• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como impedir que a inflação acabe com sua aposentadoria

A inflação pode alterar o rendimento dos títulos e das ações de maneiras imprevisíveis

Por E-Investidor

25/11/2021 | 18:13 Atualização: 25/11/2021 | 18:35

(Foto: Pixabay)
(Foto: Pixabay)

(Allison Schrager, WP Bloomberg) – A inflação é o motivo pelo qual a regra dos 4% nunca fez sentido. Sempre achei estranho atribuir aos idosos um dos problemas financeiros mais complexos e difíceis. Depois de se aposentar, é muito difícil saber como investir e quanto gastar a cada ano.

Leia mais:
  • Conheça os tipos de planos de previdência privada
  • Os 4 melhores investimentos para a aposentadoria
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

É preciso planejar em torno de muitas incógnitas, quanto tempo ainda se vai viver, quanto será preciso gastar com saúde e o que acontecerá com os mercados. Economizar enquanto se está trabalhando é a parte fácil, mas gastar um pecúlio de aposentadoria é muito, muito mais difícil e deixa muito menos margem para erros. Isso também recebe muito menos atenção do setor financeiro e dos formuladores de políticas.

Conforme a regra dos 4%, há a ideia de que se o indivíduo gastar 4% de seus ativos a cada ano ele terá o suficiente para chegar até a aposentadoria. Este foi um esforço bem-intencionado para reduzir a complexidade da regra em uma diretriz simples. Mas é profundamente falho, e isso se torna ainda mais evidente à medida que a inflação aumenta e representa outra fonte de risco para os rendimentos da aposentadoria.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A regra original de 4% data de 1994 e diz que um aposentado que investisse seus ativos em uma divisão 50/50 de ações/títulos intermediários, conseguiria 4% no primeiro ano e esse valor seria ajustado pela inflação a partir de então. Mas os rendimentos do tesouro de 10 anos eram superiores a 7,5% em 1994. À medida que as taxas caíam e permaneciam baixas, a regra dos 4% não parecia mais uma aposta certa.

Na época em que a regra foi criada, obter rendimentos tão baixos por tantos anos era impensável. Até vários meses atrás, muitas pessoas também não podiam imaginar uma inflação alta. Este é o problema das regras simples para problemas complicados. Elas não se adaptam bem quando o inimaginável acontece e, nos mercados, o inimaginável deveria sempre ser esperado.

3,3% são os novos 4%

É por isso que a Morningstar acaba de anunciar que 3,3% são os novos 4%. A empresa de pesquisa de investimentos presume que a inflação será baixa no futuro, mas teme que os títulos permaneçam baixos e as ações estejam supervalorizadas. A nova regra significa que, se indivíduo economizou US$ 1 milhão, sua renda terá sido reduzida de US$ 40.000 para US$ 33.000 por ano – o que é uma queda significativa em seu padrão de vida.

Aceitando-se que os mercados estão cheios de surpresas, a empresa sugere que os aposentados ajustem o quanto irão retirar a cada ano com base no desempenho do mercado: quando o mercado está em alta, pode-se gastar uma porcentagem mais alta; quando estiver em baixa, gasta-se menos. Isso é ainda pior do que a antiga regra dos 4%, porque comete um básico e fundamental erro.

O objetivo não é evitar ficar sem dinheiro antes de morrer, como a regra de gastos presume. O objetivo é poder financiar a própria aposentadoria com algum grau de previsibilidade. Não ficar sem dinheiro é a restrição, não o objetivo. O trabalhador médio atribui um alto valor a salários estáveis, mas, por algum motivo, o setor financeiro presume que aposentados se contentam em suportar grandes oscilações em sua renda de ano para ano.

Publicidade

Se você estiver em uma aplicação de ações/títulos de 50-50, a estratégia da Morningstar pode resultar em variações de renda de mais de 30% de um ano para o outro, e isso nem mesmo leva em conta o novo ambiente de inflação. No entanto, a maioria dos aposentados tem uma renda fixa e grandes despesas com saúde.

Se a previsibilidade faz parte do objetivo, será necessária uma divisão maior do que 50/50 e uma regra simples, que exige uma gestão ativa do mercado e risco de inflação. Uma opção poderia ser comprar uma anuidade que pague a você um valor fixo a cada ano, deixando a seguradora assumir todos os riscos. Mas o mercado de anuidades é escasso nos Estados Unidos e é difícil encontrar um que se ajuste à inflação. As pessoas também odeiam anuidades. Quando o Reino Unido exigiu que as pessoas as comprassem, ficou tão impopular que o governo recuou e deixou os britânicos tão perdidos quanto todos nós.

Outra ideia popular é gastar a Redução Mínima Exigida (RMDs), que é quanto os aposentados são forçados a sacar de suas contas a cada ano para evitar uma multa fiscal. Mas isso nunca teve a intenção de ser um plano de gastos e a Morningstar estima que uma regra de gasto-RMD pode levar a variações de até 50% na receita ano a ano.

A melhor opção é demorar para se aposentar o máximo possível, para que o governo pague a você um benefício maior. O governo não só paga uma certa quantia a cada ano, mas também a ajusta pela inflação. Para seus ativos remanescentes, os aposentados também precisam ser mais proativos em sua estratégia de risco e levar a sério a proteção contra a inflação. Em vez de títulos nominais de curto ou médio prazo em sua carteira de renda fixa, aposentados deveriam procurar títulos de longo prazo ajustados pela inflação com pagamentos que corresponderão à renda de que precisam anualmente.

Publicidade

Esses títulos são muito caros, por isso muitos aposentados não podem pagar por essa aplicação. Isso nos leva a analisar cuidadosamente os gastos e a refletir sobre as necessidades e desejos. Uma estratégia é financiar as necessidades – gasolina, despesas domésticas, alimentação – com ativos seguros como a Previdência Social e títulos indexados à inflação, que oferecem proteção em um ambiente de alta inflação. Isso é crucial porque o preço dos produtos de que você precisa tende a ser mais sensível à inflação. Depois disso, as finanças compreendem – férias ou presentes para os netos – sacando de seu portfólio de risco mais alto que está investido em ações e pode variar ano a ano com base no desempenho dos ativos.

A inflação é o novo risco para a aposentadoria. Ela pode alterar o rendimento dos títulos e das ações de maneiras imprevisíveis e corroer o valor de quaisquer ativos que não estejam protegidos contra a inflação. Contar com as regras antigas, que eram falhas na origem, não será mais suficiente.

Tradução: Anna Maria Dalle Luche

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Aposentadoria
  • Conteúdo E-Investidor
  • Inflação
  • Investimentos
  • Plano de Previdência
  • Previdência privada
Cotações
21/03/2026 13h15 (delay 15min)
Câmbio
21/03/2026 13h15 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora

  • 2

    Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados

  • 3

    Na mira da Receita: novas regras do ITCMD colocam custo da herança em xeque e mudam o jogo da sucessão no País

  • 4

    Tesouro Direto: guerra, Copom e maior intervenção em 13 anos mexem com as taxas; o que fazer agora?

  • 5

    “Da Conta Delas”: os riscos de emprestar o cartão de crédito e a busca pela autonomia financeira feminina

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: chances de ganhar com uma aposta de R$ 3,00
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: chances de ganhar com uma aposta de R$ 3,00
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: passo a passo de como fazer um bolão
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: passo a passo de como fazer um bolão
Imagem principal sobre o Qual é o prazo máximo para declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Qual é o prazo máximo para declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Perdeu o cartão do Bolsa Família? Saiba o que fazer
Logo E-Investidor
Perdeu o cartão do Bolsa Família? Saiba o que fazer
Imagem principal sobre o Auxílio-reclusão: 2 requisitos para receber o benefício
Logo E-Investidor
Auxílio-reclusão: 2 requisitos para receber o benefício
Imagem principal sobre o Bolsa Família: descumprimento das condicionalidades pode bloquear o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: descumprimento das condicionalidades pode bloquear o benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: CPF com pendência pode bloquear o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: CPF com pendência pode bloquear o benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (20)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (20)?
Últimas: Investimentos
Quanto rendem R$ 10 mil na renda fixa com a Selic a 14,75%? Veja as simulações
Investimentos
Quanto rendem R$ 10 mil na renda fixa com a Selic a 14,75%? Veja as simulações

Mesmo com o início do ciclo de cortes da taxa de juros, aplicações atreladas ao CDI podem transformar montante inicial em mais de R$ 18 mil em 5 anos

20/03/2026 | 11h07 | Por Isabela Ortiz
Tesouro Direto: guerra, Copom e maior intervenção em 13 anos mexem com as taxas; o que fazer agora?
Investimentos
Tesouro Direto: guerra, Copom e maior intervenção em 13 anos mexem com as taxas; o que fazer agora?

Com conflito no Irã e rumo ainda incerto da Selic, especialistas explicam como se posicionar nos títulos públicos

20/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
IPCA + 8% e prefixados a 14%: taxas do Tesouro disparam apesar de corte da Selic e intervenção
Investimentos
IPCA + 8% e prefixados a 14%: taxas do Tesouro disparam apesar de corte da Selic e intervenção

Taxas voltaram a disparar com novo dia de aversão a risco e alta do petróleo no exterior; guerra no Oriente Médio fez curva do DI futuro abrir 90 pontos

19/03/2026 | 11h48 | Por Luíza Lanza
Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados
Investimentos
Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados

Número de recursos investidos em CDBs cresce em um ano, com alta rentabilidade do produto e ofertas em plataformas

19/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador