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Investimentos

Brasileiras no top global de dividendos valem o investimento? Veja as recomendações

Charme com volume elevado de proventos em dólares esbarra quando o retorno é traduzido para o dividend yield

Por Katherine Rivas
Editado por Geovana Pagel

10/03/2025 | 3:00 Atualização: 07/03/2025 | 16:50

Muito glamour, mas essas empresas têm fundamentos para o longo prazo? A 45ª edição do Índice Global de Dividendos da gestora britânica Janus Henderson analisou as 1.200 maiores companhias do mundo por capitalização de mercado, responsáveis por 90% dos proventos distribuídos globalmente.

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Entre as 20 maiores pagadoras de dividendos de 2024, a Petrobras (PETR4) ocupou a 14ª posição. No total, dez empresas brasileiras entraram no ranking das 1.200, somando US$ 22,4 bilhões em dividendos pagos no ano passado. Porém, o Brasil registrou uma queda de 9% nas distribuições, considerando dividendos extraordinários, câmbio e fatores técnicos.

Confira a lista completa das brasileiras no ranking:

  • Petrobras (PETR4) – US$ 10,83 bilhões
  • Vale (VALE3) – US$ 4,16 bilhões
  • Banco do Brasil (BBAS3) – US$ 2,71 bilhões
  • Ambev (ABEV3) – US$ 1,70 bilhão
  • Bradesco (BBDC4) – US$ 887 milhões
  • Telefônica Brasil (VIVT3) – US$ 847 milhões
  • B3 (B3SA3) – US$ 437 milhões
  • Weg (WEGE3) – US$ 336 milhões
  • Suzano (SUZB3) – US$ 315 milhões
  • Eletrobras (ELET6) – US$ 158 milhões

A Janus Henderson adota uma metodologia pouco convencional para classificar as maiores pagadoras de dividendos do mundo. A gestora considera os proventos pagos até 31 de dezembro de cada ano em valores brutos, com base no número de ações na data do pagamento, convertendo o total para dólares. Isso permite identificar as empresas que mais desembolsaram dividendos em um ano, mas não necessariamente indica bons pagadores recorrentes para uma carteira de dividendos de longo prazo.

Distribuições elevadas podem ser pontuais, impulsionadas por dividendos extraordinários ou antecipação de proventos. “Na bolsa brasileira, já teve até casos de empresas que tomaram dívidas para distribuir dividendos”, lembra Lucas Lima, analista-chefe da VG Research. Além disso, analistas recomendam que o volume bruto seja analisado e comparado com o valor de mercado da empresa. A dica é observar também o dividendo por ação e o preço do papel, para entender qual foi o dividend yield (retorno em dividendos).

Victor Bueno, sócio e analista da Nord Research, destaca o caso da Weg (WEGE3). Apesar da companhia ter distribuído US$ 336 milhões em dividendos, seu dividend yield em 2024 foi de apenas 1,44%. Para uma ação valer a pena para uma carteira de dividendos, tem que ter no mínimo 6% de retorno em proventos.

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Segundo Bueno, a Weg mantém um payout próximo de 50% desde 2006, mas a valorização das ações reduziu a atratividade dos dividendos.

Assim como a Weg, outras empresas da lista podem ser bons investimentos, mas não garantirão uma boa renda passiva.

Veja então qual foi o retorno em dividendos (dividend yield) em 2024 e o dividendo por ação e tire suas conclusões:

Empresas que servem para dividendos no longo prazo

Eleitas por unanimidade

Vale (VALE3), Banco do Brasil (BBAS3) e Eletrobras (ELET6) foram escolhidas pelos analistas como boas opções para uma carteira de dividendos no longo prazo.

Vale (VALE3)

A mineradora tem reduzido seus dividendos nos últimos anos, pagando US$ 4,16 bilhões em 2024, abaixo dos US$ 5,78 bi em 2023 e US$ 6,86 bi em 2022. Faz alguns anos que ela não consegue retornar ao ranking das TOP20 pagadoras do mundo e ainda deve demorar para isso.

Analistas apontam fatores como a economia chinesa e oscilações no preço do minério de ferro entre as causas que impactaram os resultados. “Isso gera volatilidade nos lucros, apesar disso os dividendos da Vale foram satisfatórios, de US$ 4,16 bilhões”, diz Bueno.

Para Bruno Oliveira, analista do Vida de Acionista, apesar da volatilidade, a empresa segue atrativa para renda passiva no longo prazo. Ele destaca que, até 2026, os dividendos devem ser menores devido aos acordos de Mariana e Brumadinho, mas podem aumentar a partir de 2027. Vale lembrar que os maiores valores destes acordos serão desembolsados até 2026, mas o principal será pago neste ano, de R$ 11 bilhões.

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No entanto, ele ressalta o risco de novos problemas ambientais,  como ruptura de novas barragens no futuro, que podem impactar a cotação. “O investidor que pretende se expor a Vale tem que ter isso em mente na sua análise”, observa.

Lima, da VG, aponta a forte geração de caixa e baixo endividamento da empresa, atualmente no patamar de 0,90 dívida líquida/ebitda. Mas reforça que os dividendos não devem ultrapassar 10% até 2026, por conta dos acordos de Mariana, os preços baixos do minério de ferro e o cenário econômico desafiador na China.

Banco do Brasil (BBAS3)

Por ser estatal, o BB carrega tanto riscos quanto oportunidades. Milton Rabelo, analista da VG Research, lembra que o governo sofre com uma crise fiscal há anos e tem interesse em bons dividendos das estatais, beneficiando por carona acionistas minoritários. O banco tem distribuído entre 40% e 45% do lucro em proventos nos últimos anos e pretende manter esse nível em 2025. A gestão já chegou a afirmar que busca os 45% de payout (parcela do lucro destinada a dividendos) para este ano. Já para os próximos, as distribuições não devem superar os 45%.

As ações do BB seguem descontadas, negociadas a 0,89 vez seu valor patrimonial. O próprio CFO do BB, Geovanne Tobias, atribui isso a um “preconceito” do mercado e, por ora, não enxerga muita solução para isso.

Oliveira destaca a perenidade do BB, que atravessou crises ao longo dos seus 200 anos de existência, mas lembra que, entre os grandes bancos, ele tem a maior volatilidade nos lucros. “É uma empresa perene, que se adequa ao longo prazo e tem pagado bons proventos aos seus acionistas”, comenta.

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Desde 2023, o BB remunera os seus investidores com uma frequência de 8 vezes por exercício – sendo 7 pagamentos no ano vigente e 1 pagamento no ano subsequente – na modalidade de dividendos e juros sobre capital próprio.

Para 2025, diante dos juros elevados e a inadimplência do agronegócio, analistas estimam dividendos mais modestos.

Eletrobras (ELET6)

Renato Reis, analista da Blue3 Research, considera a Eletrobras uma empresa sólida, com forte geração de caixa e capacidade de distribuir dividendos consistentes. Como a expansão no setor elétrico é limitada por leilões e aquisições, o excesso de remuneração é revertido em proventos.

Oliveira acrescenta que as mudanças no mercado de energia, com preços maiores de comercialização, podem favorecer a companhia, permitindo receitas mais robustas no futuro. Isso porque a Eletrobras tem um portfólio de energia descontratado, o que permite maior liberdade de negociação.

Apesar de não ser a melhor pagadora de dividendos no curto prazo, a empresa já estuda adotar pagamentos trimestrais e pode ficar interessante no longo prazo, na visão dos analistas.

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As que dividem opiniões

Além dessas três empresas, outras ações dividem opiniões entre os analistas para uma carteira de dividendos de longo prazo. Há quem goste e quem tenha ressalvas. São estas: Petrobras (PETR4), Bradesco (BBDC4), Telefônica Brasil (VIVT3) e B3 (B3SA3).

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Lima define a Petrobras como uma máquina de dividendos, com retorno total de 1.200% nos últimos 10 anos. “Sem dividendos, o retorno foi de aproximadamente 290%”, destaca. Ele ressalta que a empresa é forte geradora de caixa, com baixo endividamento, e estima retorno de 14% em dividendos regulares em 2025, podendo ser maior com proventos extraordinários.

Sobre o prejuízo no 4°TRI24, acredita em normalização já no 1°TRI25, impulsionada pela valorização do real e o reajuste de 6,3% no diesel. “A gestão da petroleira já manifestou que os investimentos do trimestre serão significativamente menores. A Petrobras destina seu caixa para o plano de negócios e o excedente vira dividendos”, acrescenta.

Já Oliveira é cético e lembra que, antes de 2020, a Petrobras mal pagava dividendos. Além da volatilidade do petróleo, ele vê riscos em investimentos pouco rentáveis, como refinarias, e não considera a ação adequada para ter por décadas na carteira. “Pode ser uma armadilha para o investidor”, aponta.

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Quais empresas não servem para dividendos?

Três companhias se encaixam nessa categoria: Weg (WEGE3), Ambev (ABEV3) e Suzano (SUZB3). Não são empresas ruins, mas não entregam retornos interessantes para quem busca se aposentar com dividendos.

Na Weg, Oliveira destaca que o problema está na cultura da empresa, que prioriza reinvestir lucros e capital na própria companhia, favorecendo sua valorização, mas mantendo um dividend yield baixo. “Não significa que ela ignore seus acionistas, mas seu histórico de eficiência no crescimento dificulta que se encaixe como boa pagadora de proventos”, diz o analista do Vida de Acionista.

Reis, da Blue3, elogia a Weg e cita um crescimento da empresa de 10% a 15% ao ano, com margens dolarizadas, mas reforça que “é uma ação cara e por isso o dividend yield é baixo”. Para ele, o ativo serve para uma estratégia de valorização, aliada a ótima qualidade e fundamentos da Weg.

Na Ambev, Bueno destaca a volatilidade dos resultados nos últimos anos, que impede previsibilidade nos proventos, especialmente no longo prazo.

A Suzano, apesar da robustez, é cíclica e depende do preço da celulose. Seu dividend yield é historicamente baixo, assim como a Weg. “É uma empresa excelente, mas gosta de crescer, então o lucro muitas vezes vai para expansão ou redução de dívida. Só paga dividendo quando não quer crescer”, explica Reis.

Bueno avalia que, dependendo do preço de compra, Suzano até pode fazer sentido, mas não está entre as favoritas para dividendos no longo prazo.

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