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Investimentos

Dólar perde força no mundo: entenda os impactos nos investimentos e o que fazer agora

O índice DXY, que compara a moeda americana com seis divisas fortes, atingiu o menor nível desde 2022

Por Beatriz Rocha

16/04/2025 | 3:00 Atualização: 15/04/2025 | 21:30

Especialistas ainda enxergam o dólar como um ativo de segurança em meio às tarifas de Trump. Foto: Adobe Stock
Especialistas ainda enxergam o dólar como um ativo de segurança em meio às tarifas de Trump. Foto: Adobe Stock

O pacote de tarifas anunciado por Donald Trump no começo de abril abalou não apenas as bolsas globais, como também o dólar. Na última segunda-feira (14), o índice DXY, que compara a moeda americana com seis pares fortes (euro, iene japonês, libra esterlina, dólar canadense, coroa sueca e franco suíço) encerrou o pregão aos 99,640 pontos, no menor nível desde o dia 6 de abril de 2022, então aos 99,624 pontos, de acordo com dados do Broadcast.

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A seguir, o E-Investidor compilou as pontuações do índice nos últimos cinco anos. A última vez que o DXY tinha perdido o patamar dos 100 pontos, antes do recuo de agora, havia sido em julho de 2023. Confira:

Em 2025, as principais moedas globais acumulam ganhos em relação ao dólar. Quem mais se destaca é a coroa sueca, que avança 11,85% no ano. O franco suíço também se sai bem e sobe 10,48% na comparação com a moeda americana. Já euro, libra esterlina, iene japonês e dólar canadense registram valorizações de 8,96%, 5,69%, 9,91% e 3,02%, respectivamente.

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Apesar da queda global do dólar, especialistas concordam que a divisa americana ainda é um ativo seguro. Na visão de Paula Zogbi, gerente de Research da Nomad, não existe, hoje, outra moeda que tenha ocupado o espaço do dólar como divisa de referência global e reserva de valor, mesmo após os movimentos recentes. “Qualquer carteira diversificada se beneficia de alocações globais, não apenas pelo efeito do câmbio, mas sim pela exposição a teses descorrelacionadas aos temas brasileiros. Então, é sempre importante pensar no investimento dolarizado por meio de aplicações financeiras, e não como uma mera compra da moeda”, afirma.

Com o mercado ainda monitorando os efeitos das tarifas de Trump, a economia global enfrenta incertezas, como tensões geopolíticas e políticas monetárias divergentes entre países, o que pode aumentar a volatilidade cambial. Nesse cenário, Jeff Patzlaff, planejador financeiro e especialista em investimentos, entende que manter parte do patrimônio em moedas fortes pode servir como proteção contra a desvalorização do real e outros riscos locais

“A economia é cíclica. Momentos em que a moeda está ruim sempre vão existir, e tensões comerciais já aconteceram e vão continuar acontecendo, mas historicamente o dólar é muito forte e, mesmo surgindo outras moedas, continuou sendo”, afirma Patzlaff.

Juliana Benvenuto, sócia e coordenadora de conteúdo da Avenue, observa que, diante da cautela com o cenário atual, os investidores têm colocado em xeque a resistência dos mercados nos Estados Unidos e a força do dólar. Ainda assim, ela ressalta que a moeda americana continua desempenhando um papel relevante como ativo de proteção. “O Brasil é um país emergente, que sofre com maior risco. Em momentos de crise, é natural a saída de dinheiro daqui, o que faz com que a nossa moeda perca valor em relação ao dólar”, destaca.

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E, para aproveitar a segurança da moeda americana, não é preciso comprar necessariamente o dólar em si. Investimentos dolarizados – ou seja, que possuem relação com a divisa – também são uma boa opção para o investidor. “Aplicar via mercado americano te permite acesso a inúmeras teses, com companhias de perfis diversos e expostas a modelos de crescimento diferentes dos que estão disponíveis no Brasil”, avalia Zogbi, da Nomad.

Outras moedas também ficam no radar

Elson Gusmão, diretor de operações da Ourominas, pondera que, apesar do dólar continuar sendo uma das moedas mais líquidas e resilientes do mundo, outras divisas podem entrar na carteira. “Dependendo do perfil do investidor, outras moedas como o franco suíço e o iene japonês também podem ser consideradas alternativas defensivas em um portfólio global”, afirma.

Para Patzlaff, planejador financeiro, o franco suíço é um símbolo de estabilidade econômica e política. Já o iene japonês, apesar das taxas de juros baixas no Japão – que fazem com que investidores japoneses invistam em países com juros mais altos –, é visto como um porto seguro em tempos de turbulência econômica. “O euro, por sua vez, representa uma economia diversificada e é umas das divisas mais utilizadas globalmente”, acrescenta.

Tem a carteira dolarizada? Veja o que fazer agora

Lucélia Freitas, especialista em câmbio da Manchester Investimentos, recomenda que os investidores com a carteira dolarizada mantenham os investimentos – diretos ou indiretos – em dólar. “Também precisamos olhar nosso risco inflacionário aqui no Brasil, visto que ainda não temos uma política fiscal e econômica definida”, afirma. “Quando falamos em compra e venda de dólar, estamos falando da maior reserva cambial do mundo, portanto sempre vale a pena comprar dólar”, complementa.

Na opinião de Gusmão, da Ourominas, para quem já tem exposição em dólar, o mais indicado é manter a estratégia, evitando decisões precipitadas baseadas em oscilações de curto prazo. “O dólar continua sendo uma proteção relevante, especialmente para quem busca reduzir a exposição ao risco Brasil. A diversificação segue sendo a chave para uma carteira equilibrada”, diz.

Quem compartilha da mesma opinião é Benvenuto, da Avenue. “Para quem tem investimentos no exterior, acho que agora é o momento de manter a calma e ter o horizonte de longo prazo. Se a pessoa está com uma carteira bem estruturada dentro do perfil dela, não tem motivo para ficar fazendo grandes movimentações.”

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A especialista entende que não é hora de ficar tentando acertar o momento exato para comprar ou vender determinado ativo, pois essa prática só tende a piorar a performance da carteira. “O ideal é sempre investir em dólar aos poucos, com frequência e consistência, pensando em um horizonte de longo prazo. O estresse de curto prazo vai acontecer de tempos em tempos, como já ocorreu no passado, e obviamente não é possível cravar o que vai acontecer no futuro”, destaca.

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