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Investimentos

BTG e Itaú BBA colocam Embraer (EMBJ3) como “top choice” e apontam gatilhos que podem destravar 2026

Bancos veem 2025 como ano de consolidação operacional e apontam defesa, dólar, backlog e aviação executiva como motores para um novo ciclo de valorização em 2026

Por Isabela Ortiz

09/01/2026 | 12:24 Atualização: 09/01/2026 | 12:27

Aeronave da Embraer: após um 2025 de consolidação operacional, bancos veem espaço para reprecificação das ações em 2026, apoiada por defesa, dólar e backlog robusto. (Foto: Adobe Stock)
Aeronave da Embraer: após um 2025 de consolidação operacional, bancos veem espaço para reprecificação das ações em 2026, apoiada por defesa, dólar e backlog robusto. (Foto: Adobe Stock)

BTG Pactual e Itaú BBA entram em 2026 olhando para a Embraer (EMBJ3) a partir de um mesmo ponto de partida: a leitura de que a companhia conseguiu transformar 2025 em um ano de consolidação operacional, criando as condições para destravar valor adiante. Não por acaso, ambos colocam a fabricante brasileira como “top choice” em suas carteiras e apontam uma combinação de gatilhos industriais, comerciais e geopolíticos que pode sustentar o desempenho das ações no próximo ciclo.

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No Itaú BBA, a classificação é direta. O banco reitera recomendação de Outperform (equivalente à compra) com preço-alvo de R$ 100,50 para 2026, sustentado pelo que define como um “sólido momento em todas as unidades de negócio”.

Já o BTG Pactual vai além do viés setorial e enquadra a Embraer como sua principal escolha para exposição ao dólar, destacando a dinâmica favorável de oferta e demanda no setor aeroespacial global.

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Essa convergência começa pelos números mais recentes. As entregas do quarto trimestre de 2025 ficaram acima do esperado pelo Itaú BBA, com 85 aeronaves entregues, impulsionadas principalmente pela aviação executiva.

No acumulado do ano, enquanto a aviação comercial ficou levemente abaixo do ponto médio das estimativas, o segmento executivo surpreendeu ao atingir o limite superior das projeções, com 155 unidades entregues.

Para o banco, esse desempenho “deve compensar os volumes mais fracos no comercial” e ajuda a explicar a melhora de margens observada no período.

O BTG lê esse mesmo dado como parte de um quadro mais amplo. Em seu relatório, a casa descreve 2025 como “um ano estelar” para a Embraer, marcado por recordes de vendas na aviação comercial, contratos relevantes em Defesa e um fluxo intenso de anúncios em eventos internacionais, como o Paris Air Show.

Mesmo com impactos negativos de tarifas de importação nos Estados Unidos, o banco avalia que a execução operacional da Embraer foi sólida e sustentou mais uma forte valorização das ações.

Por trás desse desempenho está uma mudança estrutural no modelo de retorno da companhia. Segundo o BTG, a Embraer entrou em uma fase de monetização de plataformas maduras, conseguindo elevar rentabilidade sem a necessidade imediata de investir pesado no desenvolvimento de novos programas de aeronaves.

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É esse ponto que ajuda a justificar, na visão dos analistas, o fato de o papel negociar hoje acima das médias históricas de valuation (valor de mercado de uma empresa).

Ainda assim, o desconto em relação aos pares globais permanece relevante. O BTG calcula que a Embraer negocia a cerca de 12 vezes EV/EBITDA (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) projetado para 2026, o que representa aproximadamente 30% de desconto frente a fabricantes aeroespaciais globais.

Para o banco, essa assimetria abre espaço para um novo “re-rating” caso os gatilhos de 2026 se confirmem.

Esses gatilhos são, em grande parte, comuns aos dois relatórios. Um dos principais está no crescimento e na qualidade do backlog. Depois de anos de anúncios volumosos, o mercado quer ver profundidade nas encomendas, seja em valor, seja em quantidade, especialmente nos segmentos de Aviação Comercial e Defesa.

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A continuidade das restrições de capacidade em concorrentes como Boeing e Airbus também aparece como um vento favorável, ao melhorar o poder de precificação da Embraer e aumentar suas chances em campanhas de vendas.

No segmento de Defesa, o foco se volta para os orçamentos militares globais e, em especial, para a possibilidade de novos contratos internacionais. Tanto o Itaú quanto o BTG citam como gatilho relevante a chance de a Embraer fechar um acordo com a Força Aérea da Índia, envolvendo aeronaves de transporte militar como o KC-390. Em um mundo de tensões geopolíticas elevadas, o aumento dos gastos militares na Europa e na América Latina reforça esse pano de fundo positivo.

Quais os riscos da Embraer em 2026?

Os riscos, por sua vez, também são compartilhados. O BTG chama atenção para o fator geopolítico como variável-chave, especialmente no que diz respeito a tarifas de importação nos Estados Unidos e a uma eventual abrandamento de conflitos globais, que poderia reduzir a pressão sobre os orçamentos de Defesa. O Itaú adiciona a esse quadro o risco cambial: uma valorização mais intensa do real tende a reduzir a competitividade das exportações da companhia.

Ainda assim, ambos destacam que a Embraer entra em 2026 em posição financeira mais confortável. A desalavancagem avançou rapidamente nos últimos anos, e o BTG observa que a dívida líquida deixou de ser um problema estrutural, reduzindo a sensibilidade da empresa a choques macroeconômicos.

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