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Investimentos

Donald Trump eleito. Veja o que acontece com os seus investimentos agora

Reeleição do republicano impulsiona setores tradicionais com corte de impostos e foco no mercado doméstico; veja o impacto

Por Leo Guimarães

06/11/2024 | 7:37 Atualização: 06/11/2024 | 9:13

Presidente norte-americano, Donald Trump (Chris Kleponis/EFE)
Presidente norte-americano, Donald Trump (Chris Kleponis/EFE)

A reeleição de Donald Trump nos Estados Unidos indica uma virada para políticas econômicas conservadoras, com fortes estímulos ao setor privado e redução de impostos corporativos, favorecendo principalmente empresas de setores tradicionais como combustíveis fósseis e defesa. Para investidores brasileiros com alocação no exterior, a recomendação é de manter a alocação internacional, independentemente das flutuações do cenário político.

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“No longo prazo a tendência para a economia americana tem sido de crescimento”, comenta Paula Zogbi, gerente de Research e head de conteúdo da Nomad. Para os investidores de longo prazo, a melhor estratégia é se manter alinhado ao seu perfil de risco, focando em uma gestão consistente de portfólio,  mantendo uma parcela do patrimônio dolarizada.”

Adriano Cantreva, sócio da Portofino Multi Family office, reforça a análise apontando que, embora as abordagens dos dois candidatos à Presidência dos EUA sejam diferentes, o impacto final tende a ser parecido. “Trump corta gastos, mas também reduz impostos, impactando diretamente o balance sheet (balanço fiscal) dos EUA. Já com Harris, a expectativa é de aumento tanto na receita quanto nos gastos públicos. O efeito líquido das políticas de ambos acaba sendo semelhante em termos de impacto fiscal.”

Setores vencedores com Trump

Isso não significa que o investidor deva permanecer parado. Com a nova presidência, há oportunidades para quem deseja reposicionar seus ativos em setores que podem ascender.

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Em análise publicada pela Fortune com opinião de analistas e acadêmicos sobre quais ações podem se valorizar com a vitória de Trump, destaque para empresas de petróleo, gás e grandes corporações financeiras, beneficiadas por uma postura desreguladora e incentivos fiscais. “Trump deve intensificar políticas econômicas de estímulo ao setor privado, criando condições para um crescimento acelerado nos setores de energia fóssil e defesa”, diz Zogbi.

O JPMorgan pode ser beneficiado por uma regulamentação mais leve, enquanto a KKR, gigante de private equity, ganharia com o aumento de IPOs e fusões. No setor de criptoativos, empresas como Coinbase e MicroStrategy saem fortalecidas com um ambiente regulatório mais favorável. No setor de energia, a promessa de Trump de aumentar a produção deve beneficiar refinarias como a Valero Energy e empresas de transporte de gás natural, como Kinder Morgan.

O perfil protecionista de Trump, com propostas de tarifas de importação de até 60% sobre produtos da China, pode beneficiar a indústria nacional americana, embora represente um aumento potencial de custos para empresas dependentes de insumos estrangeiros. Um efeito esperado é o de aumento da inflação. “Políticas protecionistas podem criar uma dinâmica favorável para a manufatura interna, mas o aumento dos custos de importação pressiona as margens de lucro das empresas, especialmente aquelas que dependem de insumos chineses”, lembra  Zogbi.

Mais EUA, menos mundo

Se essas políticas de Trump forem implementadas, a expectativa é de maior atividade econômica doméstica, beneficiando pequenas e médias empresas locais. “Empresas globais, com operações internacionais significativas, o impacto não deve ser tão positivo, pois isso mantém o dólar forte em relação a outras moedas, o que prejudica grandes corporações internacionais”, contextualiza Adriano Cantreva, lembrando que nos EUA 90% das empresas não têm capital aberto em bolsa.

No varejo, empresas como Walmart e Dollar General podem enfrentar dificuldades com os aumentos de custos a serem repassados ao consumidor. No setor de logística, a DHL também pode sofrer com a queda no comércio global, com o novo estímulo às  guerras comerciais propostas. Algumas empresas no setor energético também podem ficar na ponta vendida. A HF Sinclair e a Helmerich & Payne, perfuradoras conhecidas, podem não lucrar com o aumento de produção e excesso de oferta.

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Outro ponto a ser considerado é que as promessas de Trump de restringir a imigração e deportar milhões de imigrantes podem levar a uma escassez de mão de obra, trazendo outro efeito inflacionário nos salários e custos trabalhistas. “Essas políticas, se aplicadas em parte ou totalmente, podem levar a uma redução da globalização e a uma inflação estruturalmente mais alta, devido ao aumento nos custos de produção e mão de obra. No entanto, o cenário para a bolsa se mantém estável e positivo”, considera o gestor da Portofino Multi Family office.

Juros mais altos e o efeito Elon Musk

Tudo isso torna mais difícil  a tarefa do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de manter taxas de juros baixas. Apostar nos juros americanos pode fazer parte do “Trump Trade” – movimentação dos investidores montando posição no mercado para uma vitória do republicano. Para a renda fixa, a expectativa é de taxas mais altas. “Os atuais investidores de renda fixa podem enfrentar queda no valor de seus ativos, mas as novas emissões devem trazer taxas de investimento mais atrativas. Um dólar mais forte é outra consequência provável”, comenta.

Entre os perdedores, estariam investidores de renda fixa com papéis de longo prazo e taxa fixa, pois a inflação mais alta prejudicaria esses ativos.

A Tesla, do bilionário Elon Musk, em princípio, poderia sair prejudicada pelo Trump Trade, que favorece os veículos a combustão aos elétricos. Acontece que o empresário está cotado para liderar uma comissão de corte de gastos do governo Donald Trump, com uma meta de reduzir em cerca de US$ 2 trilhões a dívida americana. “Essa medida pode diminuir a dívida pública, tornando o governo mais eficiente, reduzindo as taxas de juros. O efeito disso é um benefício de longo prazo tanto para as empresas, quanto para consumidores e empreendedores”, avalia Adriano Cantreva.

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