• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Fundos ou ETFs? Veja o que compensa mais para a sua carteira de investimentos

Despesa com taxas pode chegar a milhares de reais. Clientes agora sabem o quanto pagam

Por Leo Guimarães
Editado por Geovana Pagel

25/03/2025 | 3:00 Atualização: 24/03/2025 | 20:21

Um ETF segue uma metodologia pré-definida, exigindo uma gestão mais enxuta. Foto: AdobeStock
Um ETF segue uma metodologia pré-definida, exigindo uma gestão mais enxuta. Foto: AdobeStock

Os fundos de índice, também conhecidos como ETFs (Exchange Traded Funds, na sigla em inglês), poderão ser os grandes beneficiados de um novo fenômeno do mercado financeiro. Desde fevereiro, investidores brasileiros começaram a receber relatórios trimestrais detalhando os custos de seus investimentos, conforme exigido pela Resolução CVM 179.

Leia mais:
  • ETFs têm rentabilidade de mais de 175% em 2024; confira quais
  • Como usar a CVM 179 para descobrir taxas escondidas e pagar menos nos investimentos
  • Como é o novo marco regulatório para assessores de investimentos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Pela primeira vez, corretoras foram obrigadas a expor as taxas de distribuição, comissões pagas a assessores e a divisão dessa receita com a própria plataforma e fundos de investimento.

Uma despesa que pode chegar a milhares de reais para clientes que nunca souberam exatamente o quanto estavam pagando pela indústria que está por trás do simpático sorriso do assessor de investimentos. Um choque de realidade similar ao que aconteceu com os investidores americanos há mais de 20 anos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Nos Estados Unidos, um movimento semelhante de transparência regulatória no início dos anos 2000 expôs os altos custos dos fundos e impulsionou a indústria de ETFs, hoje uma das maiores do mundo”, comenta o analista Eduardo Mira, colunista do E-investidor. Diante da transparência, argumenta, os investidores tendem a optar por veículos de menor custo e maior retorno líquido.

“Muita gente já tem me perguntado o que é isso. As pessoas começam a se questionar sobre as taxas que as corretoras acabam levando, ou quando os assessores vendem COE (Certificado de Operações Estruturadas), ou empurram fundo ruim”, afirma.

Tempo é dinheiro

O gestor de multimercado Eduardo Grübler, da Asset Management Warren (AMW), argumenta que o custo de um fundo não significa falta de rentabilidade para o cliente, porém, o custo tem o potencial de tirar retorno. “Quanto menor o custo, melhor a rentabilidade para o cliente”, ressalta.

No longo prazo, as taxas têm o poder de corroer os retornos. Um fundo que cobra 2% ao ano precisa superar o mercado em pelo menos 2,5% para valer a pena, compara  Eric Balchunas, analista sênior de ETFs da Bloomberg Intelligence nesta entrevista. Um investimento de US$ 10 mil a 8% ao ano vira US$ 350 mil em 50 anos, mas cai para US$ 150 mil se o retorno for reduzido para 6%. Ou seja, o investidor pode perder até 60% do potencial ganho.

Publicidade

E o custo não se resume apenas às taxas, mas também à possibilidade de acessar diferentes estratégias com investimentos muito menores. É nesse contexto que os ETFs vêm ganhando força. Um exemplo é a estratégia de menor volatilidade, amplamente reconhecida por gestores como uma das mais eficientes para obter retornos consistentes no longo prazo e que foi “traduzida” no fundo LVOL11, que segue as empresas de menor volatilidade do Ibovespa.

“Antes o cliente final teria de ir ao mercado, reservar boa parte do seu capital para comprar dezenas de empresas para ter esse tipo de estratégia. Hoje, com poucos reais o investidor pode ficar exposto a essa estratégia”, diz o gestor.

Resolução CVM dá uma força

Mesmo com uma tendência já consolidada, Grübler argumenta que a Resolução CVM 179 poderá acelerar esse processo de popularização dos ETFs. Patrimônio de fundos de índice chega a R$ 58 bilhões em janeiro, alta de 7,4% em relação a dezembro.

Com os custos dos investimentos ficando mais transparentes, se reduzem incentivos que antes favoreciam produtos com taxas embutidas e repasses de comissões a assessores. Diferentemente de fundos tradicionais, os ETFs não geram rebates para intermediários, o que pode mudar a lógica de recomendação de investimentos.

“Teria de acontecer alguma coisa muito diferente para a gente não seguir o caminho da Europa e EUA, onde já vemos uma grande adoção (de ETFs)”, comenta Grübler. Nesses mercados, o modelo de remuneração fixa, atrelado ao patrimônio sob gestão, se tornou dominante, favorecendo produtos mais eficientes e baratos.

Publicidade

Christopher Galvão, analista de fundos da Nord Investimentos, prefere não avaliar qual será o efeito da Resolução 179 sobre os fundos de índice, “até porque seu objetivo não é tratar dos ETFs especificamente”.

Para ele, o crescimento dos fundos passivos no Brasil tem sido impulsionado pela diversidade de estratégias. Novos ETFs com diferentes propostas têm surgido, como os primeiros fundos pagadores de dividendos lançados pela Nubank (NDIV11)  e o FOMO11 da Hasdex, que procura capturar as tendências do mercado cripto, trazendo uma referência clara ao “Fear of Missing Out”, medo de perder oportunidades.

Um longo caminho de crescimento

Galvão enxerga um longo crescimento para o segmento. “Os ETFs ainda representam apenas 0,5% do mercado de fundos no Brasil, um percentual muito inferior ao dos Estados Unidos, onde ultrapassam 20%”, comenta. Para ele, essa presença mais maciça dos ETFs na indústria americana se dá pelas dificuldades dos gestores de baterem consistentemente índices como S&P 500 e Nasdaq. Melhor simplesmente investir num fundo que segue esses indicadores. Mas é claro que isso nem sempre é verdade. O Fundo XP Investor FIA, usado no gráfico acima, bate o Ibovespa, sua referência, em mais de três vezes desde seu início há quase 20 anos.

No geral, os ETFs são mais baratos que os fundos ativos porque sua estrutura exige menos recursos. Enquanto a gestão ativa demanda uma equipe maior, com economistas e analistas para definir estratégias e tomar decisões constantes, um ETF segue uma metodologia pré-definida, exigindo uma estrutura mais enxuta. Isso reduz custos operacionais e resulta em taxas menores para o investidor.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • CVM 179
  • ETFs
  • Fundos
  • taxas
  • transparência
Cotações
25/05/2026 17h54 (delay 15min)
Câmbio
25/05/2026 17h54 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os novos hábitos da alta renda para economizar no dia a dia sem abrir mão de viagens e hotéis de luxo

  • 2

    Envelhecimento dos baby boomers cria ‘tsunami prateado’ e aquece mercado imobiliário nos EUA

  • 3

    Ibovespa sobe com alívio global após avanço nas nеgociações entre EUA e Irã; dólar cai

  • 4

    De Warren Buffett a Walt Disney, essas 5 lendas do mercado tiveram o mesmo emprego na adolescência

  • 5

    Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Logo E-Investidor
Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Imagem principal sobre o FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Logo E-Investidor
FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Imagem principal sobre o Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Logo E-Investidor
Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Imagem principal sobre o MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Logo E-Investidor
MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Imagem principal sobre o Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Logo E-Investidor
Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Últimas: Investimentos
Brasil abre portas ao capital estrangeiro, mas impõe condição no controle sobre minerais críticos
Investimentos
Brasil abre portas ao capital estrangeiro, mas impõe condição no controle sobre minerais críticos

Dario Durigan diz que investidores são bem-vindos em áreas como terras raras e minerais, desde que respeitem a soberania nacional sobre recursos naturais

25/05/2026 | 16h35 | Por Daniel Tozzi, Francisco Carlos de Assis e André Marinho
Crédito privado: quantos títulos tornam uma carteira protegida de calotes? Veja o erro que engana investidores
Investimentos
Crédito privado: quantos títulos tornam uma carteira protegida de calotes? Veja o erro que engana investidores

XP Investimentos afirma que concentração por setor, emissor e indexador pode aumentar perdas em casos de defaut

25/05/2026 | 10h01 | Por Isabela Ortiz
B3 ganha ETFs de ouro e tecnologia militar em meio à escalada das guerras
Investimentos
B3 ganha ETFs de ouro e tecnologia militar em meio à escalada das guerras

Ativos surgem em momento de valorização do ouro nos últimos dois anos e aumento de gastos de defesa para US$ 2,8 trilhões; entenda como vão funcionar

25/05/2026 | 09h00 | Por Isabela Ortiz
Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral
Investimentos
Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

XP, BTG e Banco do Brasil reduziram projeções para o dólar, mas parte do mercado ainda vê pressão eleitoral e fiscal

25/05/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador