• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

ESG causa conflitos entre a BlackRock e autoridades estaduais dos EUA

Republicanos não têm lidado bem com os investimentos da gestora de Larry Fink

Por Ron Lieber, The New York Times

02/02/2023 | 15:54 Atualização: 02/02/2023 | 15:54

Larry Fink, da BlackRock, é criticado por republicanos pela postura ESG da gestora. Foto: REUTERS/David 'Dee' Delgado
Larry Fink, da BlackRock, é criticado por republicanos pela postura ESG da gestora. Foto: REUTERS/David 'Dee' Delgado

A disputa entre os estados americanos predominantemente republicanos e a BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo, tem sido um deleite para os observadores.

Leia mais:
  • Brasil tem 16 empresas em ranking mundial de igualdade de gênero; veja lista
  • “Incorporamos o ESG em nosso modelo de negócio”, diz CEO do Fleury
  • B3 vai exigir mais diversidade em empresas listadas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Os republicanos não costumam se organizar para atacar o CEO de uma empresa gigante de Wall Street em público. No entanto, em lugares como Louisiana e Carolina do Norte, é exatamente isso que está acontecendo com Larry Fink, o líder de longa data da BlackRock.

O embate é sobre a postura da BlackRock com os investimentos ESG. A gestora de ativos acredita que o foco nos desafios ambientais, sociais e de governança de uma empresa é a própria definição de prudência – e que a forma como os investidores abordam esses desafios afetará também cada vez mais os lucros.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

As autoridades estaduais estão chamando a atenção para o que consideram ser um comportamento excessivamente “woke” (o termo faz referência ao envolvimento com questões como justiça racial e social) da BlackRock.

O grande desafio aqui são as diferenças de opinião em relação ao que constitui o dever fiduciário de uma gestora de ativos. E uma divergência interessante surgiu entre os estados republicanos que não aprovam os posicionamentos públicos da BlackRock. A Louisiana, citando seu dever fiduciário, tirou seu dinheiro da BlackRock. A Carolina do Norte, mencionando seu dever fiduciário, não tirou.

Fink tem desafiado as empresas e convocado as autoridades do governo a fazer o mesmo. “Os acionistas estão pressionando as empresas a se envolver com questões sociais e políticas delicadas – principalmente porque percebem os governos falhando ao fazer isso de forma eficaz”, ele escreveu em sua carta anual para CEOs em 2019.

No ano passado, reforçou sua mensagem. “O capitalismo de stakeholders não é sobre política”, Fink escreveu em sua carta de 2022. “Não é ‘woke’. É capitalismo.” Ao mesmo tempo, ele tentou minimizar as críticas lembrando que a BlackRock não se desfez dos investimentos em combustíveis fósseis por uma questão política. Alguns clientes, sim, e outros, não, acrescentou.

Publicidade

Contudo, alguns de seus clientes estão furiosos. No ano passado, John M. Schroder, tesoureiro do estado da Louisiana, anunciou planos de vender US$ 794 milhões em investimentos administrados pela BlackRock. Essa é uma pequena parcela dos US$ 8,6 trilhões que a empresa tinha sob gestão no final do ano passado. Mesmo assim, isso gerou manchetes e poderia levar outros a fazerem a mesma coisa.

“De acordo com meu advogado, os investimentos ESG vão contra a lei da Louisiana sobre deveres fiduciários, que exige um foco exclusivo nos lucros financeiros para os beneficiários dos fundos estatais”, escreveu Schroder em uma carta para Fink.

Mas, depois, Schroder fez um comentário curioso. “Essa decisão de deixar de fazer esses investimentos é necessária para proteger a Louisiana de ações e políticas que busquem ativamente prejudicar nosso setor de combustíveis fósseis”, escreveu. “Resumindo, não podemos fazer parte do enfraquecimento da nossa própria economia.”

Schroder não se referia aos melhores interesses dos contribuintes ou dos cidadãos, no que diz respeito ao estado conseguir investimentos de menor custo ou os melhores retornos sobre o dinheiro. Em vez disso, seu foco está nos melhores interesses econômicos do estado.

Publicidade

O autor deste texto esperava conversar com ele ou com o seu conselheiro jurídico a respeito de como ele avalia os interesses de curto prazo do estado com a possibilidade de que a utilização dos princípios ESG talvez proporcione retornos melhores ao longo do tempo. Mas isso não aconteceu.

“Desculpe, mas o tesoureiro não está interessado em dar uma resposta”, disse por e-mail a porta-voz Pamela Matassa. Ela não respondeu por que ele não estava interessado.

Cynthia Hanawalt, pesquisadora sênior do Sabin Center for Climate Change Law da Universidade Columbia, fez uma análise minuciosa do caso de Louisiana. Naquele estado, segundo ela, as autoridades locais estão basicamente afirmando que, se permitirem que seus gestores de investimentos utilizem ferramentas analíticas ESG, isso levará a uma redução da utilização de combustíveis fósseis e das receitas.

“Deixando de lado a questão se isso é verdade ou não, parece claro que o foco deles não está na otimização dos lucros”, disse ela.

Publicidade

O tesoureiro da Carolina do Norte, Dale R. Folwell, também demonstrou interesse pela questão de seus deveres com os eleitores. Uma porta-voz, Maria Sebekow, entrou em contato por e-mail no mês passado anunciando uma carta “bombástica” escrita por Folwell na qual ele pedia que Fink se demitisse. “Isso não é uma mera encenação”, dizia a mensagem.

Mas representava uma espécie de proteção. Por um lado, Folwell não mediu suas palavras durante nossa entrevista. Ele brincou dizendo que ESG deveria ser sinônimo de defender a independência energética, ruas e bairros seguros e boa governança.

Por outro lado, Folwell claramente não tirou da gestão de Fink parte do dinheiro do estado, ainda que tenha pedido ao líder da BlackRock para deixar o cargo. Isso porque não queria infringir seu dever de agir segundo os melhores interesses dos residentes da Carolina do Norte, para quem trabalha.

“Meu dever fiduciário para com aqueles que ensinam, protegem e servem, assim como para com nossos aposentados, determina que os investimentos atuais dos Sistemas de Aposentadoria da Carolina do Norte na BlackRock continuem por enquanto”, disse ele em um comunicado. “Nosso trabalho é encontrar o melhor valor com o menor custo e a maior margem de segurança.”

Publicidade

“Tirar o dinheiro da BlackRock e colocá-lo em outro lugar que nos cobrará quatro vezes mais não é a escolha adequada para nossos associados”, disse ele em uma entrevista.

Atualmente, ESG significa um milhão de coisas para inúmeros profissionais de investimento. O ceticismo é abundante, já que as empresas de investimento renomeiam fundos existentes com indicadores vagos de sustentabilidade e, em seguida, aumentam as taxas cobradas.

Mas pelo menos algum consenso está surgindo em torno de uma definição de ESG que não invoca a imagem de pessoas acorrentadas a árvores. “Em sua essência, o investimento ESG é olhar de fato para todos os riscos materiais”, disse Sonal Mahida, consultora do tema que já trabalhou para a petrolífera Hess.

E se houver uma chance de que o investimento de uma gestora de ativos seja vulnerável a riscos que se enquadram no conceito de ESG, essa gestora de ativos deve ficar alerta e observar, de acordo com Cynthia, de Columbia. Portanto, é estranho que as autoridades estaduais responsáveis pela supervisão de gestoras de ativos pareçam querer impedir essas empresas de usar informações que podem ajudá-las a fazer seu trabalho.

Publicidade

“Há uma dissonância cognitiva entre as narrativas políticas e as obrigações práticas das pessoas”, disse ela. “Se há razões para acreditar que as empresas são vulneráveis ao risco climático ou ao impacto de algum outro fator ESG, os fiduciários são obrigados a considerar esses fatores.”

TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • BlackRock
  • Environmental Social and Governance (ESG)
Cotações
04/02/2026 6h12 (delay 15min)
Câmbio
04/02/2026 6h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 2

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

  • 3

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 4

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

  • 5

    O ouro é o novo dólar: por que investidores estão revendo o papel da moeda americana como porto seguro

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Logo E-Investidor
INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Imagem principal sobre o Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Logo E-Investidor
Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Imagem principal sobre o Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Logo E-Investidor
Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Logo E-Investidor
Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES: quem pode solicitar a renegociação em 2026?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES: quem pode solicitar a renegociação em 2026?
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Últimas: Investimentos
XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros
Investimentos
XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

Analistas destacam o nível considerado alto históricamente para os títulos soberanos e o fluxo de caixa recorrente para o investidor

03/02/2026 | 10h34 | Por Isabela Ortiz
C6 Bank projeta dólar em 2026 a R$ 5,50: ‘Movimento intenso e persistente’
Investimentos
C6 Bank projeta dólar em 2026 a R$ 5,50: ‘Movimento intenso e persistente’

Banco vê enfraquecimento estrutural da moeda americana com juros menores nos EUA, apesar dos desafios fiscais e da desaceleração da economia brasileira

03/02/2026 | 09h44 | Por Isabela Ortiz
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA
Investimentos
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA

Investidores estrangeiros entraram com R$ 23 bilhões na B3, impulsionando o índice para uma alta de 12,5% e novos recordes históricos

02/02/2026 | 14h59 | Por Luíza Lanza
Ouro e prata caem forte após rali histórico. O que explica a queda?
Investimentos
Ouro e prata caem forte após rali histórico. O que explica a queda?

Correção ou mudança de ciclo? Alívio com o Fed e realização de lucros provocam tombo, mas fundamentos seguem no radar

02/02/2026 | 13h48 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador