• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como ajustar a carteira para a queda dos juros como um profissional

Para driblar o chamado efeito manada, investidores precisam ponderar algumas questões. Veja quais

Por Leo Guimarães

25/08/2023 | 9:04 Atualização: 25/08/2023 | 9:04

Investidores se deparam com a tentação de rotacionar a carteira
Investidores se deparam com a tentação de rotacionar a carteira

Diante de um ciclo de queda de juros, que tende a valorizar ativos de risco como Bolsa, os investidores se deparam com a tentação de rotacionar a carteira. Mas é preciso muita calma nessa hora. O cenário mudou sim, mas o seu perfil de risco provavelmente não.

Leia mais:
  • Gestora que apontou fraude no IRB diz que cotistas de FIIs correm risco
  • Os 3 investimentos que pagam mais de 1% ao mês e quase ninguém conhece
  • 'Até o investidor superconservador terá de mexer no portfólio', diz Kairós Capital
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Quando isso acontece, todo mundo esquece que é conservador e vai querer entrar na festa, mas é preciso ter bom planejamento”, alerta o sócio da Finacap Investimentos, Alexandre Brito.

Para driblar o chamado efeito manada – viés comportamental mais latente nos investimentos – os investidores precisam ponderar alguns pontos antes de tomar a decisão de trocar seus ativos, adicionando mais risco à sua carteira.

A renda variável… varia! 

Por mais óbvio que seja esta afirmação, muita gente se esquece que o preço dos ativos da Bolsa sobem e descem ao sabor do mercado. Os momentos de prejuízos não podem ser desprezados na decisão de investimento, principalmente para quem tem necessidade de liquidez de curto e médio prazo.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Podemos fazer um paralelo com o período de 2018 e 2019, quando o Brasil experimentou um ciclo forte de corte de juros”, lembra o planejador financeiro e especialista em investimentos CFP, Eduardo Carvalho. À época, a Selic caiu de 6% para 2% em poucos meses.

Naquele momento, diz, muita gente passou a fazer alterações importantes em suas carteiras de investimento, migrando forte para fundos multimercados, fundos imobiliários e ações em busca de rentabilidade a qualquer custo. “Pegaram o cenário de pandemia, volatilidade forte e muitas dessas pessoas acabaram realizando no pior momento e tomaram prejuízo”, conta.

Em outras palavras, esses investidores estavam com carteira que não refletia seu perfil de risco, necessidade de liquidez e objetivos. Passaram a ser mais agressivas do que poderiam aguentar, apenas pelo contexto de juros mais baixos e Bolsa mais forte.

Comece devagar

Muito investidor vai sentir a necessidade de correr mais risco ao ver as facilidades da renda fixa minguarem, com o Certificado de Depósito Interbancário (CDI) pagando menos. Por essa razão, é importante começar a experimentar, aos poucos, produtos com maior volatilidade. “Essa é uma questão que tem de ser gradativa”, diz Carvalho.

Para isso, é necessário entender os objetivos da poupança e ponderar se realmente faz sentido tomar mais riscos. “Claro que a diversificação é importante, mas o mais relevante é estar adequado ao seu perfil”, afirma.  Segundo ele, o investidor só passa a entender os seus limites quando sente o calor da volatilidade.

Publicidade

Para quem está acostumado ao clima morninho da renda fixa, ter uma exposição forte à volatilidade pode virar um banho de água fria. “Esse primeiro contato pode assustar se a exposição for muito grande e pode acabar em prejuízo, pois a tendência é sair no momento errado”.

Defina limites

A conversa com um assessor de investimentos geralmente acontece no ambiente climatizado da corretora, numa conversa regada a cafezinho. Neste conforto fica natural o cliente acreditar que o risco é um conceito distante e que será tranquilo enfrentar uma volatilidade na carteira. “Na prática, quando acontece, a maioria não aguenta”, diz Mario Bobadilha, consultor de investimentos.

Ele diz que, na média, o brasileiro não é investidor, mas rentista acostumado aos bons retornos da renda fixa. “Quem está na renda fixa e nunca passou pela variável, minha sugestão é começar pelo perfil mais conservador”, diz Bobadilha. Isso significa uma carteira exposta a 10% de renda variável. Até 30% o investidor tem um perfil moderado e acima de 50% é considerado arrojado.

“Dentro desses percentuais o cliente pode trabalhar numa folga de cinco pontos porcentuais para mais e para menos e vai testando seus limites”, diz Bobadilha.

Objetivos de investimento mudam

Uma boa carteira de investimentos não vive apenas de rentabilidade e de exposição à volatilidade. Seus objetivos contam. Além da reserva de emergência, aquele dinheiro que precisa estar líquido, ou seja, disponível rapidamente, há outras questões que levam em conta. “Para montar uma carteira precisamos saber onde se quer chegar”, diz Bobadilha. “É aposentadoria? Ou é a compra de um apartamento?”. 

Neste segundo caso, a carteira terá de ser conservadora para não arriscar o capital no curto prazo. Mas um portfólio focado na aposentadoria pode ter mais exposição a risco, pois eventuais perdas são diluídas ao longo do tempo.

Publicidade

É aí que entra outra variável a ser ponderada, o tempo. “Se o cliente definir que quer uma aposentadoria de R$ 2 milhões, quanto tempo precisará para chegar lá, 15 anos, 18 anos?”, questiona.

Além disso, qual o valor dos aportes mensais serão necessários para chegar ao objetivo no tempo estipulado. E, por fim, qual a estratégia será utilizada. “Um investidor conservador levará mais tempo para chegar em relação a um moderado ou agressivo”, diz.

Aja com inteligência emocional

O bom investidor não age por impulso nem perde as boas oportunidades. O mercado sempre vai oscilar entre momentos de alta e baixa, mas o portfólio de investimentos deve variar de acordo com a necessidade.”O importante é ter bom planejamento, capacidade de alocação e perspectiva de longo prazo”, diz o sócio da Finacap Investimentos, Alexandre Brito.

O momento para experimentar é agora

O movimento de ajuste da Bolsa teve início em março, mas ainda há oportunidades para quem quer experimentar. Este é um bom momento para saber se você é realmente conservador, moderado ou agressivo. “O investidor vai sentindo o impacto ao longo dos meses, porque não vai adiantar daqui a um ano quando ele pode não encontrar ativos atrativos em preço”, diz Eduardo Carvalho.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Juros
  • Renda fixa
  • Renda variável
Cotações
19/03/2026 1h30 (delay 15min)
Câmbio
19/03/2026 1h30 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora

  • 2

    Imposto de Renda 2026: Receita anuncia as regras deste ano; veja todas as mudanças

  • 3

    Como investir em renda fixa com guerra no Irã e queda da Selic: CDI, prefixado ou IPCA+

  • 4

    Warren Buffett tem uma regra simples para a aposentadoria — e muita gente ignora

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em alta com novo salto do petróleo e decisões do Fed e Copom no radar

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de parto
Logo E-Investidor
Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de parto
Imagem principal sobre o Bolsa Família: 4 situações que podem bloquear o seu benefício em 2026
Logo E-Investidor
Bolsa Família: 4 situações que podem bloquear o seu benefício em 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quais são os modelos de declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quais são os modelos de declaração?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: dicas de ouro de como escolher o modelo certo de declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: dicas de ouro de como escolher o modelo certo de declaração
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: em qual período do dia não é possível enviar a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: em qual período do dia não é possível enviar a declaração?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que significa o sinal de erro na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que significa o sinal de erro na declaração?
Imagem principal sobre o Perdeu o cartão do Bolsa Família? Entenda se você consegue pedir a 2ª via
Logo E-Investidor
Perdeu o cartão do Bolsa Família? Entenda se você consegue pedir a 2ª via
Imagem principal sobre o Auxílio-reclusão: entenda qual é a duração do benefício
Logo E-Investidor
Auxílio-reclusão: entenda qual é a duração do benefício
Últimas: Investimentos
Cenário de guerra faz cotas de fundos multimercados caírem até 10%
Investimentos
Cenário de guerra faz cotas de fundos multimercados caírem até 10%

No mês, índice Anbima registra queda de 4% por conta da eclosão do conflito entre EUA e Irã

18/03/2026 | 18h49 | Por Marília Almeida
SmartFit (SMFT3) anuncia JCP de R$ 40 milhões, a R$ 0,065 por ação
Investimentos
SmartFit (SMFT3) anuncia JCP de R$ 40 milhões, a R$ 0,065 por ação

A data base para o direito ao recebimento será na próxima segunda-feira (23)

18/03/2026 | 18h40 | Por Luísa Laval
Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora
Investimentos
Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora

BC reduz Selic e mantém juros em patamar elevado, favorecendo renda fixa e exigindo mais seletividade do investidor

18/03/2026 | 18h35 | Por Leo Guimarães
Negociação de títulos do Tesouro amanhece fora do ar após maior intervenção em 13 anos
Investimentos
Negociação de títulos do Tesouro amanhece fora do ar após maior intervenção em 13 anos

Volatilidade na curva de juros está alta graças a conflito no Oriente Médio; Tesouro fez leilões de recompra de títulos para amenizar a situação antes das decisões de juros da Super Quarta

18/03/2026 | 11h08 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador