) – US$ 847 milhões
  • B3 (B3SA3) – US$ 437 milhões
  • Weg (WEGE3) – US$ 336 milhões
  • Suzano (SUZB3) – US$ 315 milhões
  • Eletrobras (ELET6) – US$ 158 milhões

A Janus Henderson adota uma metodologia pouco convencional para classificar as maiores pagadoras de dividendos do mundo. A gestora considera os proventos pagos até 31 de dezembro de cada ano em valores brutos, com base no número de ações na data do pagamento, convertendo o total para dólares. Isso permite identificar as empresas que mais desembolsaram dividendos em um ano, mas não necessariamente indica bons pagadores recorrentes para uma carteira de dividendos de longo prazo.

Distribuições elevadas podem ser pontuais, impulsionadas por dividendos extraordinários ou antecipação de proventos. “Na bolsa brasileira, já teve até casos de empresas que tomaram dívidas para distribuir dividendos”, lembra Lucas Lima, analista-chefe da VG Research. Além disso, analistas recomendam que o volume bruto seja analisado e comparado com o valor de mercado da empresa. A dica é observar também o dividendo por ação e o preço do papel, para entender qual foi o dividend yield (retorno em dividendos).

Victor Bueno, sócio e analista da Nord Research, destaca o caso da Weg (WEGE3). Apesar da companhia ter distribuído US$ 336 milhões em dividendos, seu dividend yield em 2024 foi de apenas 1,44%. Para uma ação valer a pena para uma carteira de dividendos, tem que ter no mínimo 6% de retorno em proventos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Segundo Bueno, a Weg mantém um payout próximo de 50% desde 2006, mas a valorização das ações reduziu a atratividade dos dividendos.

Assim como a Weg, outras empresas da lista podem ser bons investimentos, mas não garantirão uma boa renda passiva.

Veja então qual foi o retorno em dividendos (dividend yield) em 2024 e o dividendo por ação e tire suas conclusões:

Empresas que servem para dividendos no longo prazo

Eleitas por unanimidade

Vale (VALE3), Banco do Brasil (BBAS3) e Eletrobras (ELET6) foram escolhidas pelos analistas como boas opções para uma carteira de dividendos no longo prazo.

Vale (VALE3)

A mineradora tem reduzido seus dividendos nos últimos anos, pagando US$ 4,16 bilhões em 2024, abaixo dos US$ 5,78 bi em 2023 e US$ 6,86 bi em 2022. Faz alguns anos que ela não consegue retornar ao ranking das TOP20 pagadoras do mundo e ainda deve demorar para isso.

Analistas apontam fatores como a economia chinesa e oscilações no preço do minério de ferro entre as causas que impactaram os resultados. “Isso gera volatilidade nos lucros, apesar disso os dividendos da Vale foram satisfatórios, de US$ 4,16 bilhões”, diz Bueno.

Para Bruno Oliveira, analista do Vida de Acionista, apesar da volatilidade, a empresa segue atrativa para renda passiva no longo prazo. Ele destaca que, até 2026, os dividendos devem ser menores devido aos acordos de Mariana e Brumadinho, mas podem aumentar a partir de 2027. Vale lembrar que os maiores valores destes acordos serão desembolsados até 2026, mas o principal será pago neste ano, de R$ 11 bilhões.

Publicidade

No entanto, ele ressalta o risco de novos problemas ambientais,  como ruptura de novas barragens no futuro, que podem impactar a cotação. “O investidor que pretende se expor a Vale tem que ter isso em mente na sua análise”, observa.

Lima, da VG, aponta a forte geração de caixa e baixo endividamento da empresa, atualmente no patamar de 0,90 dívida líquida/ebitda. Mas reforça que os dividendos não devem ultrapassar 10% até 2026, por conta dos acordos de Mariana, os preços baixos do minério de ferro e o cenário econômico desafiador na China.

Banco do Brasil (BBAS3)

Por ser estatal, o BB carrega tanto riscos quanto oportunidades. Milton Rabelo, analista da VG Research, lembra que o governo sofre com uma crise fiscal há anos e tem interesse em bons dividendos das estatais, beneficiando por carona acionistas minoritários. O banco tem distribuído entre 40% e 45% do lucro em proventos nos últimos anos e pretende manter esse nível em 2025. A gestão já chegou a afirmar que busca os 45% de payout (parcela do lucro destinada a dividendos) para este ano. Já para os próximos, as distribuições não devem superar os 45%.

As ações do BB seguem descontadas, negociadas a 0,89 vez seu valor patrimonial. O próprio CFO do BB, Geovanne Tobias, atribui isso a um “preconceito” do mercado e, por ora, não enxerga muita solução para isso.

Oliveira destaca a perenidade do BB, que atravessou crises ao longo dos seus 200 anos de existência, mas lembra que, entre os grandes bancos, ele tem a maior volatilidade nos lucros. “É uma empresa perene, que se adequa ao longo prazo e tem pagado bons proventos aos seus acionistas”, comenta.

Publicidade

Desde 2023, o BB remunera os seus investidores com uma frequência de 8 vezes por exercício – sendo 7 pagamentos no ano vigente e 1 pagamento no ano subsequente – na modalidade de dividendos e juros sobre capital próprio.

Para 2025, diante dos juros elevados e a inadimplência do agronegócio, analistas estimam dividendos mais modestos.

Eletrobras (ELET6)

Renato Reis, analista da Blue3 Research, considera a Eletrobras uma empresa sólida, com forte geração de caixa e capacidade de distribuir dividendos consistentes. Como a expansão no setor elétrico é limitada por leilões e aquisições, o excesso de remuneração é revertido em proventos.

Oliveira acrescenta que as mudanças no mercado de energia, com preços maiores de comercialização, podem favorecer a companhia, permitindo receitas mais robustas no futuro. Isso porque a Eletrobras tem um portfólio de energia descontratado, o que permite maior liberdade de negociação.

Apesar de não ser a melhor pagadora de dividendos no curto prazo, a empresa já estuda adotar pagamentos trimestrais e pode ficar interessante no longo prazo, na visão dos analistas.

Publicidade

Veja abaixo o que esperar destas 3 ações em 2025

As que dividem opiniões

Além dessas três empresas, outras ações dividem opiniões entre os analistas para uma carteira de dividendos de longo prazo. Há quem goste e quem tenha ressalvas. São estas: Petrobras (PETR4), Bradesco (BBDC4), Telefônica Brasil (VIVT3) e B3 (B3SA3).

Publicidade

Lima define a Petrobras como uma máquina de dividendos, com retorno total de 1.200% nos últimos 10 anos. “Sem dividendos, o retorno foi de aproximadamente 290%”, destaca. Ele ressalta que a empresa é forte geradora de caixa, com baixo endividamento, e estima retorno de 14% em dividendos regulares em 2025, podendo ser maior com proventos extraordinários.

Sobre o prejuízo no 4°TRI24, acredita em normalização já no 1°TRI25, impulsionada pela valorização do real e o reajuste de 6,3% no diesel. “A gestão da petroleira já manifestou que os investimentos do trimestre serão significativamente menores. A Petrobras destina seu caixa para o plano de negócios e o excedente vira dividendos”, acrescenta.

Já Oliveira é cético e lembra que, antes de 2020, a Petrobras mal pagava dividendos. Além da volatilidade do petróleo, ele vê riscos em investimentos pouco rentáveis, como refinarias, e não considera a ação adequada para ter por décadas na carteira. “Pode ser uma armadilha para o investidor”, aponta.

Veja abaixo o que esperar destas 4 ações em 2025

Publicidade

Quais empresas não servem para dividendos?

Três companhias se encaixam nessa categoria: Weg (WEGE3), Ambev (ABEV3) e Suzano (SUZB3). Não são empresas ruins, mas não entregam retornos interessantes para quem busca se aposentar com dividendos.

Na Weg, Oliveira destaca que o problema está na cultura da empresa, que prioriza reinvestir lucros e capital na própria companhia, favorecendo sua valorização, mas mantendo um dividend yield baixo. “Não significa que ela ignore seus acionistas, mas seu histórico de eficiência no crescimento dificulta que se encaixe como boa pagadora de proventos”, diz o analista do Vida de Acionista.

Reis, da Blue3, elogia a Weg e cita um crescimento da empresa de 10% a 15% ao ano, com margens dolarizadas, mas reforça que “é uma ação cara e por isso o dividend yield é baixo”. Para ele, o ativo serve para uma estratégia de valorização, aliada a ótima qualidade e fundamentos da Weg.

Na Ambev, Bueno destaca a volatilidade dos resultados nos últimos anos, que impede previsibilidade nos proventos, especialmente no longo prazo.

A Suzano, apesar da robustez, é cíclica e depende do preço da celulose. Seu dividend yield é historicamente baixo, assim como a Weg. “É uma empresa excelente, mas gosta de crescer, então o lucro muitas vezes vai para expansão ou redução de dívida. Só paga dividendo quando não quer crescer”, explica Reis.

Bueno avalia que, dependendo do preço de compra, Suzano até pode fazer sentido, mas não está entre as favoritas para dividendos no longo prazo.

Veja abaixo o que esperar destas 3 ações em 2025

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Conteúdo E-Investidor
  • dividend yield
  • Dividendos
  • empresas brasileiras
  • janus henderson
Cotações
02/04/2026 19h53 (delay 15min)
Câmbio
02/04/2026 19h53 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Banco do Brasil sofre com agro, mas guerra no Irã pode virar o jogo; e os dividendos?

  • 2

    Brasileiro quer guardar dinheiro, mas não consegue: cansaço e falta de rotina travam finanças em 2026

  • 3

    Inédito: Estadão lança treinamento virtual que alia inteligência fiscal na prática à construção de patrimônio

  • 4

    Carteiras recomendadas: com R$ 51 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril; veja as escolhas de bancos e corretoras para este mês

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Onde solicitar o seguro-desemprego?
Logo E-Investidor
Onde solicitar o seguro-desemprego?
Imagem principal sobre o Bolsa Família bloqueado: quanto tempo a família tem para resolver o problema?
Logo E-Investidor
Bolsa Família bloqueado: quanto tempo a família tem para resolver o problema?
Imagem principal sobre o Bolsa Família bloqueado? Entenda o que acontece se situação não for resolvida no prazo
Logo E-Investidor
Bolsa Família bloqueado? Entenda o que acontece se situação não for resolvida no prazo
Imagem principal sobre o O número do PIS não apareceu na Carteira de Trabalho Digital? Entenda o que pode ser
Logo E-Investidor
O número do PIS não apareceu na Carteira de Trabalho Digital? Entenda o que pode ser
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: quais alunos do ensino médio podem sacar R$ 1.000 no fim do ano?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: quais alunos do ensino médio podem sacar R$ 1.000 no fim do ano?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: por quanto tempo o benefício pode ficar bloqueado?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: por quanto tempo o benefício pode ficar bloqueado?
Imagem principal sobre o 5 documentos que aposentados devem ter em mãos para conseguir sacar o FGTS
Logo E-Investidor
5 documentos que aposentados devem ter em mãos para conseguir sacar o FGTS
Imagem principal sobre o Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Logo E-Investidor
Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Últimas: Investimentos
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022
Investimentos
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022

As entradas de capital internacional estão relacionadas ao nível de preço mais convidativos das ações nacionais em relação ao exterior

02/04/2026 | 15h24 | Por Ana Paula Machado, Maria Regina Silva e Caroline Aragaki
Carteiras recomendadas: com R$ 51 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril; veja as escolhas de bancos e corretoras para este mês
Investimentos
Carteiras recomendadas: com R$ 51 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril; veja as escolhas de bancos e corretoras para este mês

Mesmo com volatilidade global, entrada de capital externo impõe viés construtivo e orienta ajustes pontuais nos portfólios

02/04/2026 | 12h21 | Por Isabela Ortiz
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra
Investimentos
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra

Guerra no Oriente Médio leva mercados globais a mês negativo, mas analistas dizem ver fundamentos que sustentam melhor trimestre em anos da B3

02/04/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza
Guerra leva Bolsas de Nova York às mínimas do ano e reabre janela para investir lá fora
Investimentos
Guerra leva Bolsas de Nova York às mínimas do ano e reabre janela para investir lá fora

S&P 500 cede 5% em março, pior desempenho mensal em 12 meses; preços voltara aos níveis do Liberation Day, mas com menos alarde no mercado

02/04/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador