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Investimentos

Com a economia mais baixa em 2022, a renda fixa volta aos holofotes

Inflação e juros em alta tornam aplicações em títulos pós-fixados mais atrativas

Por E-Investidor

02/11/2021 | 3:00 Atualização: 02/11/2021 | 9:08

Fonte: Shutterstock
Fonte: Shutterstock

(Murilo Basso, especial para o E-Investidor) – Apesar da desaceleração da pandemia da covid-19, a previsão de crescimento da economia brasileira para 2022 é menor do que a deste ano. Enquanto a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) nacional é crescer 4,97% em 2021, para o ano que vem a expectativa é de 1,40%, de acordo com o Boletim Focus, do Banco Central (BC). Os motivos para este cenário são vários, da piora das contas públicas ao câmbio depreciado, passando pela inflação e os juros em alta, um cenário externo complicado e a proximidade das eleições presidenciais.

Leia mais:
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Diante da economia mais fraca, o investimento na bolsa de valores se torna menos atrativo. As condições ruins de mercado resultam em menor volume de vendas para as empresas, o que gera uma redução de receitas e, consequentemente, lucros menores.  E com a crescente alta da Taxa Selic desde o primeiro semestre deste ano, as aplicações em renda fixa entraram no radar novamente e devem atrair mais investidores em 2022.

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a taxa básica de juros da economia nacional subiu para a 7,75% ao ano. A expectativa é que a Selic supere o patamar de 8,5% até o fim de 2021.

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“Uma taxa menor de juros facilita o acesso ao crédito, gera consumo e aquece a atividade econômica, gerando PIB. Uma taxa mais elevada deixa o crédito mais caro e as pessoas tendem a consumir menos, fazer menos financiamentos, prejudicando o andamento da economia. Nesse caso, a ideia é reduzir a circulação de dinheiro, o que tende a ajudar a conter o avanço da inflação”, explica Vitória Leyne, assessora da PHI Investimentos.

Se a Selic continuar em trajetória de alta, portanto, isso deve refletir positivamente nos investimentos em renda fixa, que costumam entregar rentabilidade menos atrativa do que a renda variável, mas costumam ser mais seguros, inclusive porque a maioria deles é protegida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante segurança às aplicações em caso de falência das instituições.

Sócio-fundador e diretor de gestão da CTM Investimentos, Daniel Alberini ressalta, contudo, que não significa que as aplicações em renda variável devam ser deixadas completamente de lado neste momento. “Como remuneração de capital de curto prazo e de baixo risco, o atual patamar da Selic pode ser considerado como um nível bastante relevante e atrativo para a renda fixa. Para um olhar de longo prazo de construção de patrimônio, entretanto, alocar parcela dos recursos em investimentos de renda variável continua sendo fundamental para o investidor”, pontua.

Prefixados ou pós-fixados?

Os títulos de renda fixa são divididos em prefixados e pós-fixados. Com rentabilidade fixa no ato da compra do ativo, os prefixados não sofrem com o sobe e desce do mercado. Isso significa que o investidor saberá exatamente quanto de dinheiro vai ter no futuro, no dia do resgate. Esse tipo de aplicação é recomendada em uma conjuntura de juros em baixa e que podem cair ainda mais, o que não é o caso das circunstâncias atuais.

Os títulos pós-fixados, por sua vez, estão atrelados a índices econômicos, como Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) e a própria Taxa Selic. Quem opta por aplicações pós-fixadas consegue fazer somente uma previsão sobre remuneração na data do vencimento do título. Em razão dessa possibilidade de oscilação, são papéis mais recomendados para aplicações de prazos mais curtos, de um ano ou até meses.

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“O investidor deve se concentrar no pós-fixado, principalmente em razão da acomodação dos patamares de inflação que assolam o mundo tudo. Isso poderá representar níveis de juros mais elevados à frente, o que poderia comprometer o retorno de taxas pré-fixadas”, diz Alberini, da CTM Investimentos.

Já Emanuelle Nava Smaniotto, coordenadora do curso de Administração da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), comenta que aplicações híbridas também são atrativas para momentos de incerteza econômica e devem seguir assim em 2022.

“Em períodos de alta da taxa de juros, os pré-fixados são preteridos, pois dependendo do tamanho do aumento da Selic podem entregar resultados até mesmo menores que a própria Selic. Os híbridos são boas opções, como títulos que se baseiam no IPCA somado à porcentagem de uma taxa. Nesse caso, o investidor recebe o que chamamos de ‘juro real’, pois recebe a variação do IPCA mais uma taxa que foi pré-acordada no momento da compra, que normalmente aumenta em momentos de estresse de mercado”, afirma a especialista.

Para quem está em dúvida sobre qual título investir, a dica é: entender os objetivos desse investimento, o tempo que você tem disponível para realizá-lo, quando você quer resgatar o dinheiro e, obviamente, qual é a quantia que você quer – e pode – aplicar.

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“Procure papéis que tenham garantia do FGC ou os próprios títulos do Tesouro, considerados os ativos com menor risco no mercado. Prefira papéis pós-fixados ou indexados à inflação em momentos de aumento de taxa de juros e pré-fixados em momento de queda de juros”, orienta Karen Michels, economista e assessora de investimentos na Manchester Investimentos.

Aplicações democráticas

Ainda que o perfil do investidor de renda fixa seja comumente atrelado ao de conservador, de uma pessoa que não gosta de correr riscos, os especialistas ouvidos pelo E-Investidor dizem que esse tipo de aplicação é, na verdade, para todos.

“Todos os investidores podem e, me arrisco a dizer, devem ter em sua carteira uma parcela de renda fixa. O que muda entre os perfis de investidor é o percentual de exposição. A renda fixa traz segurança e previsibilidade de rendimento e ajuda a controlar a volatilidade da carteira”, diz. Michels.

Os pós-fixados mais indicados pelos especialistas

Tesouro IPCA + (NTN-B Principal)

Título pós-fixado que companha a variação da inflação (IPCA) somado a uma taxa prefixada. O investidor do Tesouro IPCA+ está protegido contra as flutuações da inflação, pois o rendimento total será superior a ela.

Tesouro IPCA+ com juros semestrais (NTN-B)

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Título pós-fixado cujo rendimento também está atrelado à inflação, somado a uma taxa prefixada no momento de aquisição do título. Assim como ocorre com o NTN-B Principal, o investidor também está protegido contra a variação da inflação. A diferença é que este título paga a rentabilidade a cada seis meses.

Tesouro Selic (LFT)

Título pós-fixado. É considerada a aplicação de risco mais baixo do mercado, atrelada à taxa de juros básicos da economia (taxa Selic). É um investimento de fácil resgate. Além disso, o investidor pode retirar o dinheiro antes do prazo de vencimento do título sem risco de incorrer em perda de rentabilidade.

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