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Investimentos

Após alta demanda neste ano, o que esperar dos fundos de crédito em 2025?

Avaliação consta em relatório da XP elaborado a partir de uma pesquisa com 5 gestoras

Por Bruna Camargo

16/12/2024 | 14:40 Atualização: 16/12/2024 | 14:56

Mercado financeiro (Foto: Envato Elements)
Mercado financeiro (Foto: Envato Elements)

Após um 2024 de alta demanda, os fundos de crédito privado devem seguir crescendo no Brasil por uma combinação de fatores positivos. Entre eles, estão a busca dos investidores por segurança e o atual patamar de juros. No entanto, a cautela continua no radar, e as oportunidades podem vir de segmentos como crédito estruturado.

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A avaliação consta em relatório temático divulgado nesta segunda-feira (16) pela XP, elaborado a partir de uma pesquisa feita junto às gestoras Augme, Ibiuna, JGP, JiveMauá e XP Asset, e assinado por Clara Sodré, analista de fundos da XP, em parceria com Camilla Dolle e Mayara Rodrigues, respectivamente líder de análise de renda fixa e analista da XP.

O desempenho dos fundos de crédito segmentado pela Classificação XP indica que, ao longo de 2024, a classe apresentou retornos consistentemente acima do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), em especial no primeiro trimestre do ano. No acumulado até novembro, o relatório mostra um retorno de 123% para os fundos de crédito high yield, 117% para os fundos de crédito high grade e 114% para os fundos de crédito de liquidez.

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A XP também destaca a captação dessa classe. “Se em 2023 estes fundos apresentaram fluxo relevante de saída após um primeiro trimestre desafiador, em 2024 esta classe de ativos consolidou seu papel como uma das mais demandadas, não apenas por sua resiliência, mas também pela capacidade de entregar retornos elevados perante o CDI em um ambiente desafiador”, descrevem as analistas, acrescentando a busca por proteção e segurança como outro fator. Segundo o relatório, os fundos de crédito privado captaram R$ 140,7 bilhões no ano até 5 de dezembro.

De acordo com o relatório, agora, muitos gestores e crédito estão aumentando a seletividade e a cautela na alocação, o que é refletido principalmente pelo elevado porcentual de caixa dos fundos, em meio ao ambiente de incertezas. “Em nossa visão, os fundos classificados como high yield que englobam estratégias que alocam em crédito estruturado e, devido ao mandato, possuem horizontes mais longos de liquidez ou prazo de resgate, tendem a seguir mostrando maior resiliência, tanto em relação ao passivo, quanto em relação ao alfa gerado”, avaliam as analistas da XP.

Estratégias das gestoras

Na pesquisa com as gestoras de crédito, a XP identificou que a Augme Capital está com “caixa relevante” – com manutenção de níveis de 40% a 15% do patrimônio líquido (PL) – e postura cautelosa em relação ao mercado, buscando exposições em setores como infraestrutura, energia, locação de equipamentos e securitização de carteiras, e priorizando empresas/estruturas com bons fundamentos de crédito. Já a XP Asset Management reduziu o prazo médio das carteiras – nos fundos D+45, a duração média foi ajustada de três anos para dois anos – e prioriza segmentos como infraestrutura, saneamento e energia, além de ter aumentado exposição ao setor financeiro em algumas estratégias.

A Ibiuna Investimentos, por sua vez, diz ser possível notar “sinais claros de saturação” no mercado de crédito, então está com postura cautelosa. A duração média das carteiras é de cerca de dois anos, abaixo da média de 2,5 anos a três anos, e há níveis elevados de caixa. A JiveMauá está otimista, mas vê desafios estruturais, então prefere operações estruturadas de longo prazo. Por fim, a JGP prioriza passivos de maior duração, e reduziu a exposição a setores voláteis, como óleo e gás, devido à incerteza nos preços de commodities. Infraestrutura permanece uma prioridade.

Panorama da indústria de crédito

Segundo o relatório da XP, em 2024, a projeção de uma Selic mais alta por mais tempo levou à migração de recursos para fundos de renda fixa – que já somam captação líquida de R$ 344 bilhões no ano até agora. E o aumento dessas entradas levou a um “crescimento notável no volume de novas emissões de crédito privado nos primeiros dez meses deste ano (+96% ao ano), o que pode ser atribuído a gestores buscando oportunidades para alocar os contínuos aportes de seus clientes”, diz a XP. Ao mesmo tempo, os spreads (prêmios) diminuíram em diferentes níveis de rating, o que “também impulsionou as emissões, à medida em que as companhias puderam se refinanciar a taxas mais baixas”.

Para 2025, dada a expectativa de juros altos por mais tempo, a XP afirma que a demanda por emissões deve continuar aquecida, porém as “condições piores estão para as empresas emissoras em termos de custos de captação”. Ainda, a equipe de análise diz ser possível começar a ver os spreads “gradualmente retornando a patamares mais consistentes com os riscos inerentes às emissões e aos emissores”.

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O relatório indica ainda que, em estudo realizado com dados de junho de 2024, a XP concluiu que, em média, as empresas listadas mantêm “alavancagem disciplinada, prazos de dívida estendidos e sólidas taxas de cobertura de juros, o que as posiciona de forma relativamente segura para 2025”.

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